

Destaques de livros sobre casais e famílias
Guia de aconselhamento pré-nupcial
H. Norman Wright
Pg 7 - ...uma vez que casar-se cedo demais contribui para o divórcio.
Pg 10 – Construir um bom casamento significa que uma pessoa deve levar tempo para definir as atribuições, as crenças e comportamentos, e negociar as diferenças com o parceiro. Dinheiro, tempo, poder, tradições familiares, amigos, vocações e uso do espaço na casa são somente algumas das coisas que precisam ser negociadas.
Pg 11 – Talvez, este dilema possa ser melhor expressado desta maneira: “um casamento não é a união de dois mundos, mas o abandono de dois mundos, a fim de que um novo mundo seja formado”.
Pg 14 – Por isso, é necessária uma extensa e completa preparação pré-nupcial com um pastor ou conselheiro. Assim como há estágios e fases a trabalhar na nossa vida, há estágios e fases importantes a trabalhar nos anos iniciais do matrimônio. Muitos casais não têm consciência disso, e tal aconselhamento pré-nupcial pode ajuda-los a antecipar esses ajustes.
Pg 21 – Por muitos e muitos anos, foi fácil demais casar-se. Infelizmente, em muitos casos a igreja contribuiu para o problema do divórcio, de nossa nação, ao promover casamentos fáceis. As pessoas despendiam mais tempo preparando-se para obter sua carta de motorista do que se preparando para o casamento.
Pg 22 – Três mudanças estratégicas foram criadas em Modesto.
Primeira: as igrejas protestantes concordaram com as outras em que os noivos tivessem um período mínimo de preparação de, pelo menos, quatro meses.
Segunda: acrescentaram maior tempo de aconselhamento. As igrejas com nenhum requisito necessário começaram a exigir duas ou três sessões. Outras, já naquele nível, pediram seis.
Terceira: as igrejas começaram a cooperar, através das linhas denominacionais, pela primeira vez. Quando uma igreja Batista disse a um casal que eles deveriam parar de coabitar caso desejassem se casar lá, saíram em busca de outra igreja, que julgavam ser mais liberal. Encontraram, na segunda igreja, instruções para o casamento que exigiam mais sessões do que a primeira.
Pg 28 – Em uma outra igreja, em Escondido, Califórnia, qualquer casal que deseje contrair matrimônio deverá contatar um dos vários ministros da igreja. Após a entrevista inicial de passagem pelo crivo junto ao ministro, o casal é então recomendado a se inscrever em uma classe de oito semanas de aconselhamento pré-nupcial. Ao final da quarta sessão da classe, o casal assume seu aconselhamento individual de duas a seis semanas com o pastor. Na conclusão do aconselhamento, e com a aprovação do ministro, o casal pode, então, colocar a data de seu casamento no calendário da igreja. Todos os casais precisam começar o aconselhamento e a instrução no mínimo seis meses antes da data em que desejam se casar.
Pg 33 – Como mencionado acima sob o título de “casos difíceis”, um ministro pode decidir não fazer um casamento. Quando acontece um pedido de casamento entre um crente e um não-crente, as Escrituras proíbem claramente a união (II Co 6:14); esta poderia ser a norma de recusa para oficiar tal cerimônia.
Pg 34 – Eis aqui o conteúdo do curso (Igreja Comunitária da Graça, em Sun Valley, Califórnia)
1 – Entendendo a si mesmo
Razões impróprias para o casamento
2 – Intenção de noivado
A suficiência das expectativas em Cristo como ministrar à sua esposa
3 – Diferenças entre homem/mulher
Liderança bíblica/submissão
4 – Comunicação disfuncional
5 – Comunicação bíblica
6 – Resolução de conflitos
7 – Controle de natalidade
Afinidade
8 – Intimidade física
Pg 35 – Também é solicitado ao casal que escreva relatórios de dois livros.
Pg 37 – (Dove Christian Fellowship International em Efrata, Pensilvânia) – O seminário pré-nupcial consiste em 10 aulas, que cobrem: 1. Visão bíblica do casamento; 2. Os papéis bíblicos do marido e da esposa; 3. Desenvolvimento um do outro; 4. As comunicações no casamento; 5. Estabilidade financeira; 6. Preparação para a paternidade e a maternidade; 7. Anatomia sexual; 8. Crescendo juntos no Senhor.
Pg 38 – As pessoas estão começando a perceber que nossas igrejas levam o casamento a sério. Estão vendo que não estamos interessados em lindas cerimônias de casamento, mas em estabelecermos lares sólidos, onde Deus seja honrado e as pessoas cresçam em amor.
Pg 43 – O casamento significa compartilhar muitas áreas da vida, como:
Emocional. Compartilhamento dos níveis emocionais e fantasiosos da vida.
Econômico. Compartilhamento do acúmulo, uso e distribuição do dinheiro
Recreativo. Compartilhamento da recreação e do prazer. Isto envolve não somente a recreação em conjunto, mas permitir que o cônjuge desfrute de recreação com o seu próprio grupo de amigos.
Social. Compartilhamento das atividades sociais e interpessoais. Algumas serão desfrutadas juntos, e outras em separado
Geográfico. Compartilhamento do espaço, tempo e proximidade geográfica.
Sexual. Um compartilhamento único dos aspectos físicos e sensuais e sexuais de duas pessoas.
Legal. O envolvimento de um casal em um processo civil e legal de uma sociedade.
Religiosos. Compartilhamento de crenças, valores e tradições.
Pg 44 – Razões para o casamento
Há inúmeras razões para um casamento, além de se estar apaixonado.
Gravidez é ainda uma razão para se casar. De fato, cerca de um quarto de os casamentos acontece quando a noiva está grávida. Provavelmente, muitos desses casamentos não teriam acontecido se a mulher não tivesse ficado grávida. Uma pesquisa nesses casamentos mostra-nos uma relação entre a gravidez pré-nupcial e a infelicidade o casamento. Pela graça de Deus, esses casamentos não terminam em uma proporção de divórcios mais alta ou têm uma taxa de infelicidade maior do que outros: o perdão de Jesus Cristo que cada pessoa experimenta e dá ao companheiro pode afetar esta situação, tanto qualquer outra.
Ricochete é uma razão para se casar (quando uma pessoa se empenha em encontra um cônjuge logo após terminar um relacionamento). De certo modo, isto é uma atitude impensável na tentativa de provar que ainda é desejável aos olhos da pessoa que terminou o relacionamento. Casamento em ricochete é problemático pois acontece em função do cônjuge anterior, e não da nova pessoa encontrada.
Rebelião é um motivo para casar-se e acontece em ambos os lares, cristãos ou seculares. Esta é uma situação na qual os pais dizem não e o jovem diz sim. É a demonstração do controle de um sobre a vida do outro e, possivelmente, uma tentativa de mostrar independência. Infelizmente, a pessoa usa o cônjuge para regressar para a casa dos pais dele ou dela.
Fuga de um lar infeliz é outra razão para se casar. Algumas das razões dadas são as brigas, o alcoolismo e a molestação. Este tipo de casamento é arriscado, já que o amadurecimento geralmente é consumado antes que sentimentos genuínos de confiança mútua, respeito e amor tenham tido a oportunidade de se desenvolverem.
