

Destaques de livros sobre casais e famílias
Em busca do amor no casamento
John M Drescher
Pg 11 – Dificuldades ou diferenças certamente surgirão depois que os votos matrimoniais forem pronunciados. E um casal que está disposto a desistir por causa das desavenças jamais desfrutará um casamento feliz. Os casamentos felizes estão reservados para aqueles que conhecem a segurança de permanecer unidos nas dificuldades e nos momentos de alegria, para o melhor ou para o pior, durante o esperado e o inesperado.
Pg 12 – Não existe uma fórmula infalível que prometa a felicidade perfeita no casamento. O casamento perfeito simplesmente nunca existiu. Há casamentos felizes e satisfatórios, mas nunca acontecem por acaso. Casamentos felizes são o resultado de esforço conjunto e clara dedicação mútua. Eles amadurecem com base no compromisso de amar, de preocupar-se com a outra parte tanto quanto se preocupa consigo, de procurar e esperar o melhor, bem como viver à luz da visão do Criador para o casamento.
Pg 18 – Somente quando cada um de nós entra na intimidade do casamento é que nossos olhos se abrem. Passamos a nos enxergar de um modo novo e diferente. Há muitos anos Alexander Pope disse: “Eles sonham durante o namoro, mas acordam na vida conjugal.” Leva toda uma existência para nos vermos verdadeiramente um ao outro, para nos compreendermos e nos amarmos, como é a intenção de Deus e o nosso profundo desejo.
Pg 25 – Casar-se com uma pessoa que seja muito jovem ou mais idosa, ou casar-se com uma pessoa com interesses significativamente diferentes na vida, não torna um casamento necessariamente infeliz, mas torna mais difícil a convivência.
Pg 26 – Foi um grande alívio compreender que, em relação ao temperamento dos seres humanos, geralmente as pessoas muito diferentes entre si é que acabam se casando.
Pg 27 – A afirmação de Paul Tournier em To Understand each other (Compreender-se mutuamente) soa verdadeira: “A assim chamada incompatibilidade é um mito inventado por juristas carentes de argumentos com o fim de requerer o divórcio. É provavelmente uma desculpa comum que as pessoas usam para esconder seus próprios sentimentos. Eu simplesmente não creio que ela exista. Não há incompatibilidades. Há divergências e erros que, entretanto, podem ser corrigidos quando há vontade de fazê-lo.
Urban Steinmetz, um conselheiro matrimonial em Escanaba, Estado de Michigan, diz: “Ainda não encontrei um casal compatível.” Cecil G. Osborne, em Understanding Your Mate (Compreendendo seu cônjuge), diz que a suposição básica que devemos ter no casamento é “incompatibilidade.” O que Tournier, Steinmetz e Osborne querem dizer?
Devem as pessoas se casar com parceiros compatíveis? A resposta é ‘sim’, se estamos falando unicamente de fatores sociológicos, tais como formação cultural, idade, crenças religiosas, perspectivas econômicas e nível educacional. Os conselheiros geralmente concordam que, quando pessoas diferentes nesses aspectos se casam, suas diferenças se tornarão mais acentuadas depois do casamento, podendo criar dificuldades reais no ajustamento e compreensão.
Se entretanto, estamos nos referindo à compatibilidade ou semelhança em traços psicológicos, a resposta para a pergunta – “Devem as pessoas se casar com parceiros compatíveis?” – é ‘não’. Quase sem exceção, as pessoas se casam com seus opostos nos aspectos de temperamento e constituição psicológica.
Pg 28 – Embora possamos dar pouca ou nenhuma atenção a isso no namoro, ou mesmo depois do casamento, somos atraídos naturalmente por pessoas que são fortes nos pontos em que somos fracos. Deus nos fez desta maneira. Procuramos inconscientemente a complementação em alguém que personifica o que não possuímos e, portanto, desejamos profundamente. Isto é o que queremos dizer quando falamos de certas características serem complementares e quando dizemos que os ‘opostos se atraem’.
Pg 31 – A velha regra parece certa – “O que chamou a atenção antes do casamento cria tensão depois do casamento.” Isto é verdadeiro se não permitirmos que nosso cônjuge continue a ser a pessoa que escolhemos. Se não enxergamos que as diferenças podem acrescentar dimensão em vez de nos separar.
Um amigo meu, Dr. Abraham Schmitt, psicólogo e conselheiro familiar, me disse que, quando os casais o procuram por acreditarem que são incompatíveis, ele pergunta o que primeiro os atraiu um ao outro. “Invariavelmente”, disse ele, “cada um menciona exatamente as coisas que os estão separando agora”.
Pg 40 – Outra ameaça séria para um casamento frequentemente surge com a chegada do primeiro filho. O teste consiste em saber se a esposa, e algumas vezes o marido, dará atenção prioritária à criança ou ao cônjuge. Estarão ambos cientes de que a paternidade é passageira e que a parceria matrimonial é permanente?
