

Destaques de livros sobre casais e famílias
Antes de dizer sim
Jaime Kemp
Pg 8 – As vantagens de um curso pré-nupcial
1 – O fato de oferecer um curso pré-nupcial demonstra a importância que a igreja dá aos jovens e famílias e é um grande testemunho para os outros jovens que estão a caminho do casamento. Eles reconhecerão a seriedade dos compromissos e serão encorajados a se preparar bem para este relacionamento.
2 – Fornece uma ótima oportunidade de conhecer os noivos da igreja e fazer uma boa amizade com eles para, depois do casamento, continuar a acompanha-los no aconselhamento, se for necessário.
3 – É um meio de evangelizar algumas pessoas que durante o curso pré-nupcial hão de reconhecer que não são convertidos.
4 – O curso pré-nupcial traz à tona problemas na vida dos noivos que podem ser tratados antes do casamento, poupando-os de muitas dores ou tristezas no futuro. Ele trata de áreas como: relacionamento com sogros, como lidar com as finanças, relação sexual, etc. Os noivos podem ter ideias erradas, preconceitos ou tabus. O curso, portanto, visa dar o ponto de vista bíblico, ajudando a corrigir esses erros.
5 – O curso pré-nupcial dá oportunidade de doutrinar os noivos nos conceitos bíblicos sobre a família.
6 – O curso pré-nupcial ajuda os noivos a avaliar seu relacionamento convencendo-os de que realmente devem casar. Ou, às vezes, ajuda a descobrir em meio ao curso, que não devem casar ou que devem esperar mais tempo porque não têm maturidade emocional suficiente para dar esse passo.
Observações para o pastor.
O pastor deve estar convencido de que este é um ministério prioritário e deve estabelecer o princípio de que não realizará nenhum casamento sem que primeiramente os noivos tenham feito o curso.
O pastor não deve prometer que realizará o casamento simplesmente porque os noivos fizeram o curso com ele. Em alguns casos, o pastor perceberá que o casal não deve casar ou que ainda deve esperar.
Pg 26 – Posso dizer, sem medo de errar, que 75% de todos os problemas que encontro em meu aconselhamento de casais, têm sua origem na época de namoro e noivado.
Pg 33 – Muitos casais que aconselho, tem graves problemas no casamento por que não cuidaram de seu relacionamento físico e agora há desconfiança, infidelidade, brigas, frustrações e sentimento de culpa.
Pg 34 - Se não aprendermos a viver em harmonia dentro de nossos lares enquanto solteiros, sofreremos as consequências dentro do casamento. Moças, observem como seu noivo trata sua mãe. Ele é respondão, não tem respeito e não a obedece? Aqui está uma dica importante. Não se case com um homem assim. Espere até que ele aprenda a viver em harmonia, tratando sua mãe com respeito, por que um dia ele irá tratar você do mesmo modo. Agora, falando com os rapazes, observem a maneira com suas noivas respondem aos pais. Su noiva fala mal do pai quando está com você? Não respeita as ordens dele? Se ela demonstra atitudes negativas assim, um dia agirá da mesma forma com você. “Honra a teu pai e tua mãe”. Este é o caminho para um casamento feliz.
Pg 41 – Desilusão é a palavra que melhor descreve o sentimento de muitos recém-casados. Por isso todo noivo deve perguntar a si mesmo: “Quais são as minhas expectativas em relação ao casamento? Será que essas expectativas são realistas?” Se estas perguntas forem respondidas honestamente, pode-se amenizar essa futura frustração. Casar com expectativas irreais e não ter os “pés no chão” por certo trará muitas desilusões nos primeiros anos do casamento.
Por essa razão, costumo conversar com os noivos sobre as suas expectativas nas seguintes áreas: papel do marido e da esposa, amor, comunicação, como resolver conflitos, sexo, finanças, sogros, filhos e vida espiritual.
Pg 42 – A Bíblia ensina que um crente não deve colocar-se em jugo desigual com um incrédulo. Entretanto, é um erro pensar que, ao casar com uma pessoa crente todos os problemas estarão solucionados. Alguns casamentos de pessoas descrentes eu conheço são melhores do que alguns casamentos ‘cristãos’. O fato de ambos serem crentes não garante que o casamento será um ‘mar de rosas’. Não me entendam mal! Precisamos compreender que além deste pré-requisito principal há outros pré-requisitos importantíssimos. Entender as diferenças de personalidade, sistemas de valores, pontos fracos e fortes da outra pessoa e interesses são alguns deles. Às vezes, ambos são crentes, mas a base do casamento foi a atração física.