Solidão é uma razão que fala por si mesma. Alguns não podem suportar o pensamento de permanecerem sozinhos pelo resto de seus dias; não imaginam que uma pessoa pode estar casada e ainda sentir-se terrivelmente só. Intimidade instantânea não acontece no altar, mas deve ser cultivada sobre meses e anos de compartilhamento e envolvimento. A fuga da solidão pode provocar tensão sobre o relacionamento. Uma pessoa pode estar dizendo: “Estou tão sozinha. Fique comigo o tempo todo e me faça feliz”. Os problemas derivados desta atitude são visíveis.
Aparência física é um fator que, provavelmente, influencia a todos em algum grau. Nossa sociedade é altamente influenciada pelo culto à mocidade e à beleza. Com muita frequência, os padrões para a aparência física de um cônjuge são estabelecidos não para satisfazer as necessidades de um deles, mas para receber a aprovação e a admiração de outros. Algumas pessoas constroem seu autoconceito sobre os atributos físicos de seus cônjuges.
Pressão social pode ser direta ou indireta e pode vir de muitas fontes. Amigos, parentes, igrejas e escolas transmitem a mensagem: “É normal ser casado; para ficar nos parâmetros normais, você deve seguir a norma”. Em algumas universidades, uma doença conhecida como “pânico superior” ainda existe, e em algumas áreas acontece no nível da escola secundária. Noivado e casamento podem ser meios de ganhar ‘status’; medo de ser deixado de lado são reforçados pelos outros. Em algumas igrejas, quando um jovem pastor solteiro chega, arranjos de casamentos tornam-se a ordem do dia. Outras igrejas não contratam um pastor, a menos que seja casado; assim, um ministro jovem deve casar-se antes de estar pronto para isso ou, então, gastar muitos meses procurando uma igreja.
Culpa e piedade estão ainda envolvidas em alguns casamentos. Casar-se por piedade, devido a defeitos físicos, doenças, ou por ter pouca sorte na vida não constrói um matrimônio estável.
E o que dizer do Romance? Não são o amor e o romance um dos fatores? Sim, mas é importante distinguir entre o verdadeiro amor e o amor romântico. O amor romântico foi rotulado amor cardíaco-respiratório. Este é uma maior com ênfase na excitação, na emoção, e nas palpitações do coração. Algumas pessoas reagem a ele como se houvesse falta de oxigênio no ambiente. Êxtase, sonhar acordado, e um profundo anseio são indicações dessa doença. Este amor não é apenas cego, mas destrutivo. Nem o passado nem o futuro são levados em consideração na avaliação do potencial do relacionamento.
Pg 55 – Será que a impressão é bíblica? A orientação de Deus sempre está de acordo com a sua Palavra. Se um cristão está considerando a ideia de casar-se com um não-cristão, é inútil orar para saber a vontade de Deus; a Bíblia é clara com relação a isso. Pesquisando as Escrituras, os versículos deverão ser levados dentro do contexto, e não por um levantamento de amostras ao acaso.
Pg 57 – Duas pessoas jamais serão inteiramente compatíveis. Minha resposta à pergunta “somos compatíveis?” é: “não”. Nenhum casal que está querendo se casar é compatível. Deverão tornar-se compatíveis durante os primeiros anos de casamento.
Pg 60 – Infelizmente, muitos casamentos morrem prematuramente por que maridos e esposas escolhem ignorar o fato inevitável de que as pessoas mudam.
Pg 73 – Se uma pessoa foi criada em um lar saudável, é feliz. Essas famílias são chamadas famílias funcionais por que funcionam efetiva e produtivamente.
Pg 78 – As emoções são uma parte muito importante na existência. Como uma válvula de pressão, ajudam-nos a interpretar e responder às alegrias e tristezas da vida. Obstruir a válvula ao represar ou negar os sentimentos leva a problemas físicos, tais como úlceras, depressão, pressão arterial alta, dores de cabeça e alergia a vários alimentos. Reprimir sentimentos pode disparar o peso em excesso, a anorexia e a bulimia, abuso de recursos e compulsões de todos os tipos. Em um casamento, isso mata o relacionamento.
Pg 80 – Os membros de uma família mal estruturada estão emocional e relacionalmente embaraçadas nas vidas uns dos outros. As identidades estão emaranhadas. Não existe nenhuma fronteira bem delineada entre cada membro.
Pg 86 – Um dos outros maiores sintomas vistos em indivíduos oriundos de famílias mal-estruturadas é a co-dependência... Melody Beattie definiu a pessoa co-dependente como “alguém que deixou o comportamento de uma outra pessoa afetá-lo, e que está obcecado em controlar o comportamento daquela pessoa. A palavra geralmente refere-se a uma esposa que, obstinadamente, permanece ao lado de seu marido alcoólatra, pensando que pode ajudá-lo. De forma mais ampla, o co-dependente é aquele que sujeita a si mesmo e à uma pessoa.
Pg 101 – Muitos casais, hoje, estão cometendo suicídio matrimonial por causa da falta de preparação para o casamento.
Pg 102 – Em alguns casos, o pastor pode decidir que não pode, em sã consciência, oficiar o casamento por causa da aparente incompatibilidade ou imaturidade do casal.
Pg 103 – É de minha sincera convicção que um ministro tenha a responsabilidade de recusar-se a fazer a cerimônia até que esteja convicto de que o casamento tem a chance de ser bem-sucedido. É também essencial que você esclareça isso ao casal logo no início do aconselhamento.
Se nossa prática de casar qualquer um que venha até nós, se tornar algo comum, então realmente não nos tornaremos nada diferentes de um juiz de paz ou de uma capela de casamentos lucrativa
Pg 106 – As capelanias católicas gastam de oito a quatorze horas aconselhando cada casal, cobrindo áreas básicas de comunicação, finanças, amor, responsabilidade de planejamento de filhos e parentes. A preparação final acontece em um retiro de fim de semana, onde conselheiros matrimoniais, ginecologistas e advogados partilham seus pontos de vistas e experiências com os casais.
Pg 122 – Em um artigo intitulado: “Casamentos na igreja não são para todos,” o pastor Grant Swank Jr., expressou sua filosofia:
Não celebro cerimônias de casamento para pessoas que não sejam ambas as coisas, cristãos por profissão de fé e cristãos pela prática. Por causa disso, tenho sido julgado por alguns como uma estranha espécie de animal clerical, cruel ao extremo, e da pior espécie. Ainda assim, não me importando quais sejam as reações, minhas convicções são firmes.
Como atingi esta posição? Parcialmente, através da compreensão de que uma grande percentagem dos casamentos que eu havia oficiado tinham terminado em divórcio! No começo de meu ministério, eu casava qualquer casal que me pedisse. Eu os aconselhava antes da cerimônia nupcial. Cortesias eram trocadas entre todos os interessados. As maneiras eram bem polidas, tanto no gabinete como no santuário. Contudo, frequentemente algo desastroso acontecia após toda a comoção terminar. Conforme o tempo passava – em alguns casos um tempo bem curto – os votos e as orações da cerimônia eram esquecidos e o casamento desmoronava.
Isto aconteceu inúmeras vezes entre aqueles que tinham um pequeno ou nenhum compromisso espiritual verdadeiro para começar a vida. Cheguei à conclusão de que estava errado ao oficiar o casamento de dois não-crentes.