Quando surgem os filhos, o perigo é que a esposa está mais preocupara em ser mãe do que ser companheira. E o pai pode estar mais preocupado com o custo financeiro do que com o companheirismo. O resultado é um constante distanciamento entre eles, em vez e uma crescente união, que é o que ambos necessitam para suportar as pressões da paternidade e sustentar seu relacionamento quando os filhos crescem e se vão.
Lembre-se: a parceria do casal é permanente; a paternidade é passageira. Mantenha a parceria bem cuidada e a paternidade virá muito mais fácil e naturalmente.
Pg 41 – Após os votos conjugais, geralmente os cônjuges se esquecem das cortesias comuns da vida. Se achavam que a consideração, amabilidade e palavras e atos de amor eram necessários para cultivar esse amor durante o namoro, são exatamente estas coisas que são necessárias agora para manter e amadurecer o amor depois de se casarem.
Os vazios ocorrem nos casamentos por que falhamos em dedicar tempo para e com nosso parceiro. Antes de nos casarmos encontrávamos tempo para encontros, conversas, passeios juntos. Após o casamento nada deve substituir o tempo que passamos juntos. Dinheiro, coisas, uma casa maior ou a conta bancária não substituem o ouvir, amar e compartilhar no âmbito do casamento.
Pg 56 - ... os que se casam considerando o divórcio como possível já estão caminhando para ele.
Pg 60 – Estudos recentes de segundos casamentos mostram que 65% fracassam e, se filhos estiverem envolvidos, mais de 75% dos segundos casamentos não duram.
Pg 63 – Quando nosso compromisso mútuo é maior do que nossos problemas, estes podem ser solucionados ou permanecerem. Mas, se o nosso compromisso é fraco, então mesmo as pequenas dificuldades, desânimos e desilusões nos separam. Se o compromisso é fraco, não lutamos para superar nossos problemas.
Pg 68 – Shakespeare escreveu: os que não demonstram amor não amam.
Somos tão lentos às vezes como aquele homem que levou sua esposa ao médico por que ela estava deprimida. Após uns poucos minutos no consultório, o médico foi à sala de espera e disse: “cavalheiro, quero que o senhor venha também à sala da consulta.”
“Quero informar ao senhor”, disse o médico, “o que sua esposa está precisando. Sua esposa precisa de um abraço amoroso e um beijo pelo menos três vezes por semana.”
Aquele velho senhor pensou por alguns momentos e disse: “bem, doutor, acho que posso trazê-la aqui às segundas e quartas, mas na sexta-feira não posso”.
Pg 70 – O conselheiro conjugal Jerome Folkman propõe esta fórmula para um casamento bem-sucedido: Casem-se e em seguida se esqueçam disso. “Apenas ajam como se ainda não tivessem casado. Continuem a ser amantes”.
Pg 71 – O que destrói um casamento é a mesmice da rotina.
Parte do cultivo do amor entre os cônjuges é continuar mantendo-se fisicamente atraentes um para o outro.
Um casamento que não tem tempo para a cortesia resvalará para a grosseria. Um casamento que não tem tempo para cumprimentos terá tempo para lamentos. Um casamento que não dispõe de tempo para a bondade e as palavras amorosas encontrará tempo para palavras ásperas e críticas.
A definição de cortesia de Henry Drummond é “amor nas pequenas coisas”. O amor diz ‘por favor’ por que isto atesta respeito para com a outra pessoa. O amor diz ‘obrigado’ por que isto exprime gratidão à outra pessoa. O amor diz ‘me perdoe’ por que este pedido é o reconhecimento da dignidade da outra pessoa.
Pg 78 – “Tenho o direito de...” é o slogan desta epidemia narcisista.
O propósito real do casamento é a realização mútua. Ambos os cônjuges têm necessidades. O primeiro passo para um relacionamento feliz é o que você tem a oferecer a ele. O que você extrai dele é secundário. O ensino de Jesus ainda prevalece: “Dai e dar-se-vos á”.
Pg 80 – De acordo com uma revista médica alemã que divulgou os resultados de uma pesquisa encomendada por uma companhia de seguro, um marido que beija sua esposa diariamente antes de sair para trabalhar viverá provavelmente cinco anos a mais, ganhará 20% mais dinheiro, perderá até 50% menos tempo com doenças e se envolverá em menos acidentes de carro do que o marido que não beija sua esposa todos os dias.
Pg 81 – Durante os tempos de depressão que temos enfrentado em nosso casamento, achamos ser possível amar plenamente de novo. Isto por que o amor não é uma injeção no braço que, uma vez aplicada, garante que vamos viver felizes dali em diante. Não é um raio caído de um céu azul que nos atinge e fica conosco para sempre. Não é uma flecha que o cupido dispara e precisamos apenas ser tocados por ela. O amor é algo a ser aprendido.
