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Destaques de livros sobre casais e famílias

104 erros que um casal não pode cometer

Pr. Josué Gonçalves

 

“Casamento é mais do que encontrar a pessoa certa, é ser a pessoa certa” – pg 14

 

Homens resolvem o problema do stress se calando. E as mulheres falando. Pg 19 e 20

 

Não existe casamento perfeito. Existe casamento feliz – pg 21

 

Existe o ciúme normal (zelo), e o patológico, este sim, fruto de complexo de inferioridade, falta de auto confiança, desconfiança do cônjuge, etc. Estes sentimentos têm como uma das causas a imaturidade conjugal. – pg 22

 

A ordem correta de nossas prioridades deve ser:

                Deus

                Você

                Esposa

                Filhos

                Igreja pg 28

 

Pior são aquelas viúvas com o marido vivo dentro de casa. Não basta estar presente, é fundamental estar vivo. Pg 29

 

Um casamento sem brigas é tão perigoso quanto os que brigam excessivamente. Pg 29

 

Pessoas que reclamam que o cônjuge dá mais carinho ao cachorro que a ele. Mas quando você chega da rua você sempre faz festa? Corre e pula sobre ele? Fica eufórico? Isso todos os dias, independente se quando você saiu brigou com ele?     Pg 32

 

Existem dois tipos de pessoas no mundo: as nutridoras e as tóxicas.    Pg 33

 

“A autenticidade da minha religião se manifesta através do que eu falo”. Pg 38

 

Como o diabo ama quando transferimos a culpa dos nossos erros para ele, por que enquanto se transfere para ele, a pessoa nunca assume que tem necessidade de cura. Pg 39

 

Quando a bíblia diz que homem e mulher se tornam um, não significa que cada um perde sua individualidade. Pg 48

 

Uma esposa ouvia isso todos os dias: Você é bonita, mas é burra. Um dia ela se irritou com o marido e disse sabe por que Deus me fez bonita? Pra você me escolher! Sabe por que Deus me fez burra? Pra eu te escolher! Pg 53

 

Nunca diga ao seu cônjuge aquilo que não gostaria que fosse dito a você. Pg 53

 

Segundo Sahtré, Olson e Whitney no livro Let´s Talk (vamos conversar), escutamos metade do que é dito, prestamos atenção na metade desta metade e nos recordamos da metade de tudo isso. Pg 57

 

Meu marido ministra e assiste aos carentes, mas ainda não percebeu que eu sou a mais carente dentre todos os carentes da congregação. Ele consegue dar atenção para todas as esposas que o procuram, mas não consegue fazer o mesmo comigo que sou esposa dele. Este é o drama de algumas esposas de pastores, que não estão bem no casamento. Porém, para preservar a imagem de Super-homem do marido – pastor, sofrem sozinhas. Não é raro ouvir confissões de esposas de líderes que dizem: Não sou feliz como esposa, meu grande erro é estar casada com um pastor. Pg 63

 

O primeiro curso pré-nupcial que os filhos fazem é observando a vida conjugal de seus pais. Pg 84

 

Não é difícil achar uma mulher, difícil é encontrar uma esposa. Pg 99

 

Não é difícil encontrar um homem, difícil é encontrar um esposo

Todo pecado é concebido primeiro na mente e depois se transforma em comportamento e prática.

A esposa precisa compreender que o marido precisa de vem em quando ser procurado, provocado e seduzido sexualmente – Pg 129

Destaques de livros sobre casais e famílias

As 5 linguagens do amor

Gary Chapman

 

- Pg 14 – Por que o casal assiste a um seminário sobre comunicação conjugal, ouve ideias maravilhosas sobre como melhorar o diálogo e, ao voltar para casa, se vê totalmente incapaz de pôr em prática as técnicas demonstradas?

 

- Pg 15 – É a mesma coisa no âmbito amoroso. Sua linguagem emocional do amor e a de seu cônjuge podem ser tão diferentes quanto o chinês é do português.

 

- Pg 16 – O importante é falar a linguagem de amor do seu cônjuge.

É muito raro o marido e a esposa terem a mesma linguagem emocional de amor. Nossa tendência é falarmos nossa linguagem do amor primária e ficarmos confusos quando o cônjuge não entende o que estamos comunicando. Expressamos amor, mas a mensagem não cumpre seu propósito por que, para o cônjuge, falamos uma linguagem estranha. Aí está o problema fundamental...