Pg 44 – A relação física começa pela manhã quando o marido se despede da esposa com um beijo. As tensões surgem quando o casal não reconhece que o sexo, além de ser uma experiência física, é também uma experiência mental, emocional e espiritual.
Pg 52 – Muitos jovens me perguntam: “como eu posso ser feliz o casamento?” E eu respondo: “Não procure ser feliz, mas procure fazer seu cônjuge feliz e você, como consequência, experimentará a felicidade”.
Pg 58 – A comunicação, sem dúvida, é o centro de todo relacionamento.
Pg 73 – Quero deixar com você os passos para resolver qualquer conflito no relacionamento conjugal.
Seja um bom ouvinte e não responda enquanto a outra pessoa não terminar de falar (Tg 1:19; Pv 18:13)
Escolha a melhor hora para conversar (Pv 15:23)
Procure identificar e definir o problema básico
Defina as áreas de concordância e discordância
Identifique a sua contribuição ao problema
Dê algumas sugestões de como você pode mudar a sua atitude ou comportamento para ajudar a resolver o problema
Orem juntos, confessando a sua contribuição ao problema e pedindo orientação de Deus e graça suficiente para operar mudanças na vida.
Pg 78 – Posso dizer, sem medo de errar, que pelo menos 30% de todos os casos de aconselhamento que tenho tido, tem algo a ver com a vida desajustada na área sexual. Mesmo vivendo numa sociedade saturada de sexo, há poucos casais que entram no casamento com um conhecimento adequado nesta área. A informação que o jovem recebe através da TV, rádio, jornais, revistas, livro, escola e outros meios de comunicação é simplesmente inadequada para, uma vez casado, desfrutar desta relação harmoniosamente.
Além desta informação inadequada que os meios de comunicação oferecem, os pais infelizmente também não estão orientando seus filhos a respeito dos propósitos de Deus para o uso da sua sexualidade.
Pg 99 – O controle do uso do dinheiro é um dos fatores que mais contribui para brigas, frustrações e preocupações no lar. Torna-se um verdadeiro campo de batalha.
Pg 124 – Orem juntos sempre que se encontrarem. Eu nunca encontrei um casal que tenha desenvolvido intimidade na oração, desquitar-se ou divorciar-se. Eu não estou falando da oração superficial, mas sim, refiro-me a uma intimidade perante seu parceiro e Deus através da oração.
Pg 138 – Uma atitude que o casal deve ter, pensando na primeira noite, é que a primeira experiência sexual é uma das alegrias principais da lua-de-mel. No entanto, eles não devem esperar realização total na primeira vez, nem necessariamente na primeira semana ou mês. Muitas vezes os noivos têm fantasias sobre como vai ser o ato sexual com seu amado. Isso é mais ou menos normal, mas a vida é um processo de aprendizagem.
Destaques de livros sobre casais e famílias
As 4 Estações do Casamento
Gary Chapman
Pg.13 – O ciclo se repete muitas vezes ao longo da vida de um casamento, assim como as estações se repetem na natureza;
As sete estratégias apresentadas na segunda parte deste livro não impedirão seu casamento de passar pelo outono e inverno, contudo, vão apresentar-lhe passos positivos que você poderá dar para aproveitar ao máximo cada estação, preparar-se para a estação seguinte e fazer seu casamento seguir rumo à primavera e verão.
Ao contrário das árvores, que estão à mercê das intempéries e de outros fatores, nós seres humanos temos a capacidade de tomar decisões. Podemos escolher atitudes e ações capazes de melhorar e fortalecer nosso casamento. Podemos lançar sementes de amor e esperança na época da primavera que produzam frutos no verão. E poderemos colher um celeiro de bons sentimentos e comunicação aberta que nos preparará para resistir às mudanças do outono e ao gelo do inverno.
Pg.18 – Na verdade, apesar da aceitação generalizada do divórcio nos EUA ao longo dos últimos 40 anos, uma recente pesquisa com solteiros com idade entre vinte e trinta anos, que nunca se casaram, mostra que 87% faziam planos de se casar uma única vez.
Pg.20 – Os relacionamentos conjugais estão sempre mudando. As atitudes mudam, as emoções oscilam e o modo pelo qual os cônjuges tratam um ao outro varia entre amoroso e não tão amoroso.