Pg 90 – Não admira que um casamento murche. Um casamento feliz não pode existir em cima de restos de tempo. Um bom casamento não pode se desenvolver quando o único tempo que nos resta é quando finalmente chegamos cansados em casa totalmente exaustos. A comunicação expressiva, tão essencial ao casamento, se deteriora quando é deixada ao sabor de momentos corridos e tardios. Se não tivermos cuidado, nosso melhor tempo é gasto em programas de menor importância, que se infiltram em todo casamento.
Pg 111 – O problema número 1 da família é o da comunicação. A incapacidade de se comunicar eficazmente aparece em oitenta e cinco de cada cem casais que visitam conselheiros conjugais. Muitas vezes este é o seu único problema. Muitas vezes ele se encontra na base de outros problemas do casal. Dezenas de casais que não sabem como se comunicar de modo expressivo vão diretamente à cortes para se divorciar, sem procurar ajuda.
Pg 121 – Um casal prestes a se unir pelo casamento conhece, realmente muito pouco um do outro. Mas gostam do que conhecem e sabem que desejam conhecer melhor um ao outro.
Pg 133 – Tenha sua energia focalizada sobre o problema, tanto quanto puder, em vez de focalizar em cima da falta do outro.
Pg 142 – O elogio é um fator básico de união em todos os relacionamentos do casamento feliz. Temos aprendido que o impulso de criticar geralmente emana de nossa própria inadequação, culpa ou ciúme. A capacidade de cumprimentar, apreciar, aceitar e ver o que é bom em outro revela uma pessoa segura, com paz interior, auto aceitação e compreensão.
Pg 151 – O amor não é amor até que seja demonstrado.
Pg 159 – Sexo é um termômetro sensível que nos dá a temperatura de um casamento.
Pg 168 – Quando as coisas vão mal no sexo, geralmente o problema não é o sexo. Os problemas com sexo com muita frequência vêm quando os cônjuges têm outros problemas que precisam de atenção.
Pg 173 – Os primeiros esforços na relação sexual raramente são habilidosos ou satisfatórios. Alguns dizem que menos de 50% dos casais experimenta satisfação no início da vida juntos. Para 10%, pode levar 20 anos ou mais. Seja qual for o progresso do casal, quando o amor, a sinceridade e o interesse estão presentes, eles ainda podem conhecer um sentimento interior de prazer e unidade.
Pg 176 – Conhecendo a natureza humana, Jesus salienta o fato que, antes da infidelidade, há um tempo de deslealdade secreta em pensamento. A cobiça – o desejo por aquilo que é errado – prepara o caminho para o ato do adultério.
Pg 181 – Após a lua-de-mel, o marido perguntou à esposa: “Querida, você não se importa se eu apontar umas poucas falhas que você, se importa?”
“Certamente que não”, respondeu a jovem esposa. “Foram estas falhas que me impediram de conseguir um marido melhor, querido”.
Quando tentamos mudar um ao outro em lugar de nos aceitarmos mutuamente, dizemos: “Você é insatisfatório”.
Pg 188 – Uma esposa pode parecer vítima quando seu marido é atraído por outra mulher. Mas, se ela lhe nega amor e sexo, ou por outro lado se mostra fria e indiferente ao seu marido, ela não é inocente. Quando outra mulher sorri ternamente para ele ou ouve suas angústias, ele pode facilmente sentir excitação por ela por lhe faltar o interesse e a afirmação da esposa.
Pg 189 – Não estou querendo justificar qualquer tipo de infidelidade. Estou apenas afirmando que, quando há um fracasso conjugal, ambos talvez são de algum modo culpados.
Pg 192 – Para enxergar o melhor em cada um precisamos deixar passar muita coisa e reconhecer que todos tempos um número considerável de falhas. O que mais importa não é que tenhamos falhas, mas o que fazemos com elas.
Pg 210 – É bem possível que marido e esposa participem ativamente em congregações diferentes, tanto quanto é possível para um deles comer na sala de jantar e o outro comer da cozinha. Mas esta não é a forma ideal para viver.
Pg 213 – Um bom casamento não é tanto um contrato entre duas pessoas, mas sim, um pacto sagrado entre três – Deus, esposa e marido.
Pg 219 – Daquelas pessoas divorciadas que volta a se casar, 65% se divorciam novamente. E se há filhos envolvidos no casamento, 75% se divorciam uma segunda vez. As estatísticas não medem solidão, culpa, desespero e corações despedaçados que são parte de toda a experiência do divórcio. No entanto, tais emoções podem surpreender aqueles que passam por este evento semelhante à morte. Uma conclusão sobre estudos apresentados pelo jornal The New York Times diz que as pessoas divorciadas têm taxas substancialmente mais altas de problemas emocionais, morte acidental, suicídio e morte causada por doenças cardíacas, câncer, pneumonia, pressão alta e cirrose hepática. O divórcio causa mais danos à saúde emocional e física do que praticamente qualquer outra tensão, incluindo a viuvez. O divórcio é uma espécie de morte viva.