 

- Pg 19 – Os psicólogos concluíram que sentir-se amado é uma necessidade emocional primária do ser humano.

 

- Pg 20 – O pai atende a todos os desejos do filho pequeno, chamando isso de amor; o terapeuta familiar chamaria de irresponsabilidade paterna. O que é, afinal, o comportamento amoroso?

 

- Pg 21 – Lembro-me de Ashley que, aos 13 anos, se tratava de uma doença sexualmente transmissível. Seus pais estavam desolados. Ficaram irritados com Ashley e com a escola, que culpavam por ensinar sobre sexo. “Por que ela fez isso?”, perguntavam-se.

Na minha conversa com Ashley, ela me falou do divórcio de seus pais quando estava com 6 anos. “Achava que meu pai tinha ido embora por que não me amava”, disse ela. “Quando minha mãe se casou de novo, eu estava com 10 anos e pensei que, agora, havia alguém que a amava, mas eu ainda não tinha alguém para me amar. Queria muito ser amada. Então encontrei esse rapaz na escola. Era mais velho que eu, mas gostava de mim. Não conseguia acreditar! Ele era gentil comigo e, por algum tempo, achei realmente que alguém me amasse. Eu não queria fazer sexo, mas queria ser amada”.

O “tanque de amor” de Ashley permaneceu vazio por muitos anos. Sua mãe e seu padrasto atendiam a suas necessidades físicas, mas não perceberam a profunda batalha emocional que acontecia dentro dela. Os dois certamente a amavam e acreditavam que ela sentia o amor deles. Eles só descobriram que não estavam falando a linguagem do amor primária de Ashley quando já era quase tarde demais.

 

- Pg 23 – ... essas histórias comprovam que tanto adultos quanto crianças possuem “tanques de amor”.

 

- Pg 27 – A Antecâmara do céu

No seu ápice, a experiência da paixão causa euforia. Ficamos emocionalmente obcecados pelo outro. Dormimos pensando na pessoa. Quando levantamos, ela é o primeiro pensamento que nos vem à mente. Desejamos estar ao seu lado. Passar tempo juntos é como brincar na antecâmara do céu. Quando estamos de mãos dadas, é como se nosso coração batesse no mesmo ritmo. Poderíamos nos beijar para sempre se não precisássemos ir à faculdade ou trabalhar. Os abraços suscitam sonhos de casamento e êxtase.

A pessoa que está apaixonada tem a ilusão de que seu amado é perfeito. As melhores amigas conseguem enxergar as falhas – a maneira que o rapaz às vezes fala com ela é um pouco incomoda – mas ela não lhe dá ouvidos...

 

- Pg 28 – Infelizmente, a experiência da paixão eterna é ficção, não um fato. A psicóloga Doroth Tennov realizou estudos de longo prazo sobre o fenômeno da paixão. Depois de estudar um grande número de casais, ela concluiu que o tempo médio de vida da obsessão romântica é de dois anos. Se for um caso de amor secreto, pode durar um pouco mais. No final, porém, todos nós desceremos das nuvens e colocaremos os pés no chão outra vez. Nossos olhos se abrem e vemos os defeitos da outra pessoa. Seu ‘jeito de ser’ é agora simplesmente irritante.

 

Pg 28 – A realidade se intromete

Bem-vindo ao mundo real do casamento, onde sempre há fios de cabelo na pia e manchas de pasta de dente no espelho, onde as discussões giram em torno do lado pelo qual o papel higiênico deve sair e se a tampa do vaso sanitário fica aberta ou fechada. É um mundo onde sapatos não voltam sozinhos para o armário e gavetas não se fecham por conta própria, onde casacos não gostam de cabides e meias desaparecem sem aviso durante a lavagem. Nesse mundo, um olhar pode ferir e uma palavra pode machucar. Apaixonados íntimos se tornam inimigos, e o casamento se transforma num campo de batalha.

 

Por que as pessoas que estão apaixonadas perdem interesse em outros assuntos. É por isso que chamamos a paixão de “obsessão”.

 

- Pg 31 – Alguns casais acreditam que, ao fim da experiência da paixão, restam apenas duas opções: resignar-se a uma vida infeliz ao lado do cônjuge ou pular do barco e tentar de novo. Nossa geração adotou a segunda opção, enquanto a anterior escolheu a primeira... a taxa de divórcios em segundos casamentos é de pelo menos 60%, e aumenta quando há filhos envolvidos.