Quanto mais eu pensava sobre isso, mais me parecia um enigma. Será que eu tinha sido chamado por Deus para celebrar casamentos de pessoas, na casa do Senhor, quando essas pessoas não haviam comprometido suas vidas com Ele? Será que eu tinha de fazer orações por duas pessoas que não oravam? Será que deveria ler passagens da Bíblia para uma noiva e um noivo, sabendo muito bem que não pretendiam edificar seu lar sobre aquela Bíblia? Será que teria de pedir a essas duas pessoas para pronunciar suas promessas na presença de Jesus quando não tinham considerado Cristo como o Senhor de suas vidas? Será que deveria concluir a cerimônia, sinceramente rogando as bênçãos de Deus sobre essa nova vida juntos, quando eles não estavam fundando aquela vida sobre a rocha da salvação? Eles davam ao Todo-Poderoso somente um aceno de cabeça dia sim dia não: mas no seu dia especial, eu, um homem de Deus, clamaria as beatitudes celestiais sobre seu futuro.
Farto disso decidi. Estava sendo usado. Deus estava sendo usado. A igreja e as verdades onde está assentada estavam sendo usadas. O que os casais queriam, acima de qualquer coisa, era a beleza do santuário, o som nobre do órgão, a imagem digna do clérigo, o luxo e a respeitabilidade de um “casamento na igreja”.
E que tal se eu permitisse a uma pessoa que fosse batizada, sabendo muito bem que ela não professava Jesus como Salvador? E se eu dissesse à congregação que qualquer um poderia receber a comunhão, estivesse ou não comprometido com Cristo? E se eu aceitasse fazer membro da igreja qualquer um, não importando o que ele pensasse a respeito das doutrinas do Corpo de Cristo? Me pediriam que deixasse o púlpito. A assembleia da congregação não poderia manter um ministro com tal incorreção às coisas consideradas sagradas. Ainda assim, eu poderia continuar ano após ano, oficiando casamentos que, aparentemente, eram um pouco mais do que recitativos ocos de palavras consagradas pelo tempo.
Minha conclusão se consolidou quando reli sob uma nova compreensão as palavras claras de II Coríntios 6:14: “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis: pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?” Percebi que estava sendo um parceiro em fazer “maus casamentos”. Estava unindo luz às trevas. E fiz isso com mais frequência do que uni trevas com trevas.
Agora, quando celebro um casamento, é hora de regozijo genuíno no Espírito de Deus. Todas as pessoas que estão no santuário sabem que os dois que ali estão, são dedicados ao Senhor. Que momento feliz e de paz para mim, o clérigo que oficia a cerimonia! Minhas orações são enviadas a Deus com um novo senso de honestidade. As Escrituras são lidas para os adoradores com o conhecimento de que aquela noiva e aquele noivo estabeleceram suas vidas sobre o Livro. Os votos são feitos com entendimento d e que Deus está entrando como a terceira parte daquelas promessas. E minha consciência está limpa diante de tudo que diz respeito a isso...
Alguns de meus amigos ministros, perguntam-se se eu não estou perdendo oportunidades de testemunhar por causa de minha política. Mas tenho uma oportunidade verdadeira de testemunhar. Quando me pedem para oficiar uma cerimônia, eu os convido para uma conversa. Quando nos encontramos, eu os confronto com o perdão e a nova vida que Jesus oferece, perguntando-lhes se serão discípulos do Senhor. Naquele momento, está estabelecido o encontro com Deus. Se eles responderem negativamente, então bondosamente declaro que não posso ir adiante, pois minha primeira obrigação é ver se eles querem ser salvos. Se recusam a salvação, não posso em sã consciência, prosseguir.
Se eles respondem positivamente, eu os parabenizo, oro por eles, dou-lhes uma Bíblia e literatura cristã, mostro-lhes os horários dos serviços em nossa igreja, e convido-os a comparecer. E lhes digo que, dali a seis meses eu ficarei feliz em celebrar sua cerimônia nupcial, se eles ainda estiveram ativos na igreja, se estiverem passando horas em oração e na leitura das escrituras.
A taxa de divórcios continua aumentando. Um em três casamentos no país termina em divórcio (dois em três, na Califórnia). Mas, de acordo com um estudo citado por Billy Graham, um entre quarenta casamentos termina em divórcio quando os pais frequentam a igreja regularmente, e somente um em quatrocentos termina em divórcio quando ambos os cônjuges e seus filhos frequentam a igreja regularmente, e mantém as devoções familiares.
Tenho certeza de que estou no caminho certo da Bíblia – para o bem das pessoas, o bem da sã doutrina, e o bem de minha consciência. Os casamentos celebrados desde que adotei esta política confirmarão isto.
Pg 129 – Quando o casal vem para a primeira sessão, é vital que seja informado de que, provavelmente, despenderá cinquenta ou sessenta horas de trabalho fora das sessões. Eles deverão observar seus horários e conseguir tempo para o estudo e discussão dos assuntos.
Pg 130 – É essencial que você, o conselheiro, selecione os materiais adicionais antes de ver qualquer casal, a fim de discutir com propriedade o material fornecido, e responder suas perguntas. Após o casal haver adquirido estes materiais, você poderá cobrar uma taxa para cobrir o material fornecido, assim como o custo de vários testes.
Pg 163 – A taxa paga também serve para o material de teste usado pelo casal e várias séries de fitas no ministério de aconselhamento. Este custo é mínimo quando comparado a alguns dos itens nos casamentos atuais, que não tem nenhum valor durável.
Pg 167 – Uma das regras básicas do aconselhamento pré-nupcial é estabelecer para o casal logo no início: não há nada que não possa ser discutido nestas sessões. O casal não hesitará em fazer ao conselheiro qualquer pergunta que tenha em mente, e o conselheiro terá o mesmo privilégio de perguntar-lhes qualquer coisa que ache necessário.
Pg 168 – Nenhum casamento é perfeito. O casamento é uma criação diária, não um produto embalado.
Pg 187 – Quando temos algumas necessidades não satisfeitas em nosso passado paterno, geralmente as transferimos para a pessoa com a qual casamos. Consciente ou inconscientemente, achamos que nosso cônjuge preencherá a necessidade que não foi preenchida no passado.
Pg 236 – Um casamento saudável é aquele no qual os parceiros trocam os turnos de liderança um com o outro.
Pg 253 – Um procedimento básico é que ambos os indivíduos passem por exames físicos, feitos por seu médico, antes do casamento.
Pg 265 – Uma coisa é olhar para uma pessoa do sexo oposto e notar que ele ou ela é atraente. Mas quando um deles entra em fantasias sexuais referentes aquele indivíduo, ele é culpado de luxúria, o que é pecado.
Pg 268 – Três princípios básicos para desenvolver a unidade financeira são:
1 – todo o dinheiro que entra deveria ser considerado com dinheiro da “família”, com cada pessoa sendo informada de suas fontes e destino
2 – O dinheiro deveria ser usado após discussão mútua e acordo;
3 – Cada pessoa deveria receber uma pequena soma para seu próprio uso, sem ter de dar conta dela.
280 – Pesquisas indicam que os padrões estabelecidos durante o ano inicial estabelecem os padrões para os anos seguintes.
Pg 307 – Já sabemos que um a cada dois casamentos em nosso país termina em divórcio, e a média de duração do primeiro casamento é de somente oito anos. Os números ficam piores por volta da segunda vez. Quase quatro entre cinco casais divorciados casam-se outra vez, e ainda cerca de 60% desses segundos casamentos duram somente cinco anos antes de também fracassarem. Para piorar este problema, quando filhos estão envolvidos, cerca de 75% desses casais em segundas núpcias não os criam.