Pg 220 – E multidões de novamente casados vêem muito tarde que o que tiveram em seu primeiro relacionamento era melhor.
Pg 236 – Mas o casamento é diferente. Enquanto tivermos fôlego, teremos a possibilidade de recomeçar. Podemos ainda pôr todas essas ideias e ideais em prática. Qualquer casamento pode ser mudado ou melhorado se os parceiros mudarem e melhorarem. Não precisamos ficar resignados com um relacionamento estático e insatisfatório.
William J. Lederere e Don D. Jackson, em Mirages of Marriage (Miragens do casamento), escreveram: “De algum modo, surgiu um mito neste país que ensina que os primeiros anos de casamento formam o período durante o qual todos os problemas são resolvidos. A implicação parece ser que depois disso os cônjuges se sentam passivamente enquanto o casamento se arrasta ao longo da vida. Esta concepção do relacionamento é um contra-senso... O número de divórcios nessa fase indica quão enganoso este mito realmente é.
Pg 237 – Talvez alguém esteja lembrado da mulher que disse a um conselheiro conjugal que ela queria não somente acabar com o casamento, mas fazer seu marido sofrer o máximo possível.
“Você quer realmente fazê-lo sofrer?” perguntou o conselheiro.
“Quero sim. Ele me fez sofrer muito, e agora quero dar o troco”.
“Vou lhe recomendar esta estratégia, se você quer magoá-lo. O divórcio para ele não representa nenhum sacrifício. Ele pode estar contente por se livrar de você. Durante o próximo mês, procure agradá-lo. Faça pequenas coisas especiais para ele. Prepare as refeições que ele mais aprecia. Aja com bondade e diga a ele coisas agradáveis. Então, logo que ele começar a corresponder ao seu afeto, atinja-o com o pedido de divórcio. Garanto que ele se sentirá profundamente magoado.”
Um mês ou mais se passou. Por acaso, o conselheiro viu novamente aquela mulher. “Você seguiu meu conselho?”, perguntou ele.
“Sim, segui”, respondeu ela. “Estamos nos amando profundamente”.
Pg 239 – Relembrar os erros de seu parceiro é uma prática que pode arruinar seu casamento. O casamento se torna impossível ou insuportável, se ambos não se dispuserem a perdoar e esquecer.
Pg 240 – Um casamento feliz não é um casamento perfeito, por que ninguém é perfeito. Todos cometem erros, quebram coisas, magoam os outros e colocam o parceiro em um ou outro tipo de dificuldade. Mas um casamento feliz é constituído de pessoas amadurecidas que espontaneamente perdoam e esquecem. Sem este perdão, elas sofrerão angústia, infelicidade e remorso.
Pg 241 – O perdão não é prioritariamente um sentimento. Ele é fundamentalmente uma promessa. Quando perdoamos prometemos:
Nunca mais falar sobre aquilo ou usá-lo contra o outro.
Procurar meios de fazer o bem àquele que perdoamos.
Recusar-nos a falar com outros sobre a situação.
Recusar-nos a dar importância continuamente ao erro cometido.
Destaques de livros sobre casais e famílias
Entre Lençóis
Kevin Leman
Pg 12 – Em termos sexuais, sua esposa não será, na tarde de terça-feira, a mesma mulher que foi na manhã de sábado. Numa noite ela pode estar a fim de aventura ou de uma rapidinha. Ela vai querer que você simplesmente “a pegue”. Em algumas manhãs, talvez ela queira um sexo lento e lânguido, durante o qual você gaste bastante tempo para convencê-la a seguir em frente. Seu trabalho é descobrir para que lado o vento está soprando naquele dia.
Pg 19 – A mulher é despertada quando seu marido a ajuda com as tarefas da casa, arruma suas próprias coisas, auxilia no cuidado com os filhos, faz planos para datas especiais e, de maneira geral, se importa com ela. Se um marido fizer isso de modo constante e com alegria, sem agir como um mártir, ele descobrirá, em seis de cada dez vezes, que sua esposa está pronta e ávida para desfrutar de uma vida amorosa ativa e gratificante. Será uma resposta natural a um estilo de vida de afeição sincera.
Pg 21 – Portanto, tome a iniciativa! Saia alegremente do ‘feijão com arroz’ e vá para a intimidade gourmet. Não se contente com menos do que o que Deus planejou. O sexo é uma das coisas mais maravilhosas que Deus já bolou – mas um sexo bom assim não acontece naturalmente. É preciso desejar ser uma amante melhor; é necessário passar um tempo pensando em maneiras de manter o sexo estimulante e prazeroso; temos até de estudar nosso cônjuge só para descobrir o que o satisfaz sexualmente.