... o “amor real”... esse tipo de amor é emocional em sua natureza, mas não é obsessivo. É um amor que une razão e emoção... um amor que brota da razão e da opção, não do instinto. Preciso ser amado por alguém que opta por me amar, que vê em mim algo digno de ser amado.

 

- Pg 37 – Palavras de afirmação

“A língua tem poder sobre a vida e sobre a morte” (Pv 18:21)

“O coração ansioso deprime o homem, mas uma palavra bondosa o anima” (pv 12:25)

 

- Pg 47 – Para o psicólogo William James, é bem possível que a mais profunda necessidade humana seja a de sentir-se apreciado. As palavras de afirmação satisfazem essa necessidade em muitas pessoas.

 

- Pg 52 – Estabeleça o objetivo de fazer a seu cônjuge um elogio diferente a cada dia durante um mês. Se é verdade que “uma maçã por dia traz saúde e alegria”, talvez um elogio diário mantenha a saúde conjugal em ordem. (Se preferir, registre esses elogios para não repeti-los).

 

- Pg 53 – Dia a seus filhos que excelente pessoa o pai ou a mãe deles é. Faça isso tanto na presença quanto na ausência de seu cônjuge.

 

- Pg 58 – Tempo de qualidade

Já notou que, num restaurante, é quase sempre perceptível a diferença entre namorados e casados? Casai de namorados olham nos olhos um do outro e conversam. Já os casados sentam-se ali e ficam olhando em volta do restaurante. É nítida a impressão de que eles foram até lá apenas para comer!

 

- Pg 62 – A esposa que envia mensagens no celular enquanto o marido tenta puxar conversa não lhe oferece tempo de qualidade, pois ele não tem a atenção completa dela.

 

- Pg 65 – Muitas pessoas são como Patrick. Aprendemos a analisar problemas e criar soluções. Esquecemos que o casamento é um relacionamento, não um projeto a concluir ou um problema a resolver. Um relacionamento exige um ouvido solidário, com propósito de entender os pensamentos, sentimentos e desejos da outra pessoa. Devemos nos dispor a dar conselhos, mas somente se solicitados, e nunca de maneira condescendente. Poucos de nós sabem ouvir.

 

- Pg 66 –

1 - Mantenha contato visual com seu cônjuge enquanto ele estiver falando;

2 – Não faça alguma coisa enquanto escuta seu cônjuge.

3 – Preste atenção aos sentimentos. Pergunte a si mesmo: “que emoção meu cônjuge está sentindo?”

4 – Observe a linguagem corporal. Punhos cerrados, mãos trêmulas, lágrimas, sobrancelhas franzidas e movimento dos olhos contem dicas dos sentimentos da outra pessoa

5 – Não interrompa. Pesquisas recentes indicam que uma pessoa costuma ouvir por apensas dezessete segundos.

 

Pg 67 – Na idade adulta, muitos aprendem a negar seus sentimentos. Não temos mais contato com nosso eu emocional.

 

- Pg 69 – Tenho observado dois tipos básicos de personalidade: chamarei o primeiro de “mar morto”. Na pequena nação de Israel, o mar da Galileia flui rumo ao sul pelo rio Jordão, até o mar Morto, que não vai a lugar nenhum. Ele recebe mas não doa.

No outro extremo está o “riacho Tagarela”... pois não possuem reservatório. É muito comum que um mar Morto se case com um riacho tagarela. Isso acontece por que, durante o namoro, essa é uma combinação muito atraente.

Se você é um mar Morto e tiver um encontro com um riacho tagarela, a noite será incrível... se você é um riacho Tagarela e sair com um mar Morto, a noite será igualmente ótima, pois o mar Morto é o melhor ouvinte do mundo... contudo, após cinco anos de casados, o riacho Tagarela acorda pela manhã e diz: “estamos casados há cinco anos e eu não o conheço”. O mar Morto por sua vez diz: “Eu a conheço muito bem. Gostaria que interrompesse o fluxo e me desse um tempo”. A boa notícia é que o mar Morto pode aprender a conversar e o riacho Tagarela, a ouvir. Somos influenciados por nossa personalidade, mas não controlados por ela.

 

- Pg 71 – (Usar isso): pedi aos casais  que completassem a seguinte frase: “sinto-me mais amado por meu cônjuge quando...”