Pg 309 – Os divorciados que estão prestes a se casar de novo têm maior necessidade de preparação do que quando se casaram pela primeira vez.
Alguém poderia pensar que as pessoas teriam aprendido algo de seu primeiro casamento que poderia ajudar no sucesso do segundo. Mas, infelizmente, os problemas e pressões do segundo casamento são tão exclusivos, que aquilo que foi aprendido no primeiro pode realmente não se aplicar ou ajudar no segundo. As razões para os problemas, no segundo casamento, tem sido atribuídas a dinheiro, filhos (dele, dela ou de ambos), novos parentes por afinidade, ex-cônjuges, e assim por diante. Mas o verdadeiro problema pode ser o fato de que eles estão tão ocupados em apagar os incêndios, que se esquecem da importância de seu relacionamento como casal. Existem muitas forças que podem determinar a proximidade e a intimidade do casal.
É essencial que os divorciados completem o programa de recuperação do divórcio antes de se casarem novamente. Achamos útil também para o futuro parceiro do divorciado, que nunca tenha sido casado, fazer o programa de recuperação também, por que dá à pessoa um entendimento maior do que o seu futuro parceiro já passou.
Destaques de livros sobre casais e famílias
Homens são de Marte, Mulheres são de Vênus
John Gray
Pg 24 – quando homens e mulheres são capazes de respeitar e aceitar suas diferenças, então o amor tem uma chance de desabrochar.
Pg 25 – A reclamação mais frequentemente expressa pelas mulheres sobre os homens é a de que eles não sabem ouvir... Ela quer empatia, mas ele pensa que ela quer soluções.
Pg 26 – Oferecer a um homem um conselho não solicitado é presumir que ele não saiba o que fazer ou que ele não possa fazê-lo por si mesmo. Os homens são muito sensíveis a isso, porque a questão da competência é muito importante para eles.
Pg. 28 – Ele não tem a menor ideia de que ouvindo com empatia e interesse possa ser amparador. Ele não sabe que em vênus conversar sobre problemas não é um convite para oferecer soluções.
O senso de si mesma de uma mulher é definido pelos seus sentimentos e pela qualidade dos seus relacionamentos.
Pg. 29 – Em Vênus, todo mundo estuda psicologia e tem pelo menos mestrado em aconselhamento. Elas estão muito envolvidas com crescimento pessoal, espiritualidade, e tudo o que possa nutrir a vida, curar e crescer.
Pg. 41 – Para se sentirem melhor, os marcianos vão para suas cavernas para resolver seus problemas sozinhos.
Pg. 42 – Para se sentirem melhor, as venusianas se encontram e falam abertamente sobre seus problemas.
Pg. 47 – Uma mulher sob estresse não está preocupada em achar soluções imediatas para seus problemas, mas sim buscar alívio expressando-se e querendo ser compreendida.
Pg. 52 – Quando os marcianos estavam completamente preocupados e em suas cavernas, as venusianas também não tomavam como uma coisa pessoal. Elas aprenderam que aquele não era o momento para ter conversas íntimas, mas um momento para conversar sobre seus problemas com suas amigas ou se divertir e fazer compras. Quando os marcianos, por causa disso, se sentiam amados e aceitos, as venusianas descobriam que eles saíam de suas cavernas mais depressa.
Pg. 55 – Os homens ficam motivados e fortalecidos quando se sentem necessários. As mulheres ficam motivadas e com autoridade quando se sentem acalentadas.
Pg. 58 – Quando lhe é dada a oportunidade de provar seu potencial, um homem dá o melhor de si. Somente quando ele sente que não pode ter sucesso é que regressa para suas velhas fórmulas egoístas.
Não ser necessário é uma morte lenta para um homem.
Pg. 60 – A tendência de uma mulher a ser compulsiva se dissipa quando ela se lembra de que é merecedora de amor – ela não tem que conquista-lo; pode relaxar, dar menos, e receber mais. Ela merece.
Pg. 64 – Susan aprendeu a dizer “Eu não gosto do modo como você está falando. Por favor, pare de gritar ou vou sair da sala”. Depois de sair da sala algumas vezes, ela não precisou mais fazê-lo.
Pg. 65 – Rejeição, julgamento e abandono são mais dolorosos por que bem no fundo do seu inconsciente ela acredita, erroneamente, que não é merecedora de receber. Essa crença se formou na infância a cada vez que ela tinha que reprimir seus sentimentos, necessidades ou desejos.
Pg. 68 – Muito frequentemente, quando um parceiro faz uma mudança positiva, o outro também muda. Essa coincidência predizível é uma dessas coisas mágicas da vida.
O mais profundo medo de um homem é de que ele não seja bom o bastante ou que seja incompetente.
Pg. 69 - ...bem no fundo do seu inconsciente ele mantém uma crença de que não é bom o bastante. Essa crença foi formada e reforçada na infância toda vez que ele pensou que esperavam que ele fosse melhor. Quando suas realizações passavam despercebidas ou eram depreciadas, no fundo do seu inconsciente ele começou a formar a crença incorreta de que não era bom o bastante.
Pg. 74 – A reclamação número um que as mulheres fazem de um relacionamento é: “Eu não me sinto ouvida.” Até essa reclamação é mal-entendida pelos homens.
Pg. 76 – O dicionário fraseológico venusiano/marciano
“Nós nunca saímos” traduzido para marciano quer dizer “Eu estou com vontade de sair e fazer algo junto com você. Nós sempre nos divertimos tanto e eu adoro estar com você. O que você acha? Você me leva para jantar? Já se passaram alguns dias desde que saímos.”
Pg. 80 – Quando os marcianos não falam
Um dos grandes desafios para os homens é interpretar e apoiar corretamente uma mulher quando ela está falando sobre os seus sentimentos. O maior desafio para uma mulher é interpretar e apoiar corretamente um homem quando ele não está conversando. O silêncio é mais facilmente mal interpretado por mulheres.
Pg. 81 – As mulheres interpretam mal o silêncio de um homem. Dependendo de como está se sentindo naquele dia, ela pode começar a imaginar o pior – “Ele me odeia, ele não me ama, ele está me deixando para sempre.” Isso pode, então, acionar seu medo mais profundo, que é “Eu tenho medo de que se ele me rejeitar, então eu jamais serei amada. Eu não mereço ser amada.”
Pg. 82 – Homens e mulheres precisam parar de oferecer o método de atenção que eles iriam preferir e começar a aprender as diferentes maneiras que seus parceiros pensam, sentem e reagem.
Pg. 86 – As mulheres precisam saber que quando um homem diz: “Estou bem” é uma versão abreviada do que ele realmente quer dizer, que é “Estou bem porque posso lidar com isso sozinho. Eu não preciso de ajuda alguma. Por favor, me ajude não se preocupando comigo. Tenha confiança de que posso lidar com isso sozinho.”