Pg 24 – Se você está fazendo sexo antes do casamento, no final das contas, está ameaçando sua própria felicidade e satisfação conjugal. As pesquisas não poderiam ser mais claras:
1 – Um estudo nacional realizado com mais de 1800 casais casados (nos Estados Unidos) indicou que a probabilidade de chegar a um divórcio era duas vezes maior para casais que haviam coabitado antes do casamento em comparação com os casais que não haviam. Além disso, a coabitação antes do casamento relacionou-se a menores níveis de subsequente interação conjugal e maiores níveis de desacordo e instabilidade conjugais.
2 – Um estudo realizado entre 3884 mulheres canadenses indicou que as que haviam coabitado antes do casamento tinham 50% mais chances de se divorciar do que as que não haviam coabitado antes do casamento. Entre as mulheres que coabitaram, esperava-se que 35% delas se divorciariam dentro de quinze anos de casamento, em comparação com apenas 19% entre aquelas que não haviam coabitado antes do casamento.
3 – Um estudo realizado com 4300 mulheres suecas, com idades variando entre 20 e 44 anos, indicou que as que haviam coabitado antes do casamento tinham uma taxa de divórcio 80% maior do que as mulheres que não coabitaram antes do casamento.
4 – Um estudo usando um universo representativo de todo o país entre 1235 mulheres (norte americanas) com idades entre 20 e 37 anos indicou que mulheres casadas que haviam coabitado antes do casamento eram 3,3 vezes mais propensas a ter sexo com outra pessoa que não seu marido do que as mulheres casadas que não haviam coabitados antes do casamento. Mulheres solteiras que coabitavam estavam 1,7 vezes mais propensas a ter um segundo parceiro sexual do que mulheres solteiras que não viviam com seus parceiros.
Pg 25 - ... deixe-me lembra-lo que o casamento hoje dura em média sete anos.
Pg 29 – Você chega ao casamento com mais bagagens do que percebe. Essa bagagem formou aquilo que chamo de seu ‘regulamento’ – crenças inconscientes, mas muito poderosas, que você tem sobre como as coisas devem ser feitas (especialmente na cama). Uma grande parte de minha prática de aconselhamento é dedicada a ajudar pessoas a entenderem seu regulamento, por que é ele que determina tudo o que se relaciona à vida de alguém, especialmente a sexualidade.
Pg 31 – A questão dos regulamentos é que eles, em geral, são inconscientes.
Pg 35 – Veja um exemplo característico. Um pai promete à filha pequena que vai leva-la para tomar sorvete depois que voltar da loja de ferragens. A filha espera junto à porta por duas horas. Finalmente, papai chega em casa, mas está cheirando a álcool e sua fala é confusa. Naturalmente, ele se esqueceu de tudo relacionado à sua promessa de leva-la para tomar sorvete.
Vinte anos depois, o marido dela promete leva-la para jantar. Ele está justificadamente atrasado quando o pneu do seu carro fura no caminho para casa. Quando enfim consegue chegar, 45 minutos depois do combinado, sua esposa o repreende com dureza. Ele não entende por que tanta irritação, pois não percebe que ela não está gritando apenas com ele – ela está gritando com o pai bêbado.
...
... suas ‘viagens’ pela vida deixaram marcas, as quais nem sempre são positivas.
Pg 36 – Investigar o passado de uma pessoa é mais ou menos como tentar encontrar um curto-circuito no meio de centenas de fios: de onde vem este medo? O que deixou esta cicatriz? O que criou esta expectativa?
...
Aqui está um segredo que será explorado mais adiante no livro, mas que é relevante destacar aqui: bons amantes aprendem a conhecer seu parceiro melhor do que conhecem a si próprios. Você precisa parar de ver o sexo através de sua percepção apenas e começar a enxerga-lo através dos olhos de seu cônjuge.
Pg 37 – Isso é algo que você precisa começar. Seu cônjuge não pode reescrever seu regulamento; é você que tem de fazer isso. Você precisa ser a pessoa que explora o regulamento, que o avalia e, então, faz planos para muda-lo. Seja honesta, mas firme, consigo mesma: “sei que isso me deixa desconfortável. Porém, mais do que o meu conforto, valorizo a felicidade do Felipe, de modo que, apenas desta vez, vou ver se consigo ser um pouco mais ousada”.
Pg 41 - Ao lidar com o passado sexual de um casal, a primeira pergunta que normalmente surge na sala de aconselhamento é: “Quanto do nosso passado devemos revelar”. Minha resposta é: “O menos possível”.
Seu cônjuge merece saber se está se casando com alguém virgem; também tem o direito de saber se você dormiu com apenas uma pessoa, ou se a sua promiscuidade os coloca na cama com múltiplos parceiros. Seu cônjuge tem esse direito, por que isso pode afetar a decisão dele de casar-se ou não com você – e com razão.