 

- Pg 79 – Terceira Linguagem do amor: Presentes

 

- Pg 80 – Um presente é algo que você pode segurar nas mãos e dizer: “Olhe, ele estava pensando em mim” ou “ela se lembrou de mim”. É preciso pensar em alguém para presentear. O presente em si é um símbolo desse pensamento. Não importa se custa dinheiro. O importante é que você pensou na pessoa. E não é apenas a intenção do pensamento que conta, mas o pensamento expresso pelo presente oferecido como expressão de amor.

 

- Pg 97 – Quarta linguagem do amor: Atos de serviço

 

- Pg 99 – “Instruído a fazer perguntas e a ouvir, porém, continuei...

 

- Pg 100 – “Pensando que deveria começar a buscar soluções em vez de procurar mais discordâncias, olhei para Mark e...”

 

- Pg 103 – Ninguém gosta de ser forçado a fazer nada. De fato, o amor é sempre dado livremente. Não se pode exigi-lo. Podemos pedir coisas um ao outro, mas jamais devemos exigir algo. Os pedidos direcionam o amor, mas as exigências interrompem seu fluxo.

 

- Pg 104 – “Adoro listas; elas nos forçam a pensar de maneira concreta”

 

- Pg 105 – Você entende que estou sugerindo uma mudança de modelo de casamento em relação ao se seus pais?

 

- Pg 106 – É muito raro encontrar um casal em que os dois possuem a mesma linguagem do amor.

 

- Pg 106 – você pode estar pensando: “Se Mark e Mary possuíam a mesma linguagem do amor primária, por que tinham tantos problemas? A resposta reside no fato de eles falarem dialetos diferentes. Faziam coisas uma para o outro, mas não as mais importantes.

 

- Pg 107 – 3 observações importantes:

1 - ... o que fazemos pelo outro antes do casamento não é indicativo do que faremos depois de casados...

2 – O amor é uma escolha e não pode ser forçado... cada um de nós decide diariamente amar ou não nosso cônjuge.

3 – A terceira verdade só um casal maduro pode ouvir. As críticas feitas por meu cônjuge me oferecem a indicação mais clara de qual é a linguagem do amor primária dele...

 

- Pg 109 – A manipulação através da culpa (“Se você fosse um bom marido, faria isso por mim?”) não é a linguagem do amor. A coerção pelo medo (“Faça isso, senão você vai se arrepender”) é algo estranho ao amor.

 

- Pg 117 – Diversos projetos de pesquisa na área de desenvolvimento infantil chegaram a esta conclusão: os bebês que são segurados, abraçados e beijados desenvolvem uma vida emocional mais saudável que aqueles que são deixados longos períodos de tempo sem contato físico.

 

- Pg 118 – Um tapa no rosto é prejudicial a qualquer criança, mas é devastador para aquela cuja linguagem do amor primária é toque físico.

 

- Pg 121 – Os arquivos dos conselheiros estão repletos de registros de maridos e esposas que tentam lidar com o trauma emocional de um cônjuge infiel. Esse trauma, porém, é ampliado para o indivíduo cuja linguagem do amor primária é toque físico. O objeto de seu anseio profundo – o amor expresso pelo toque físico – é concedido à outra pessoa.

 

- Pg 136 - ... três maneiras de descobrir sua linguagem do amor:

1 – O que seu cônjuge faz ou deixa de fazer que mais o magoa? O oposto disso provavelmente representa a sua linguagem.

2 – O que você pede a seu cônjuge com mais frequência? A resposta é provavelmente aquilo que faz você se sentir mais amado.

3 – Como você expressa amor regularmente a seu cônjuge? Seu método pode ser uma indicação de que aquilo também faz você se sentir amado.

... se duas linguagens lhe parecem equivalentes, isto é, se ambas lhe falam profundamente, então talvez você seja bilíngue.

Há dois tipos de pessoas que apresentam dificuldades para descobrir sua linguagem do amor primária. O primeiro é aquele cujo tanque de amor emocional está cheio há bastante tempo. Seu cônjuge expressou amor de diversas maneiras, e ele não tem certeza de qual delas o faz sentir-se mais amado. Ele simplesmente sabe que é amado. O segundo é a pessoa cujo tanque de amor está vazio há tanto tempo que ela já não lembra o que a faz sentir-se amada. Nos dois casos, é preciso retornar à experiência da paixão e perguntar a si mesmo: “O que eu apreciava em meu cônjuge naquela época? O que ele dizia ou fazia que me motivava a estar com ele?”. Se conseguir recuperar essas lembranças, terá alguma ideia de sua linguagem do amor primária.

 

- Pg 141 – Já vi casamentos resgatados da beira do divórcio quando o casal tomou a decisão de amar.