Pg.21 – Na natureza, as 4 estações são criadas por certas mudanças inevitáveis que ocorrem durante o movimento da Terra em torno de seu eixo e também ao redor do Sol.
Se respondermos bem, em harmonia com nosso cônjuge, poderemos manter o casamento na primavera ou no verão. Se não respondermos bem ou se nossa resposta for de encontro à resposta de nosso cônjuge, poderemos sentir o frio do outono ou ser lançados no gelo do inverno – às vezes, antes de sabermos o que nos atingiu.
Pg.22 – Tornou-se comum na cultura ocidental ao longo dos últimos quarenta anos exaltar as emoções como a luz que guia e determina nossas ações. Depois de mais de trinta anos no aconselhamento de casais, estou convencido de que tal noção está equivocada. Não me entenda mal, pois não estou dizendo que as emoções não tenham importância. As emoções revelam-nos que algo está errado ou certo em um relacionamento, contudo elas devem levar à razão, e a razão deve ser guiada pela verdade se quisermos agir de modo construtivo. Não devemos impedir o processo nem saltar direto das emoções para a ação sem o benefício da razão. Muitos casais que agiram dessa forma se viram no inverno quando poderiam ter acabado na primavera ou no verão.
Pg.23 – Emoções moderadas pela razão guiada pela verdade – Ação construtiva
Pg.24 – Começo pelo inverno porque a maioria das pessoas que estiveram em meu consultório de aconselhamento nesses últimos trinta anos apareceu quando o casamento delas estava na estação do inverno. Não são muitos que vêm me procurar quando o casamento está em clima de verão.
Pg.25 – Em síntese, inverno significa dificuldade. A vida é muito mais difícil no inverno do que no verão. Os casamentos no inverno caracterizam-se pela frieza, dureza e amargura.
O que leva um casal à estação de inverno no casamento? Resumindo: a rigidez – a má vontade de considerar a perspectiva da outra pessoa e de se esforçar para chegar a um acordo significativo... ...os casais que não conseguem acertar essas diferenças vão se ver no meio do inverno – uma estação do casamento que não foi criada pelas dificuldades da vida, mas pelo modo de o casal responder a essas dificuldades.
Pg.28 – NO inverno temos a tendência de ver o pior.
Temos a tendência de culpar nosso cônjuge pelo fracasso de nosso relacionamento (“Se ele tivesse..., “Se ela Tivesse...”).
Pg.30 – Nossa tendência natural no meio do inverno é evitar as intempéries o máximo possível. Quando o tempo esfria, ficamos dentro de casa para nossa própria sobrevivência e esperamos a temperatura aumentar ou a mudança de estação. No inverno de um casamento, é possível que haja a tendência semelhante de “evitar intempéries”.
... No entanto, ao contrário das estações do ano, as estações de um casamento normalmente não mudam sem alguma ação positiva – a menos que seja uma mudança de mal a pior.
Pg.33 – Na estação de inverno no casamento, a comunicação oscila entre o silêncio e as discussões.
... O casamento no inverno é, na verdade, frio, áspero e amargo. Por fim, os casais podem se distanciar emocional e, às vezes, fisicamente. É possível que durmam em quartos separados por que não querem estar próximos um do outro. Emocional e sexualmente, eles já estão divorciados.
Pg.35 – Contudo, não desista... não há razão para aceitar passivamente a frieza de um casamento invernoso. Existe uma saída, e ela começa com a esperança.
Pg.36 – Aqueles que procurarem ajuda vão encontrá-la. Durante o processo de cura, os casais chegam a experimentar o lado positivo do inverno.
​
Pg.38 – No mundo da natureza, a primavera é o tempo de recomeços.
...Sim, os casamentos começam na estação da primavera.
Pg.39 – O casamento não é uma primavera vitalícia, mas podemos voltar ao otimismo, entusiasmo e alegria da primavera muitas vezes durantes a vida.
Pg.40 – A primavera é caracterizada por sentimentos vivos e intensos, representados pelo entusiasmo, pela alegria, pela esperança e pela felicidade.
Pg.42 – Na estação da primavera, os cônjuges têm atitudes positivas... de gratidão... de otimismo sobre o casamento.
Pg.43 – Aprendemos que não temos de concordar em tudo. Às vezes concordamos em discordar e procuramos entender o ponto de vista um do outro.