Entretanto, entrar em detalhes traz mais problemas do que soluções. Falando de modo geral, não conte segredos sexuais do passado. A única coisa que isso provoca é insegurança; de repente, a conversa muda de “quero saber tudo sobre você” para algo muito, muito mais feio: “O que você quer dizer quando fala que fez três vezes numa noite?”; Achei que a ideia da banheira fosse nossa”. Preste atenção: se Deus quisesse que soubéssemos o que todo mundo está pensando, teria nos feito com uma testa de vidro. É um presente para seu cônjuge deixar algumas lembranças morrerem no passado e continuarem apenas com você.
Pg 45 - ... o que seria do filme Tubarão sem aquela música ameaçadora? ... Star Wars?... Carruagens de fogo?... nenhum deles seria igual sem a trilha sonora... O sexo é isso para o casamento... Vocês podem ser casados e não fazerem sexo... mas alguma coisa ainda ficará faltando.
Pg 46 – Pense nisto: as coisas mais entediantes ocupam 90% da vida...
Se seu marido estiver sexualmente satisfeito, fará qualquer coisa por você. Ele levará um tiro, correrá atrás de um trem e fará o que for necessário para garantir que você esteja bem. E, marido, se sua esposa souber que você vê o sexo como um presente especial a dar a ela, se puder fazê-la sentir coisas que nunca sentiu e se aprender a ser um amante altruísta, sensível e competente, ela vai ronronar como uma gata e se derreterá nos seus braços.
Pg 52 – Um marido sexualmente satisfeito se sentirá bem em relação a si mesmo... ele pode não ser o chefão no trabalho, pode não ter o carro mais rápido, pode estar perdendo o pouco que tinha no início, pode estar perdendo cabelo e ganhando barriga, mas se sua querida o ama o suficiente para, de vez em quando, deixar alguns arranhões em suas costas no calor da paixão, ele ainda se sentirá como o rei do mundo. Por quê? Por que ele pode agradar sua mulher. Não existe um marido neste planeta que não deseje saber que pode fazer sua esposa ficar louca na cama.
Pg 60 – Um casal jovem entra em meu consultório no dia que marcamos para conversar sobre sexo. Entrego um violino para o rapaz e digo:
- Por favor, toque para mim.
Ele olha para o violino, olha de volta para mim e diz:
- Eu não toco violino.
- Não é assim tão difícil. Aqui está o arco, aqui estão as cordas. Esfregue o arco nas cordas. Quero ouvir você tocar.
Com bastante relutância, o rapaz pega o arco, levanta o braço e nós três nos arrepiamos diante do som horroroso que sai do instrumento.
- Muito bem – Digo eu.
- O que o senhor quer dizer com ‘muito bem’? O som está horrível.
- Para uma primeira tentativa, está bom. Você fez barulho. Agora aqui está o problema: precisamos fazer música.
Depois disso, dou o violino à noiva.
- Sua vez de tocar.
Ela recebe o instrumento do noivo, estica o braço para frente e faz um ruído igualmente horroroso.
- Bom – Digo eu. Você também consegue fazer barulho. O objetivo é tocar música. Vocês dois vão experimentar algo semelhante daqui a algumas semanas; vocês sabem do que estou falando. Depois da cerimônia de casamento, vocês se registrarão num hotel, talvez se sentindo até um pouco maliciosos. Afinal de contas, vocês dois vão passar a noite inteira juntos. Na cama! Atrás de uma porta trancada!
Mas a primeira noite – continuo – pode resultar em mais barulho do que música; ainda assim, não há razão para desanimar. Vamos voltar à questão de tocar violino. Se vocês realmente se dedicarem, tenho certeza de que serão capazes de pegar este violino e levar as pessoas a aplaudirem ao ouvi-los tocar. Mas não na primeira tentativa. Tal como um músico iniciante, vocês precisarão de treino e prática. Aqui está sua tarefa para a lua de mel: aprendam toda a complexidade dos pontos fortes, do corpo e dos desejos sexuais um do outro. Isso é que é um trabalho prático divertido! Vocês vão adorar essa ocupação. Às vezes, se sentirão estranhos e atrapalhados. Vocês provavelmente dirão e farão algumas coisas estúpidas, mas se tiverem em mente que sua tarefa é amar esse outro ser humano, vão se sair bem. Experimentarão os ritmos e as complexidades um do outro de maneira que jamais e consideraram ser possível.
Se o homem e a mulher não forem virgens, ainda assim vou desafia-los de uma maneira semelhante: “André, você precisa entender que Marisa não é como qualquer mulher; Marisa, André não é como qualquer homem. Vocês precisam esquecer o passado e descobrir o que em especial faz esse homem se mexer e o que faz essa mulher ronronar.
Pg 63 – Para começar, marido, sair do banheiro do quarto do hotel nu e exibindo o pênis ereto pode ser chocante, até mesmo horripilante, para uma mulher que nem ao menos tenha visto o genital masculino. Não é nem um pouco excitante para uma mulher como alguns rapazes aparentemente acham que é. É triste, mas essa tática é muito comum – é inacreditável o número de noivos que tentam isso na primeira noite. Ao que parece, todos eles estão lendo o mesmo livro – e ele é muito ruim!