Pg. 89 – Como apoiar um homem dentro da caverna:
1 – Não desaprove sua necessidade de se afastar;
2 – Não tente ajuda-lo a resolver seu problema oferecendo soluções;
3 – Não tente acalentá-lo fazendo perguntas sobre seus sentimentos;
4 – Não se sente perto da porta da caverna para esperar que ele saia;
5 – Não se preocupe ou sinta pena dele;
6 – Faça alguma coisa que o deixe feliz;
Pg. 97 – Por outro lado, se ele não tiver consciência de sua diferença, quando ela estiver aborrecida por sua tendência de isolamento, ele pode desistir da caverna numa tentativa de satisfazê-la. Eis um grande erro. Se ele desistir da caverna (e negar sua verdadeira natureza), se tornará irritadiço, excessivamente sensível, defensivo, fraco, passivo ou intratável. E para piorar as coisas, não saberá por que se tornou tão antipático.
Pg. 98 – Se uma mulher se sentiu abandonada ou rejeitada pelo pai ou se sua mãe se sentiu rejeitada pelo marido, então ela (a criança) ficará ainda mais sensível ao sentimento de abandono. Por essa razão ela nunca deve ser julgada por precisar de reafirmação. Similarmente, um homem não deve ser julgado por precisar da caverna.
Pg. 105 – Homens são como elásticos
A maioria das mulheres fica surpresa ao se dar conta de que, mesmo quando um homem ama uma mulher, periodicamente ele precisa se afastar antes de poder se aproximar. Os homens instintivamente sentem esse impulso de se afastarem. Não é uma decisão ou uma escolha. Simplesmente acontece. Não é nem culpa dele nem dela. É um ciclo natural.
Pg. 107 – Se um homem não tiver a oportunidade de se afastar, ele nunca terá a chance de sentir seu forte desejo de estar perto. É essencial que as mulheres entendam que se elas insistirem em intimidade constante ou “correrem atrás” do seu parceiro íntimo masculino quando ele se afastar, então ele ficará quase sempre tentando escapar e se distanciar; ele nunca terá uma chance de sentir seu próprio desejo apaixonado por amor.
Pg. 108 - ... quando ele se afastar e satisfizer sua necessidade de autonomia, então ele terá vontade de se tornar íntimo de novo. Um homem automaticamente alterna suas necessidades de intimidade e de autonomia.
Pg. 111 – Do mesmo modo que nós não decidimos ficar com fome, um homem não decide se afastar. É um impulso instintivo. Ele só pode se aproximar até um certo ponto, a partir daí começa a se perder de si mesmo. Nesse ponto ele começa a sentir sua necessidade de autonomia e começa a se afastar. Entendendo esse processo, as mulheres podem começar a interpretar esse afastamento corretamente.
Pg. 112 – Quando falar com um homem
Quando um homem está se afastando, não é o momento para conversar ou tentar fazê-lo se aproximar mais. Depois de algum tempo, ele voltará. Ele aparecerá amável e agirá como se nada tivesse acontecido. Esse é o momento para conversar.
Pg. 118 – Quando um homem se aproxima demais e não se afasta, os sintomas comuns são mau humor, irritabilidade, passividade e cair na defensiva. Jim não tina aprendido como se afastar. Ele se sentia culpado quando passava seu tempo sozinho. Julgava que deveria compartilhar tudo com a esposa.
Pg. 124 – Para iniciar uma conversa, a mulher sábia aprende a não exigir que um homem converse, mas pede que ele verdadeiramente a escute. Com a mudança na sua ênfase, a pressão sobre ele é liberada. Ela aprende a se abrir e dividir seus sentimentos sem exigir que ele faça o mesmo.
Pg. 125 – As mulheres são como ondas
Uma mulher é como uma onda. Quando ela se sente amada, sua auto-estima sobe e desce num movimento ondulatório. Quando ela estiver se sentindo realmente bem, ela atingirá o pico, mas então, de repente, seu estado de ânimo pode mudar e sua onda quebrar vertiginosamente. Esse mergulho é temporário. Depois de atingir o fundo, de repente, seu estado de ânimo mudará e ela de novo se sentirá bem sobre si mesma. Automaticamente sua onda começa a subir de novo.
Quando a onda de uma mulher sobe, ela sente que tem uma abundância de amor para dar, mas quando desce, sente seu vazio interior e precisa ser preenchida com amor. Quando ela atingir o fundo, é o momento para uma faxina emocional.
Pg. 132 – A ida de uma mulher para dentro do seu poço não é culpa do homem. Ele não pode impedir que isso aconteça, mas pode ajudá-la a atravessar esses momentos difíceis.
Uma mulher tem, dentro de si mesma, a habilidade de se erguer e espontaneamente depois de ter atingido o fundo. Um homem não precisa consertá-la. Ela não está “enguiçada”, mas simplesmente precisa do seu amor, paciência e compreensão.
Pg. 143 – Quando as necessidades financeiras de uma mulher são satisfeitas, ela se torna mais consciente das suas necessidades emocionais.
Pg. 144 – Do mesmo modo que um copo de água pode ser visto como meio cheio ou meio vazio, quando uma mulher está no seu caminho para cima, ela vê a plenitude da sua vida. Na descida, ela vê o vazio. Seja lá qual for o vazio para o qual ela faz vista grossa na subida, ele entra mais em foco quando ela está na descida do poço.
Pg. 145 – Descobrindo nossas diferentes necessidades emocionais
Homens e mulheres geralmente não estão conscientes de que têm necessidades emocionais diferentes. Como resultado, eles não sabem instintivamente como se apoiarem uns aos outros. Os homens dão tipicamente, num relacionamento, o que os homens querem, enquanto as mulheres dão o que as mulheres querem. Cada um admite erroneamente que o outro tem as mesmas necessidades e desejos. Como resultado, ambos acabam insatisfeitos e ressentidos.
Tanto homens quanto mulheres sentem que dão mas não recebem de volta. Eles sentem que seu amor não é reconhecido nem apreciado. A verdade é que ambos estão dando amor, mas não da maneira desejada.
Pg. 151 – Um homem comumente comete o erro de pensar que, uma vez que tenha satisfeito todas as necessidades amorosas primordiais de uma mulher e que ela se sinta feliz e segura, ela deva saber daí em diante que é amada. Não é esse o caso. Para satisfazer sua sexta necessidade amorosa primordial, ele tem que se lembrar de reafirmá-la repetidamente.
Pg. 156 – O amor fracassa frequentemente porque as pessoas instintivamente dão aquilo que elas querem.
Assim eles são apanhados num círculo de erros quando tentam satisfazer às necessidades um do outro.
Pg. 157 – Essa compreensão dos doze diferentes tipos de amor finalmente explica por que nossas tentativas sinceras fracassam. Para satisfazer seu(sua) parceiro(a), você precisa aprender a dar o amor de que ele ou ela precisa primordialmente.
Pg. 165 – Do mesmo modo que a comunicação é o elemento mais importante num relacionamento, discussões podem ser o elemento mais destrutivo.
Alguns casais brigam o tempo todo, e gradualmente o seu amor acaba. No outro extremo, alguns casais reprimem seus sentimentos sinceros de modo a evitar conflitos e discussões. Como resultado, ao reprimirem sentimentos verdadeiros, eles perdem contato com seus sentimentos amorosos também. Um casal está em guerra declarada enquanto o outro está numa guerra fria.