Pg.44 – A estação da primavera também está alicerçada em uma atitude de confiança. Confiança é acreditar que o cônjuge é uma pessoa íntegra – que ele ou ela lhe diz a verdade
Pg.46 – O objetivo das ações da estação da primavera é alimentar e nutrir o relacionamento conjugal.
Pg.48 – É claro que para alcançar mudanças positivas, é preciso disposição para mudar.
Pg.51 - A primavera comumente leva um casal a fazer mudanças positivas. É um tempo de novos começos, novos padrões de vida, novas formas de ouvir e expressar interesse, além de novas formas de amar.
Pg.52 – O verão é o tempo de o agricultor colher os benefícios do que foi plantado e cultivado na primavera.
Pg.53 – Diversão também é o tema de um casamento no verão.
... O verão é caracterizado por sentimentos de felicidade, satisfação, realização e conexão.
Pg.56 – Os casamentos no verão se parecem muito com as flores: são belos, mas precisam ser regados.
Pg.62 – Aceitando as diferenças – Uma segunda ação importante para manter o casamento no verão é dar um ao outro a liberdade de ser diferente. As diferenças são inevitáveis, além disso podem causar muitas discórdias. Marido e mulher que desejam continuar na estação do verão darão, conscientemente, um ao outro a liberdade para pensar, sentir e reagir de modo diferente.
Pg.68 - O outono não é tão traumático quanto o inverno, mas não é tão agradável quanto o verão.
Pg.69 – Outono: Logo os ventos frios rasgarão o cenário vibrante e as folhas cairão ao chão, deixando as árvores com os galhos descobertos. Um fenômeno interessante é que nem todas as folhas caem no mesmo dia.
Pg.73 – As atitudes do outono
A principal atitude da estação do outono no casamento reside em uma grande preocupação com a situação do casamento e na incerteza com relação ao rumo que as coisas estão tomando. A maioria das pessoas não quer estar na estação do outono no casamento; em virtude disso, elas se preocupam. Elas reconhecem que estão ocorrendo muitas mudanças e, portanto, se sentem pouco à vontade com o que talvez esteja acontecendo em se relacionamento.
Pg.76 – As ações do outono
Sem dúvida, a primeira ação que contribui para a estação do outono no casamento é - de forma esmagadora – a negligência, ou não fazer nada. A suposição implícita parece ser a de que o casamento se encarrega de si mesmo. Marido e esposa têm os próprios interesses à parte e se esquecem de fazer os tipos de coisas que criam um relacionamento conjugal positivo. Por essa razão aos poucos eles se afastam um do outro.
Pg.78 – Sem dúvida, a negligência é o que leva os casais à estação do outono no casamento. Quando o marido e a esposa deixam o relacionamento à deriva, os dois sempre se afastam um do outro. Quando eles se distanciam, a vida fica incerta e assustadora. Quando percebem que estão na estação do outono no casamento, os casais têm uma escolha: eles podem fazer coisas positivas que levem novamente à primavera ou verão, ou podem fazer escolhas destrutivas que levem ao inverno e possivelmente ao fim do casamento.
Uma das ações que perpetuam o outono ou levam ao inverno é não procurar resolver os problemas.
Pg.79 – O segundo conselheiro disse-nos que estávamos gastando dinheiro à toa por que meu marido não mostrava remorso, culpa ou vergonha pelo que estava fazendo.
Pg.81 - O outono pode levar diretamente à primavera ou a uma volta ao verão. Todavia, se os casais simplesmente deixarem que “a natureza siga seu curso”, inevitavelmente despertarão no inverno.
É verdade que os últimos estágios do outono e os primeiros estágios do inverno são muito parecidos. O mesmo se aplica aos últimos estágios da primavera e os primeiros estágios do verão. Porém, antes de prosseguirmos nossa discussão sobre as estratégias para melhorar as estações de seu casamento, é importante que você identifique a estação em que se encontra.
Pg.84 – Indicador das estações conjugais
Em que estação seu casamento se encontra? Quatro palavras ou expressões aparecem em cada uma das dezesseis linhas a seguir. Escolha uma palavra ou expressão por linha que melhor represente os pensamentos e sentimentos com relação ao seu casamento nessas últimas semanas. Uma vez selecionada uma palavra ou expressão por linha, some cada uma das quatro colunas, atribuindo o valor de 1 a cada escolha daquela coluna. Você terá uma pontuação de 0 a 16 em cada uma das quatro colunas. Em seguida você vai encontrar instruções para interpretar suas pontuações.