O amor não apaga o passado, mas transforma o futuro.

 

- Pg 143 – ... a mentalidade “eu não a amo mais”, que concede aos homens a liberdade emocional de buscar amor em outra pessoa. O mesmo se dá com esposas que recorrem à mesma desculpa.

 

- Pg 144 – Depois de alguns anos vivendo com o tanque de amor vazio, ele provavelmente se apaixonará por outra pessoa, e o ciclo recomeça.

 

- Pg 148 – Alguém pode dizer: “mas, dr. Chapman, isso é diferente. Sei que a linguagem do amor de meu cônjuge é toque físico, mas não sou uma pessoa afeita a toques. Nunca vi meus pais se abraçarem, e eles nunca me abraçaram. Eu simplesmente não sou assim. O que fazer?”

Você tem duas mãos? Consegue juntá-las, formando um círculo? Agora, imagine que seu cônjuge esteja no meio e puxe-o em sua direção. Aposto que, se você abraçar seu cônjuge três mil vezes, tudo passará a ser mais confortável. Mas, em última análise, não se trata de conforto. Estamos falando de amor, e amor é algo que você faz por outra pessoa, não algo que faz para si. A maioria das pessoas faz muitas coisas diariamente que não são ‘naturais’ para elas. Para alguns, um exemplo disso é sair da cama pela manhã. Lutamos contra nossos sentimentos e nos levantamos. Por quê? Por que acreditamos que há algo que vale a pena fazer naquele dia. Normalmente, antes que o dia acabe, nós nos sentimos bem por termos levantado. Nossas ações precedem nossas emoções.

 

- Pg 152 – Descubro que, em todas as culturas, as pessoas acreditam num mundo espiritual. Meu coração me diz que isso é verdade mesmo quando minha mente, treinada na observação científica, levanta questões críticas.

 

- Pg 166 – (O conselheiro nunca pode prever com absoluta certeza qual será o comportamento humano. Com base em pesquisa e estudos sobre personalidade, pode apenas deduzir a reação de uma pessoa em determinada situação).

 

- Pg 183 – Mas, se o tanque de amor estiver vazio e a criança não se sentir amada, ela crescerá com muitas lutas interiores e, durante a adolescência, procurará por amor nos lugares errados.

 

Um dos pontos destacados no livro é que as crianças precisavam aprender a receber e a dar amor em todas as cinco linguagens. Isso produz um adulto emocionalmente sadio.

 

- Pg 190 – Se o marido já está envolvido em outro relacionamento romântico, seja emocional, seja sexual, é comum presumir que os esforços chegaram tarde demais.

 

- Pg 191 – As pesquisas indicam que os casais com maior possibilidade de sobreviver à infidelidade sexual são aqueles nos quais ambos recebem aconselhamento individual e conjugal.

 

- Pg 192 – É a ideia equivocada de que, seu eu recompensar a mediocridade, reduzirei as aspirações da pessoa para melhorar. Esse é um mito bastante comum e que impede os pais de elogiarem seus filhos...

Destaques de livros sobre casais e famílias

As regras de ouro dos casais saudáveis

 Augusto Cury

 

Casais saudáveis não são perfeitos, mas seres humanos em construção. Sabem que ninguém muda ninguém. Entendem que toda mente é um cofre e que não há mentes impenetráveis, mas chaves erradas. Usam ferramentas diárias para se reinventar. Distribuem elogios e promoções diariamente. Sabem surpreender e encantar a quem amam.

 

Pg 12 – Descobriu que os maiores sabotadores de nossa qualidade de vida estão dentro de nós. Podemos ser livres por fora, mas algemados em nossa emoção. Muitos intelectuais nas universidades nunca fizeram essa descoberta.

 

Pg 21 – Os fortes usam a inteligência, os fracos, a agressividade.

 

Pg 29 – De que adianta ser o mais rico de um cemitério, o mais abastado atolado na lama do mau humor, o mais bem-sucedido afogado nas águas da ansiedade?

 

Pg 31 – Do mesmo modo, os casais começam a relação muitíssimo bem-intencionados. Um quer fazer o outro feliz, contribuir com ele, dar o melhor de si para o companheiro. Mas com o passar do tempo não exalta mais as características nobre do parceiro, perde a paciência com facilidade, começa a competir sutilmente e a espezinhar o outro. Sem que perceba, eles formam pequenos partidos políticos dentro de casa.

 

Pg 37 – Os traumas arquivados terão grande chance de serem vomitados no próximo embate.