Pg. 168 – Para evitar discutir, nós precisamos nos lembrar de que nosso(a) parceiro(a) não se opõe ao que estamos dizendo, mas ao modo como estamos dizendo. Quando um não quer, dois não brigam. A melhor maneira de parar uma briga é cortá-la ainda em botão. Assuma a responsabilidade de reconhecer quando uma discordância está se tornando uma discussão. Pare de falar e dê um intervalo. Reflita sobre como você está abordando seu(sua) parceiro(a). Tente entender como você não está lhe dando o que ele(a) precisa. Aí, depois que algum tempo tenha se passado, volte e converse de novo, mas de forma amável e respeitosa. Intervalos permitem que nos acalmemos, cicatrizemos nossas feridas e nos concentremos e nós mesmo antes de tentar nos comunicar de novo.
Destaques de livros sobre casais e famílias
Namoro Blindado
Renato e Cristiane Cardoso
Pg 7 – A maioria dos divórcios começa no namoro. A pessoa não viu os sinais, ou viu e ignorou.
Uma vez a cegueira instalada, os erros são praticamente garantidos e o divórcio, salvo por milagre, será apenas questão de tempo.
Pg 8 – Infelizmente, a tendência humana é a esperteza, não a sabedoria...
Burro: aquele que sente que precisa cometer seus próprios erros. “Deixe-me ser eu mesmo! Quero viver a minha vida”.
Esperto: Um burro que, eventualmente, se gradua na escola da vida e aprende com seus próprios erros. “Errei muito, mas finalmente aprendi minha lição”
Sábio: aquele que observa com atenção o burro e o esperto arruinarem suas vidas e daí aprende com eles o que fazer e o que não. “Obrigado por me ensinarem isso”.
Pg 13 – É muito mais eficaz e inteligente começar certo do que tentar acertar depois.
Quanto mais tarde você deixar para aprender e fazer as coisas certas, maior a probabilidade de ser infeliz no amor.
Pg 15 – Namoro é descoberta. Vocês têm que descobrir um ao outro e se deixar descobrir – mas sem tirar as roupas!
Pg 17 – O objetivo do cortejo era realmente conhecer o que estava dentro da outra pessoa, não o que estava por baixo de suas roupas.
Pg 24 – A mensagem que o cara capta é: “Essa foi fácil. Não é para compromisso. É só para zoar. Vamos ver até onde consigo levar isso”. E na cabeça dela passa algo do tipo: “Se eu me entregar para ele, ele vai me amar. Vou fazer tudo o que ele me pedir”.
Pg 35 – A ideia da alma gêmea é a ridícula crença de que existe apenas uma pessoa nessa vida que pode nos completar, como a tampa da panela, a metade da laranja ou a cara-metade. É claro, nem precisa ter um cérebro de Einstein, pode ter um de chimpanzé mesmo, para perceber que esse negócio de alma gêmea é matematicamente impossível. Para começar, o número de homens solteiros nunca é igual ao de mulheres solteiras em nenhum país do mundo. Quer dizer, se fosse dança das cadeiras, muita gente ia ficar de pé chupando o dedo, por que não há cadeira para todo mundo. Segundo, logicamente bastaria uma pessoa casar com outra que não fosse sua alma gêmea (e sim a de outra pessoa) para desestabilizar todo o ecossistema de almas gêmeas...
Mas claro, o coração não quer ouvir isso. Ele prefere crer que se há muitas brigas no casamento, se a química não rola mais, se o sentimento não é mais o mesmo do início, então é porque aquela pessoa não é sua alma gêmea. É claro que não. Se fosse, eles nunca brigariam. Seriam um casal tão perfeito que nem pum soltariam.
Pg 46 – “Estar bem” para começar um namoro blindado significa, no mínimo, ter preenchido estes oito critérios:
Estar curado de relacionamentos anteriores
Ter idade para um relacionamento sério
Estar disponível e disposto a dedicar tempo para o relacionamento
Ter a intenção de casar em vez de apenas se divertir
Estar livre de vícios
Ter caráter íntegro
Estar definido na questão profissional e financeira
Estar resolvido interiormente.
O término de um relacionamento requer um período de cura. E durante esse tempo, você terá de evitar relacionamentos amorosos.
Não é um novo relacionamento que vai curá-lo do anterior.
Pg 47 – Não basta ter deixado o relacionamento. Você precisa deixar tudo o que ainda o liga a ele. Sim, aprenda as lições necessárias, mas jogue fora o que não lhe serve mais. Antigos costumes, como frequentar os mesmos lugares que seu ex, poderão ter de ser abandonados. Se seu ex era como um “ídolo” em sua vida, você precisa derrubá-lo dos alteares que criou para ele ou ela – apagar fotos, tirar os contatos da agenda e das redes sociais, jogar fora ou vender qualquer presente que ainda traz lembranças, enfim, fazer uma limpeza geral. Não leve nada mais daquela pessoa com você. Saia do Egito!
Mas não basta sair do Egito. Você tem que tirar o Egito de dentro de você também. É claro que a cura interior é mais difícil e lenta, mas ela começa com a exterior.
A limpeza exterior facilita e acelera a cura interior.
Uma vez eliminadas as coisas externas, você saiu do Egito. Agora você precisa tirar o Egito de dentro de você, que são os pensamentos, as lembranças que mexem nas feridas. Não gaste tempo com elas. Quando vierem à mente, mude logo de canal. Pense em outra coisa. Force-se a voltar ao presente.
Pg 48 – Uma pergunta que o jovem tem de se fazer é: por que namorar? Sim, questione as razões. A maioria dos jovens começa a namorar por pressão dos colegas, da cultura, do círculo social ou do próprio coração. São razões erradas para começar a namorar – em qualquer idade. Seu namoro não pode ser uma satisfação social que você deve a quem quer que seja; tampouco deve ser uma validação do seu valor e importância como pessoa. Começar a namorar tem que ser uma decisão individual e bem considerada, pois ela não afetará ninguém mais que você mesmo.
Outra pergunta é: “Estou preparado para me casar nos próximos dois anos?”. Se sua resposta é não, você não está em idade para namorar, seja com 12, 14 ou 40 anos.
Pg 51 – Você pode não ter um vício, mas se seu namorado(a) tem, você sempre virá depois deste vício na vida dele(a). Por isso, nosso conselho é que você não entre ou fique em um namoro com uma pessoa viciada. Force-a a escolher entre o vício e você. Mas não fique surpreso se ela escolher o vício.
Pg 57 – Estar resolvido interiormente significa que você conseguiu identificar suas questões emocionais e psicológicas que podem afetar seu relacionamento amoroso – e as tem bem resolvidas dentro de você.
Abuso sexual, relacionamento terminados, sentimentos de rejeição, carência de atenção, temperamento difícil, complexos, insegurança, ciúme doentio, raiva, magoa, orgulho, traumas de infância – a lista é longa demais – são coisas que precisam ser resolvidas para que você esteja preparado para ter um bom relacionamento e não o estragar.
Pg 75 – Quando uma mulher diz “meu namorado me largou e o meu mundo desabou”, o que ela realmente está dizendo é que o seu valor dependia totalmente dele – e agora que ele se foi, ela não vale mais nada.
Pg 78 – Pessoas pequenas precisam colocar as outras para baixo para se sentirem grandes. Pessoas grandes colocam as outras para cima – e por isso são grandes.
Pg 82 – Depois do primeiro divórcio, o segundo, terceiro etc são muito mais fáceis de acontecer, pois ao sair do casamento anterior o divorciado aprendeu a ‘resolver’ seus problemas conjugais fugindo ou desistindo deles.