Pg 64 – Sua esposa terá uma grande lista de condições para chegar à satisfação sexual também. Você pode se satisfazer a qualquer hora, em qualquer lugar. Nós homens, podemos ir de congelado a trezentos graus mais ou menos no mesmo tempo que uma mulher leva para tirar a camisola. Ter dificuldade para chegar ao orgasmo quase nunca é um problema para um jovem. Mas com sua noiva não será assim. Ela precisa dos ajustes corretos. Ela precisa da temperatura certa.
Pg 83 – Um homem que entrevistei disse: “Para um homem, até o sexo ruim é sexo bom!”. Mas para muitas mulheres, toda a ‘aura’ da experiência precisa ser levada em consideração.
Pg 116 – De modo geral, os homens sentem como se tivessem de implorar para conseguir cerca de metade do sexo que eles gostariam de ter.
Pg 119 – Um pesquisa pediu a mulheres que preenchessem o espaço da seguinte frase: “Se ele fosse mais romântico, eu estaria mais inclinada a ________________.” As respostas foram:
1 – Ficar mais excitada por estar com ele.
2 – Manter-me atraente.
3 – Descobrir o que ele quer; tentar ajudá-lo a satisfazer suas necessidades.
4 – Ficar com ele em vez de encontrar um novo parceiro.
5 – Estar de bom humor perto dele.
6 – Atender suas necessidades sexuais.
Dentre todos os bilhões de homens sobre a face da terra, sua esposa escolheu você. Por que acha que isso aconteceu? Foi por que ela pensou que a deixaria como você agia durante o namoro seria a maneira como você agiria depois que se casassem?
Pensando bem, isso é bastante razoável.
Você está tratando o relacionamento com sua esposa como favas contadas? Você ainda faz as coisas que fazia para corteja-la ou ainda namora com ela? Você teria ido ao baile da escola cheirando a óleo de motor de carro? Então porque vai para a cama com esse cheiro?
A maneira mais eficaz de melhorar sua vida sexual, incluindo o desejo de sua esposa por você, é concentrar-se nos outros 95% do seu casamento e trabalhar para edifica-los.
Pg 130 – Sabe qual o tipo de marido que liga para esse serviço (prostituição)? Aquele que recebe uma dose constante de ‘agora não’, ‘aqui não’, ‘você vai acordar as crianças’ e ‘é só nisso que você pensa?’.
Pg 131 – Há momentos em que o alívio sexual é muito semelhante a uma necessidade urgente do homem. Serei honesto com você: se existe algo pior do que essa sensação, eu ainda não descobri...
Destaques de livros sobre casais e famílias
Eu amo você; namoro, noivado, casamento e sexo
Jaime Kemp
Pg 21 - Fui criado na roça, numa região ao norte da Califórnia. Quando garoto, aprendi com meu pai que nunca se deve colocar um cavalo e um boi na mesma canga. “Por que?” – Perguntei ao meu pai. Ele me disse: “Jaime, o cavalo vai correr para um lado e o boi vai andar devagar para o outro. Nunca vão puxar o carro juntos, por que a natureza de um é totalmente diferente da do outro”.
Pg 25 – Certa vez, num dos meus seminários, eu fiz a seguinte pergunta para os rapazes: “Quando foi a última vez que você orou com a sua garota?” Depois da palestra, um rapaz me disse: “Jaime, oração no namoro? Não tem cabimento”. Eu falei para aquele jovem crente: “Se não há ambiente para oração, alguma coisa está errada no seu namoro, por que a oração deve ser a prática mais espontânea na vida cristã, dentro ou fora do namoro”.
Pg 26 – “Posso entender essa timidez se ele é um crente novo, ou se seu namoro está no início. Entretanto, se depois de seis meses ou um ano, ele não pode ou não quer orar, ou ler a Palavra com você, você deve pensar seriamente se quer continuar com ele ou não”.
Pg 27 – Jovens, se vocês não oram no período no namoro e noivado; se vocês não leem a Palavra juntos e procuram obedecê-la; se vocês não procuram ter uma conversa aberta e franca sobre suas vidas íntimas, sobre as lutas e dificuldades, não pensem que, de repente, no primeiro dia do casamento, será automático orar, colocar a Bíblia como prioridade e organizar a vida conforme os princípios de Deus. Isso simplesmente não acontecerá. O período de namoro e noivado é muito importante para construir o alicerce de um casamento feliz.
Pg 40 – A tendência do homem é tratar a sua esposa como tratou a sua mãe.