Pg.91 – Cada estratégia tem o potencial de melhorar a estação de seu casamento. Como sugestão, peço que você leia todas as sete estratégias e, depois, volte e selecione a que lhe parece mais apropriada para ser implementada inicialmente.
Se, todavia, seu cônjuge não quiser “ter nada a ver com este livro sobre Estações”, é possível que você considere a Estratégia n.º 7 muito proveitosa.
Pg.93 – Estratégia 1 – Resolva as falhas do passado
Todo casal precisa entender esta estratégia, mas os casais nas estações do outono ou do inverno no casamento vão precisar passar mais tempo aqui, identificando e processando as falhas do passado.
Temos que lidar com o passado antes de podermos deixa-lo para trás.
Lidar com as falhas do passado envolve três passos:
1 – Identificar as falhas do passado
2 – Confissão e arrependimento
3 – Perdão
Pg.94 – A realidade é que a maioria de nós pode identificar as falhas de nosso cônjuge muito mais prontamente do que podemos identificar as nossas próprias falhas.
Pg.99 – O casamento não funciona isoladamente. Ele afeta todos os que tem uma relação próxima com o casal. Posso lhe garantir que, provavelmente, você ouvirá coisas de seus filhos e pais que não quer ouvir. Satanás dirá a você que se defenda, que o que eles estão dizendo não descreve realmente a situação como um todo. Ele quer que você não dê crédito ao testemunho deles. Não ceda à tentação. Eles lhe estão dando boas informações. É a percepção deles sobe o que observaram com relação à forma de você tratar seu cônjuge. Talvez essa não tenha sido sua intenção, mas foi assim que eles viram as coisas. Por isso, aceite o que eles dizem e ponha isso em sua lista.
Pg.105 – Lembrem que o perdão não é um sentimento. É uma decisão que consiste em revogar o castigo pelas falhas do passado e declarar que seu cônjuge está perdoado.
Pg.108 – Estratégia 2 – Escolha uma atitude de sucesso
Aquilo em que muito pensamos influencia o que fazemos.
O erro mais comum cometido pelos casais é permitir que as emoções negativas ditem seu comportamento.
Pg.109 – As circunstâncias são em si neutras – ou pelo menos comuns. Portanto, não é o que nos acontece, mas como interpretamos o que nos acontece (nossa atitude) que faz a diferença entre sucesso e fracasso.
Pg.113 - ...sou levado a ter uma atitude positiva para com Karoly, minha esposa. Minha atitude não se baseia no comportamento dela, mas em minhas convicções sobre quem ela é e o meu papel na vida dela.
Pg.116 – Nosso modo de pensar controla nosso comportamento. Se pensarmos negativamente, nossas condutas serão destrutivas. Todavia, se pensarmos positivamente, nossas ações serão positivas também.
O segundo passo para se ter uma atitude de sucesso é identificar as características positivas de seu cônjuge. Sugiro que você escreva uma lista. Peça a Deus que lhe traga à mente... ...mesmo que a lista seja curta, pelo menos você tem algo positivo em que se concentrar.
Pg.117 – O terceiro passo é se concentrar nessas características positivas
O quarto passo é pedir a Deus que lhe dê uma perspectiva bíblica acerca de seu cônjuge.
Pg.118 – “A morte e a vida estão no poder da língua” (Pv 18:21). Você pode dar uma nova vida ao seu casamento quando começar a expressar verbalmente o apreço por seu cônjuge.
Pg.120 – Estratégia 3 – Aprenda a falar a linguagem de amor de seu Cônjuge
Pg.121 – Todavia, nada é mais capaz de mudar a estação de seu casamento do que aprender a verdade sobre o amor.
Parte do problema é que usamos a palavra amor de modo muito vago. Ouça qualquer conversa na rua e você provavelmente ouvirá afirmações do tipo: “Amo cachorro-quente”, “Amo praia”, “amo meu bebê”, “Amo as montanhas”, “Eu simplesmente amo meu carro esporte”, “Amo minha mãe”, “Amo meu cachorro”, “Amo o zoológico”. Causa algum espanto, então, o fato de que, quando o marido diz para a esposa: “Amo você, querida”, ela não sabe o que fazer com a declaração dele?