Pg 83 – Por isso enfatizamos que você não deve se apressar e querer casar-se novamente logo após um divórcio. Casamentos feitos no rebote de um divórcio tendem a fracassar mais facilmente.
Entrar em um novo casamento sem analisar com cuidado não é cura para um divórcio. Pode ser um erro pior que o primeiro.
Pg 87 – Não ignore algum ponto importante na esperança de que será resolvido depois do casamento só por que, afina, vocês se amam, este é um erro que especialmente as mulheres costuma cometer, achando que conseguirão ‘consertar’ o marido depois.
Pg 91 – Tudo é muito rápido. Ninguém quer esperar por nada. Parece que a nossa vida está sendo cronometrada o tempo todo. É a era do fast food, do drive-thru, do wi-fi rápido, dos caixas rápidos nos supermercados, das dietas de 5 dias, dos divórcios em 24 horas, das refeições de micro-ondas, enfim. Tudo isso tem suas vantagens, mas quando essa mentalidade de “quero agora, já” é levada para a vida amorosa, os resultados podem ser desastrosos.
Pg 92 – Stalker: alguém, às vezes com traços de psicopata, que assedia uma pessoa persistentemente, não importando quantos foras leve.
Pg 93 – Ansiedade o faz viver o mesmo problema mil vezes antes de ele acontecer. Ela o faz temer algo que só existe dentro da sua imaginação.
Pg 97 – Uma antiga lenda conta como alguns habitantes de uma pequena aldeia se reuniram em círculo, cada um carregando uma sacola representando seus problemas e tristezas pessoais. Todos eles jogaram as sacolas no meio do círculo e foram instruídos que poderiam deixar a sua e pegar a de qualquer outra pessoa. Eles poderiam abrir mão de todos os seus problemas e tristezas e assumir os de outra pessoa. Depois de uma breve espiada no conteúdo de cada sacola alheia, cada um dos moradores decidiu pegar sua própria sacola de volta, e voltou para casa mais animado para enfrentar seus próprios problemas.
Pg 98 – A ansiedade nunca deixa você viver o agora. Você fica sempre entre a insatisfação com o ontem e a preocupação sobre o amanhã.
Pg 102 – A verdade é que nós somos responsáveis por nossas escolhas. O que Deus nos dá é a inteligência para identificar quem é adequado e quem não é para um relacionamento amoroso. E também institui regras que regem um relacionamento feliz. Quebre-as e não há pessoa certa nesse mundo que dará certo com você. A chave para um casamento feliz não é achar a pessoa certa, é fazer as coisas certas.
Pg 104 – Vida amorosa feliz, pura e simplesmente, é fruto de trabalho. Casamento feliz é possível sim, e muito bom, mas dá trabalho. Não é fruto do acaso. Não é automático. Não é consequência de sorte, nem de cupido, nem de achar a pessoa certa, nem de crer em Deus.
Pg 109 – Considere: o vigor da beleza física de uma pessoa pode durar de 15 a 20 anos, dependendo de quão bons são os genes dela. Digamos que ela dure dos 20 aos 40 anos de idade, com seu auge ali no meio. E depois? E quando você encontrar alguém mais bonito? Por outro lado, encontre uma mente bonita e ela só vai melhorar com o tempo.
Pg 119 – Se você já não é feliz antes de casar, provavelmente não será depois. Se não é completo antes do casamento, continuará incompleto depois. Portanto, se é assim, e ainda solteiro, não se meta em casamento.
Pg 121 – “Casamento é só um pedaço de papel”. Se é só um pedaço de papel, netão por que a pessoa não quer assinar? Por que faz tanta questão? A verdade é que, no fundo, a pessoa sabe que é muito mais do que um pedaço de papel.
Pg 124 - ...a mudança no relacionamento normalmente começa com um, quase nunca com os dois. Se você mudar primeiro, há muito mais chance de que o outro seja inspirado a mudar também.
Pg 125 – Uma relação precisa se basear em qualidades atemporais, que embelezam a pessoa que as possui e a mantém atraente a despeito do seu corpo.
Pg 131 – Não aceite o mínimo pelo seu máximo.
Pg 136 - ... Se nossa vida fosse um caderno e ele estivesse usado até a metade, ainda assim teríamos páginas brancas da metade para frente para usar. O seu hoje e os seus amanhãs são páginas em branco. Cabe a você escrever nelas o que quer – decidir se vai continuar a história triste do início do caderno ou se vai começar uma nova história.
Pg 145 – O que é timidez? É o hábito de se importar demais com o que os outros pensam de nós.
Pg 151 – O grau de compromisso em um relacionamento está proporcionalmente ligado ao grau de dificuldade que o homem enfrenta para conquistar uma mulher.
Quanto mais fácil a mulher, mais descartável ela é.
Pg 156 – A autoestima está relacionada ao que você sente sobre si mesmo, e a autoconfiança está relacionada ao que você sabe sobre si mesmo.
Pg 165 – A questão é entender a importância de colher o máximo de informações sobre uma pessoa antes e durante o namoro para você não entrar numa fria. Acredite, isso nunca foi tão importante quanto atualmente.
Em um mundo cada vez mais populoso, onde pessoas mal se conhecem e podem facilmente ser quem quiserem por trás de uma tela eletrônica, saber o máximo possível sobre um candidato a namoro é questão de sobrevivência. A pessoa poderá vir a ser um ótimo cônjuge ou seu pior pesadelo. Você não pode arriscar sua vida deixando que seu coração goste e se entregue a alguém antes de sua cabeça puxar e aprovar a ficha da pessoa.
Pg 176 – Pense na seguinte analogia. Imagine que você tem uma doença grave e a cura exige uma cirurgia. Há um médico em sua cidade que faz essa cirurgia, mas a cada dez pacientes que ele opera, nove morrem na mesa de operação. Você aceitaria operar com esse médico ou procuraria outro com um melhor histórico de sucesso?
Não é diferente na vida amorosa. Se você sabe que determinadas coisas aumentam a chance de fracasso em um casamento, por que escolheria ter um relacionamento assim?
Pg 178 – Estudos mostram que casamentos inter-religiosos têm maior índice de divórcio – até três vezes mais do que casamentos onde os dois são da mesma fé. O índice é maior até mesmo entre casais do mesmo segmento religioso, mas de denominações diferentes.
Pg 183 – A pior coisa que você pode fazer ao tentar conquistar uma pessoa é fingir ser alguém que você não é.
Pg 194 – Os objetivos individuais não podem ser mais importantes do que os do casal.
Pg 204 – Um exemplo: se a pessoa vem de uma família bem afetiva, esperará demonstrações de carinho do cônjuge quando se casar. Se ela vem de uma família afetivamente fria, terá dificuldade de dar carinho. Um detalhe muito importante a ser observado – em você mesmo e no outro.
Pg 206 – Normalmente, o rapaz tem que conquistar o pai da moça e a moça tem que conquistar a mãe do rapaz.
Pg 207 – Eu diria, como uma diretriz e não como regra, que se a moça está abaixo dos 21 anos, os pais devem dar a permissão. Dos 21 aos 29, o consentimento; e dos 30 para cima, manda-la ir tomar banho e fazer o que bem quiser pois já está bem grandinha... ou mais ou menos isso.
Pg 208 – O velho ditado “bom filho, bom marido; boa filha, boa esposa” é muito verdadeiro.