 

Pg 39 – Veja esta incoerente situação. Quando existe um novo vírus que infecta um, dois ou três indivíduos, isso causa pânico na OMS (Organização mundial da saúde), movimentando médicos do mundo todo para prevenir uma nova epidemia. Essa reação é importante? Não há dúvida! Mas há dezenas de milhões de crianças cuja infância está sendo assassinada com o excesso de informações, de atividades, uso de celulares e videogames e raramente alguém entra em pânico.

 

Pg 64 – As leis da termodinâmica, entre elas a segunda lei, a da entropia, também se aplica parcialmente à construção de pensamentos. A lei da entropia diz que tudo no universo caminha do organizado para o desorganizado: o sol, à medida que emite luz, perde massa e vai desaparecer, vai se desorganizar. Os alimentos deixados no chão apodrecem, perdem a textura e se desorganizam.

 

Pg 67 – Temos o poder de piorar os outros, não de muda-los

 

Pg 72 “verborreia”, uma diarreia de palavras.

 

Pg 73 – Uma das melhores formas de construir relações doentes e mentes infelizes é usar o bisturi do excesso de crítica para retalhar os outros. E muitos o fazem. Nada demonstra tanto que um ser humano perdeu a sua humanidade e se tornou um deus do que quando ele se torna um especialista em falar mal dos outros. Uma pessoa julgadora, pessimista, crítica, apontadora de erros está apta para consertar máquinas, mas não para formar pensadores.

 

Pg 74 – Jamais sentencie alguém com frases do tipo: “você não tem jeito”, “você só me decepciona”, Você sempre erra”, “Já falei mil vezes, mas você não muda”... quem profere sentenças radicais ergue um tribunal de inquisição dentro de sua casa, escola, empresa.

 

Pg 75 – Se a pessoa é lenta, não se interioriza, é relapsa, irresponsável, não exagere, não a traumatizes mais e muito menos venda a sua paz por um preço vil. Ninguém dá o que não tem. As pessoas não mudam não por que querem continuar doentes, erráticas, débeis, mas por que não tem instrumentos para mudar as matrizes de sua memória.

 

Uma pessoa inteligente não muda os outros, muda a si mesma.

 

Pg 81 – Ouvi e analisei muitas falas segredadas em meu consultório. E, embora haja exceções, frequentemente quando há traições não há um santo e um demônio na relação. Quando ele ou ela trai há sempre alguma responsabilidade, déficit de atenção, falta de afeto, contração da admiração por parte do parceiro traído.

A traição, quando descoberta, provoca um terremoto emocional com abalos sísmicos no último estágio. Sempre falei para a parceira ou parceiro traído que, se quiserem continuar a relação, teriam de dar uma chance completa a quem traiu. Meia chance será um desastre, provocará outros terremotos que podem comprometer seriamente a saúde emocional dos parceiros e, se houver filhos, abalar seriamente a formação da personalidade deles.

 

Pg 104 – A relação com casais é tão bizarra nos dias atuais que não existe mais uma relação a dois, mas a quatro: um parceiro, uma parceira e dois celulares. Aliás, o celular é um amante que recebe mais atenção que o mais cortejado dos cônjuges. Há situações doentiamente interessantes. Um casal num restaurante, sem olhar um para o outro e plugado no celular. E quando querem falar algo entre si, enviam uma mensagem.

 

... uma criança de 7 anos tem mais dados que um imperador romano...

 

Pg 110 – O ciúme excessivo é uma característica de uma personalidade doentia.

 

Pg 111 – Todo ser humano ciumento tem um medo exagerado da perda e, portanto, já perdeu. Perdeu o quê? Sua autoestima, autodeterminação, autoimagem.

 

Pg 125 – Engana-se mais ainda quem acredita que o amor verdadeiro jamais acaba, nunca se esgota, será sempre estável. O amor, pelo menos o amor humano, precisa de cuidados diários, caso contrário apagará suas chamas.

 

Pg 129 – E você, dá para quem ama o que o dinheiro não compra ou só o que o dinheiro pode comprar? Não esqueça que tudo que o dinheiro compra é barato.

 

Pg 173 – A mais importante das regras de ouro dos casais inteligentes: só somos felizes quando investimos na felicidade dos outros

...só somos felizes e saudáveis quando saímos das raias do individualismo e egocentrismo e investimos na qualidade de vida e bem-estar socioemocional do outro.

Alguns livros de nossa lista:

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