Grande parte do comportamento impróprio envolvendo crianças e adolescentes é fruto de um tanque de amor vazio.
Pg.124 – Dos que se casam pela segunda vez, 60% passarão pela experiência de um segundo divórcio. E se acaso eles tentarem novamente, o índice de divórcio para o terceiro casamento é de 75%.
Pg. 130 – Normalmente quando nosso cônjuge se queixa, ficamos irritados. Mas ele está, na verdade, dando-nos informações preciosas. As queixas muitas vezes revelam a chave do desejo íntimo de amor emocional de nosso cônjuge.
Pg.133 – Estratégia 4 – Desenvolva o impressionante poder de ouvir com empatia
Falar e ouvir – parece tão simples. Se é assim, então por que, ao responderem em uma pesquisa à pergunta: “Por que seu casamento fracassou?”, 80% dos indivíduos divorciados disseram: “Falta de comunicação”.
Pg.134 – A chave para melhorar a comunicação com o cônjuge está em desenvolver o poder de ouvir com empatia.
Infelizmente, por natureza, temos a tendência de ouvir de modo crítico.
Devemos mudar nosso modo egocêntrico de ouvir (ver a conversa pelos nossos próprios olhos) para o modo empático de ouvir (ver a conversa pelos olhos de nosso cônjuge).
Pg.135 – Você também deve entender os sentimentos por trás dos pensamentos.
Se seu cônjuge não se comunica, posso garantir que há uma razão – ou razões – para o silêncio. Talvez seu marido não tenha sido incentivado a conversar quando criança. Talvez as ideias dele tenham sido desconsideradas ou ignoradas pelos pais até ele desenvolver a atitude que diz: “Por que falar? Ninguém está ouvindo”. Quem sabe sua esposa tivesse tentado expressar os pensamentos e opiniões dela, mas tivesse sido humilhada ou condenada. Assim, ela conclui: Quem quer ser rejeitada? É mais fácil ficar de boa fechada.
Entretanto, talvez seja simplesmente uma questão de personalidade. Em minha prática de conselheiro, identifiquei dois tipos de personalidade no que diz respeito a conversar: as pessoas do mar morto e as dos Riachos Murmurantes. Com o indivíduo do mar morto, as informações fluem, mas não há nenhum retorno. Assim, como o mar morto em Israel, que não tem saída, mas só recebe e armazena água do rio Jordão, os indivíduos do Mar Morto recebem pensamentos, sentimentos e experiências durante todo o dia – e ficam perfeitamente contentes em não falar sobre eles. Se você perguntar a essas pessoas: “O que há de errado? Por que você não está conversando?”, a resposta normal será: “não há nada de errado. O que faz você pensar que há algo errado?”. Para o indivíduo do mar Morto, não conversar é perfeitamente normal.
O tipo de personalidade oposta é a dos Riachos Murmurantes. Eles falam a respeito de tudo que veem ou ouvem. Se ninguém estiver em casa para ouvir, eles telefonam para alguém e dizem: “Sabe o que acabei de ver?”, “Sabe o que acabei de ouvir?”. Eles não guardam nada.
Em geral, essas duas personalidades se casam. Os riachos Murmurantes são atraídos para os mares Mortos por que estes, por sua vez, são ouvintes maravilhosos. Os mares Mortos ficam à vontade com os Riachos Murmurantes uma vez que não são pressionados a conversar. A boa notícia é que um mar Morto pode aprender a conversar, e um Riacho Murmurante pode aprender a “reduzir o fluxo”. Comunicar-se com eficácia é uma opção.
Ouvir com empatia encorajará o cônjuge do mar morto a conversar porque isso cria uma atmosfera de interesse genuíno naquilo que ele está dizendo. Se sentimentos negativos surgiram por causa do tratamento passado na infância ou no casamento, ouvir com empatia tende a trazer cura. Na verdade, a forma mais rápida de lidar construtivamente com sentimentos negativos é fazer com que a pessoa sinta que está sendo ouvida e entendida.
Pg.141 – Por natureza, somos rápidos em dar nossas ideias. Na verdade, uma pesquisa mostra que a pessoa comum escuta o que a outra diz por dezessete segundos antes de interrompê-la para dar as próprias ideias sobre o assunto. Na pior das hipóteses, isso consiste em ouvir de modo egocêntrico e raramente resulta em uma conversa produtiva.