Pg 212 – Chega um momento na história de uma família em que alguém tem de quebrar os padrões destrutivos que correm em suas veias.
Pg 213 – Confiança só pode existir na presença de transparência.
Pg 229 – Mas não cometa este grave erro: confundir caráter com personalidade.
Caráter está relacionado às qualidades morais de uma pessoa; personalidade está relacionada às qualidades comportamentais e temperamentais dela.
Pg 233 – Você já ouviu falar no termo “incompatibilidade de gênios”? É o que se costuma colocar nas sentenças de divórcio como causa da separação – uma espécie de expressão curinga para justificar por que o casal não deu certo. O que esse termo quer dizer, em muitos casos, é exatamente que o casamento não resistiu ao choque das personalidades do casal. Portanto, não subestime a importância de aprender a lidar com isso desde o namoro.
Pg 241 – você precisa usar de discernimento. Uma coisa é uma laranja podre. Você não conseguirá recuperá-la, por mais que tente. É melhor jogar fora. Outra coisa é uma banana verde. É dura, não dá pra engolir, mas com o tempo e as condições certas, pode amadurecer e ficar muito boa. Seu namorado é uma laranja podre ou uma banana verde?
Às vezes a pessoa erra por que é imatura, sem noção. Precisa de uns toques para ir amadurecendo e melhorando.
Pg 244 – Sexo é a união física, mental, emocional e espiritual que faz um homem e uma mulher se tornarem um.
Pg 246 – O hormônio do amor
A bioquímica da mulher confirma o entendimento divino: sexo não é uma simples fonte de prazer físico, casual e temporário. O ato sexual está diretamente ligado ao compromisso que ela espera do parceiro.
Oxitocina é um hormônio que a mulher libera durante o ato sexual, especialmente no momento do orgasmo. O homem também produz oxitocina, mas em menor quantidade. Esse hormônio é responsável pelo aumento da confiança na outra pessoa, e pela intensificação do apego emocional. Quer dizer, ao ter relação sexual, o corpo da mulher a influencia para confiar e se apegar ao homem com quem ela se relacionou.
Agora dá para entender o que está por trás daquela tão esperada ligação que a mulher anseia receber no dia seguinte de ter se relacionado com um homem. Vários estudos já mostraram que, mesmo quando a mulher vai para a cama com alguém sabendo que é casual, ela tem uma alta expectativa de um contato da parte dele depois. É o grande conflito entre a natureza feminina e o que as normas que sociedade atual ditam para a mulher. A sociedade diz: “se eles podem, nós podemos. Pega mas não se apega”. Mas a natureza da mulher não consegue acreditar nessa mensagem.
O cérebro feminino espera que depois do ato sexual haja compromisso e valorização da parte do homem. E quando isso não acontece, ela começa a associar o sexo com sentimentos de rejeição. E sabe como o corpo dela responde? Pasme: passa a produzir menos oxitocina, ou seja, torna-se mais difícil para ela confiar e se apegar a um homem. Se o próprio corpo passa a desacreditar no amor, imagine a mente dela...
Deus estava certo. Sexo é a cola que faz os dois serem um. Mas se após a relação sexual essa união não acontece, cada encontro sexual seguido de separação resulta em um crescente estrago emocional, especialmente na mulher. O homem consegue separar bem sexo de compromisso. Para ele, sexo é sexo. Se ela foi para a cama com ele, ele presume que foi pelas mesmas razões que ele: para satisfazer um desejo e ter um momento gostoso. Nada mais. Só que ela não estava pensando apenas no momento gostoso. Ela pensava no felizes para sempre. Por isso: O sexo não foi feito para ser casual, e sim algo valorizado e planejado para acontecer como parte do início de uma relação amorosa duradoura e fiel: o casamento.
Pg 248 – Falando em divórcio, aqui vai uma descoberta curiosa, mas pouco divulgada. Vários estudos conceituados revelaram que casais que se casam virgens têm uma taxa de divórcio menor do que aqueles que eram sexualmente ativos antes do casamento – e mais satisfação na cama, também.
Pg 250 – Mas este é o argumento mais usado por namorados que querem se tornar sexualmente ativos antes do casamento: “Qual o problema, a gente vai se casar mesmo”. Um problema, entre tantos, é que vocês irão diminuir em muito suas chances de se casarem de fato, depois de irem para a cama.
Pg 254 – O melhor sexo que você vai ter não será em um encontro de uma noite em um motel ou durante o namoro – nem nos primeiros anos do seu casamento. Os melhores anos de um casal, sexualmente falando, normalmente acontecem na maturidade do casamento, quando eles estão casados por muitos anos. Um estudo com milhares de mulheres casadas indicou que o ápice sexual do casal variava entre os 16 e 24 anos de casamento.
Pg 269 – Atualmente a maioria dos jovens está descobrindo a sexualidade precocemente através da pornografia. E muitos adultos também estão acessando esse conteúdo na internet sem muita moderação. Estudos já demonstraram que os efeitos em nosso cérebro de assistir a pornografia de forma prolongada são semelhantes aos do uso de drogas como cocaína. Como a prática é altamente viciante, muitos jovens e adultos têm reportado distúrbios sexuais, entre eles vício de sexo e impotência sexual. Antes da internet, era raro encontrar homens abaixo de 40 anos de idade que sofriam com impotência. Hoje, alguns estudos já reportam que:
4 a cada 10 homens com impotência têm entre 18 e 40 anos
3 a cada 10 jovens entre 18 e 24 anos sofrem com impotência.
Pg 271 – Só se case com alguém que é viciado em pornografia se você quiser ser sexualmente frustrada depois de casar.
Por isso, em algum momento, você tem de perguntar ao seu namorado, na lata, se ele vê pornografia. Se ele titubear na resposta ou tentar enrolá-la dizendo que não vê nenhum problema nisso, que é coisa de homem etc., coloque em questão esse relacionamento. Todo viciado é especialista em mentir. Mente tão bem que acredita nas próprias mentiras e fica com raiva de quem não acredita nele.
Pg 276 – Portanto, em termos de tempo de namoro, se chegar aos 18 meses e você não tiver certeza sobre a outra pessoa ou se o rapaz não a pedir em casamento, acabe com essa enrolação.
É por isso que os jovens devem considerar bem a idade para começar a namorar. A não ser que você se veja casado aos 18 anos, não comece a namorar aos 16.
Pg 281 – Se você perder a pessoa por ter mantido seus padrões e princípios, não é perda. É livramento.
Alguns livros de nossa lista:
- 75 hábitos dos casais felizes
- 120 minutos para blindar seu casamento
- 104 erros que um casal não pode cometer
- As 5 linguagens de amor dos adolescentes
- As regras de ouro dos casais saudáveis
- Casais inteligentes enriquecem juntos
- Coloque-se no lugar dele, coloque-se no lugar dela
- Como mudar o que mais irrita no casamento
- Em busca do amor no casamento
- Eu amo você; namoro, noivado, casamento e sexo
- Guia de aconselhamento pré-nupcial
- Homens são de Marte, mulheres são de Vênus
- No altar da idolatria sexual
- Novo casamento, novos filhos
- O que não me contaram sobre casamento mas que você precisa saber
- O que os homens dizem, o que as mulheres ouvem
- Preparando-se para o casamento
- Preparando-se para o sexo na terceira idade
- Terapias Cognitivo-Comportamentais para casais e famílias
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DENTRE OUTROS!
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