Agora, primeiramente para as moças. Observem bem a maneira como o seu namorado, ou noivo, trata a mãe dele. Ele é respondão, não demonstra respeito e não obedece a sua mãe? Quando vocês dois estão juntos, ele fala mal dela? Muito bem, aqui está uma dica importante para você. Não case com um homem assim. Espere até que ele aprenda a viver em harmonia com seus pais, tratando a sua mãe com honra e respeito, por que um dia ele vai trata-la da mesma maneira. Mas você diz: “Ah, Jaime! Você não conhece o meu namorado. Ele é um cara super legal. Ele é tão carinhoso, tão atencioso. Ele nunca me trataria como trata a mãe dele. Você precisaria conhecer a mãe dele. Ela é chata. Meu namorado tem razão em não obedecê-la ou respeitá-la’. Mas jovem, o que dizem as escrituras? “Filhos, em tudo obedecei a vossos pais”; “Honra a teu pai e a tua mãe”. Este é o caminho para um casamento feliz.
Agora eu vou falar para os rapazes. Observem bem a maneira como a sua namorada ou noiva responde ao pai dela. Ela é respondona? Ela fala mal dele quando vocês estão juntos? Ela não dá bola para as ordens dele? Muito bem, se ela demonstra atitudes negativas assim, um dia ela vai responder para você como respondeu para o pai. Enquanto ela está na casa dos pais, o pai é a autoridade na vida dela, mas uma vez casados, você se torna a autoridade sobre ela. Você diz: “Ah, Jaime, você precisa conhecer minha bacaninha, com olhos azuis, cabelos loiros e um sorriso lindo. Ela é demais! É verdade que ela desobedece ao pai, mas ele lhe dá ordens absurdas. É verdade que ela não demonstra respeito por ele, por que ele xinga a sua mãe”. Independentemente do comportamento dos pais, o jovem precisa lembrar que Deus está interessado no desenvolvimento de características que devem ser cultivadas justamente nesta situação difícil.
Pg 57 - ...o período de despertamento da mulher para conseguir o orgasmo é bem mais longo do que o do homem. Outras vezes não é questão de ignorância, mas falta de paciência e sensibilidade do marido para com a esposa. O período de esfriamento da esposa é mais vagarosa, e, portanto, o homem não deve afastar-se dela logo, por que procedendo assim, ela pode sentir-se como ‘uma coisa’ para o prazer dele. Para a mulher o ato conjugal é muito mais emocional do que para o homem. Ela se envolve muito mais emocionalmente do que o marido. Portanto, é importante manter um ambiente de amor, bondade, carinho e compreensão dentro do lar, não somente na hora do relacionamento físico, mas em todos os níveis de relacionamento.
Pg 60 – O impulso sexual é tão forte que é capaz de anuviar a nossa capacidade de pensar e julgar. Pode levar um homem a ser desonesto, ladrão, homicida e até gastar a sua fortuna em procura da sua própria satisfação.
Pg 61 – Se nós não selecionamos bem a nossa literatura e os filmes que assistimos, podemos, através desses meios, poluir a nossa mente e coração, e, assim, alimentar o velho homem.
Pg 66 – às vezes, a maneira de demonstrar amor é controlando os impulsos sexuais, por que uma atividade sexual indiscriminada pode trazer sérias consequências.
Pg 67 – A Palavra de Deus afastará você do pecado, ou o pecado afastará você da Palavra.
Pg 72 – O amor não é simplesmente um sentimento, uma emoção ou um momento de romantismo, mas algo proposital. Eu tomo uma decisão racional de amar a minha esposa. Há momentos em que eu não sinto muito amor por ela, não sinto aquele romantismo...
Pg 74 – Nunca entre no casamento pensando que você vai mudar características ou fraquezas do seu cônjuge. Aceite-o como ele é, e quando houver mudanças para melhor, louve-o pelo seu crescimento. O amor é paciente. Esta é uma das qualidades mais necessárias na vida conjugal.
Pg 103 – Homossexual latente é o que é capaz de suprimir e controlar os seus desejos e interesses por alguém de seu sexo. Homossexual latente é o que mantém práticas sexuais com pessoas de seu sexo.
Alguns livros de nossa lista:
- 75 hábitos dos casais felizes
- 120 minutos para blindar seu casamento
- 104 erros que um casal não pode cometer
- As 5 linguagens de amor dos adolescentes
- As regras de ouro dos casais saudáveis
- Casais inteligentes enriquecem juntos
- Coloque-se no lugar dele, coloque-se no lugar dela
- Como mudar o que mais irrita no casamento
- Em busca do amor no casamento
- Eu amo você; namoro, noivado, casamento e sexo
- Guia de aconselhamento pré-nupcial
- Homens são de Marte, mulheres são de Vênus
- No altar da idolatria sexual
- Novo casamento, novos filhos
- O que não me contaram sobre casamento mas que você precisa saber
- O que os homens dizem, o que as mulheres ouvem
- Preparando-se para o casamento
- Preparando-se para o sexo na terceira idade
- Terapias Cognitivo-Comportamentais para casais e famílias
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