Pg.142 - Aprendendo as habilidades para ouvir com empatia
As ideias que vou compartilhar não são misteriosas. Não estão envolvidas por termos psicológicos. No entanto, mesmo sendo de fácil compreensão, para dominá-las serão necessários esforço consciente e prática. Creio que qualquer pessoa que fizer uma tentativa sincera poderá aprender o impressionante poder da atitude de ouvir com empatia. Proponho que você leia repetidamente a lista de ideias a seguir até que elas façam parte de seu modo de pensar. Quando seu cônjuge começar a conversar com você, peça a Deus que o ajude a lembrar e a aplicar as habilidades que serão mais significativas para seu cônjuge. Faça diariamente a oração de São Francisco de Assis, que orou: “Ó Divino Mestre, concede-me a graça de não buscar tanto... ser compreendido quanto compreender”. Essa é uma oração à qual Deus responderá. Pratique os seguintes passos (e você terá de praticá-los!) e veja sua comunicação florescer:
1 - Ouça com seus olhos. Dê a seu cônjuge toda a atenção. Desligue a televisão. Guarde o livro ou revista e olhe para seu cônjuge. O contato visual diz o seguinte: “O que você está dizendo é importante para mim”.
2 - Ouça com sua boca. Mantenha a boca fechada, pelo menos, cinco minutos. Inserir suas ideias rápido demais mostra que você não está ouvindo com empatia. Enquanto seu cônjuge estiver falando, seu papel é ouvir. Lembre-se de que seu objetivo é descobrir o que está se passando na mente e no coração de seu cônjuge.
3 - Ouça com seu pescoço. Balançar a cabeça indica o seguinte: “Estou tentando entender o que você está dizendo. Estou ao seu lado”.
4 - Ouça com suas mãos. Não fique inquieto com um lápis, um papel ou o controle remoto da televisão. Deixe as mãos relaxadas do lado ou sobre as pernas. Não as coloque atrás do pescoço nem as estenda em direção ao teto como se estivesse entediado.
5 - Ouça com suas costas. Incline-se para frente de vez em quando enquanto seu cônjuge estiver falando, em vez de ficar sentado de modo aprumado. Um leve movimento corporal para frente indica o seguinte: “Você tem toda a minha atenção”.
6 - Ouça com seus pés. Fique em seu lugar. Não saia da sala enquanto seu cônjuge estiver falando — a não ser, é claro, que surja uma emergência na sala ao lado. Se isso acontecer, diga a seu cônjuge por que você está saindo. Por exemplo: “Querido(a), vou apagar o fogo na cozinha e já volto”.
7 - Ouça sentimentos e fatos. Se você só ouvir e responder ao que seu cônjuge diz — e ignorar sentimentos —, ele não se sentirá compreendido.
8 - Enquanto ouvir, tente imaginar a situação pela perspectiva do cônjuge. Tente entender a interpretação que seu cônjuge faz da situação e os sentimentos dele com relação ao que aconteceu. É difícil fazer isso, porque nós seres humanos somos naturalmente egocêntricos, mas é essencial se você quiser ouvir com empatia.
9 - Resista ao ímpeto de compartilhar sua perspectiva antes de seu cônjuge se sentir compreendido. Não diga para seu cônjuge que os fatos não estão bem claros para ele, que ele está entendendo mal suas intenções ou que não tem direito de ficar nervoso ou desapontado. Jamais compartilhe sua perspectiva até ter entendido a perspectiva de seu cônjuge. Uma vez que o cônjuge se sentir compreendido, ele terá muito mais chances, e será muito mais capaz, de ouvir sua opinião.
10 - Procure esclarecer o que você entendeu das ideias de seu cônjuge fazendo perguntas para reflexão. “O que ouvi você dizer é que você pensa ____________ . Estou entendendo bem?” Quando seu cônjuge responder a essa pergunta, balance a cabeça de forma afirmativa. Não comece a “batalha”, ainda que você discorde do que seu cônjuge está dizendo.
11 - Procure esclarecer o que você entendeu das emoções de seu cônjuge fazendo perguntas para reflexão. “Parece-me que você está se sentindo desapontado porque _____________ . É isso?” Seu cônjuge pode concordar ou dizer: “Desapontado? O que você acha de magoado, irritado e frustrado?”. Mais uma vez, ao balançar a cabeça de forma afirmativa você estará dizendo: “Estou ouvindo você”.
12 - Resuma o que você entendeu dos pensamentos e sentimentos de seu cônjuge. “O que estou entendendo é que você está magoado e irritado porque acha que o desapontei por não ______________ . É isso?” Quando seu cônjuge mostrar que você entende o que ele está pensando e sentindo, você estará pronto para o passo mais importante na atitude de ouvir com empatia: a afirmação.
13 - Afirme os pensamentos e sentimentos de seu cônjuge verbalmente. Você pode dizer algo do tipo: “Enquanto eu o escutava, pude compreender como você estava magoado e irritado comigo. Se estivesse em seu lugar, eu sentiria a mesma coisa”. (E você sentiria se estivesse realmente vendo a situação pela perspectiva de seu cônjuge.) A afirmação verbal dos pensamentos e sentimentos de seu cônjuge é o que define você como um cônjuge compreensivo, em vez de um inimigo.
14 - Peça permissão para compartilhar sua perspectiva. Agora que ouviu plenamente seu cônjuge e entende o que ele pensa e sente, você está pronto para pedir permissão para compartilhar sua perspectiva pessoal. Você pode dizer algo do tipo: “Realmente lhe agradeço o fato de compartilhar isso comigo. Agora entendo por que você estava preocupado [ou qualquer outro sentimento que você percebe que o cônjuge está sentindo]. Posso compartilhar com você minha perspectiva, pois acho que isso lhe mostrará o que se passava dentro de mim durante esta situação toda?”. Se seu cônjuge estiver aberto — e as pessoas normalmente estão abertas depois de se sentirem compreendidas —, você estará livre para compartilhar sua perspectiva sobre aquilo que você fez e por que o fez.
Ao ouvir seu cônjuge com empatia, você cria uma atmosfera em que ele tem mais chances de ouvi-lo com empatia. Quando duas pessoas estão procurando entender uma a outra, normalmente elas se entendem. Depois o casal pode buscar uma solução para o problema. Quando ambos procuram resolver — em vez de vencer — uma discussão, não só descobrem soluções viáveis, mas também uma intimidade com o cônjuge. Quando se está tentando fazer com que um casamento no outono ou inverno passe para a primavera ou verão, poucas coisas são mais importantes do que o impressionante poder de ouvir com empatia.
Pg.147 – Estratégia 5 – Descubra a alegria de ajudar seu cônjuge a ter sucesso
Pg.150 – Três perguntas simples para ajudar seu cônjuge a ter sucesso:
1 – O que posso fazer para ajuda-la
2 – Como posso deixar sua vida mais fácil?
3 – Como posso ser um(a) marido(esposo) melhor?
Pg.152 – Uma das formas mais eficazes para ajudar seu cônjuge é falar palavras de encorajamento. A palavra encorajar significa “inspirar coragem”.
Pg.163 – O principal objetivo do casamento não é o sexo ou a felicidade, nem o amor. O principal objetivo do casamento é que marido e esposa ajudem um ao outro a cumprir o propósito para o qual Deus o criou.
Pg.164 – Estratégia 6 – Aproveite ao máximo suas diferenças
Pg.165 – Depois de anos de discussão sobre diferenças, em que cada um tenta convencer o outro de que seu jeito é o melhor, muitas vezes os casais concluem que são incompatíveis. Na realidade, a razão alegada para o divórcio é, com frequência, incompatibilidade – ou “diferenças irreconciliáveis”. Depois de trinta anos no aconselhamento de casais, estou convencido de que não há diferenças irreconciliáveis, somente pessoas que se recusam a se reconciliar.
Pg.173 – Cinco passos para maximizar suas diferenças
Identifique suas diferenças
Procure vantagens em suas diferenças
Aprenda com suas diferenças
Troque palavras de condenação por palavras de afirmação
Descubra um plano para maximizar suas diferenças
Pg.174 – Estratégia 7 – Implemente o poder da Influência Positiva
Pg.177 – É verdade que você não pode mudar seu cônjuge, mas é igualmente verdade que você pode e consegue influenciá-lo todos os dias.
Somos influenciados pelo que ouvimos e vemos. Anunciantes ganham milhões de dólares todos os anos por causa dessa realidade. Eles não nos fazem comprar seus produtos, mas nos influenciam. Do contrário, eles deixariam de fazer anúncios.
Pg.180 – Uma vez que se decidiu pela implementação do poder da influência positiva em seu casamento, você está pronto para começar a utilizar as outras seis estratégias discutidas neste livro. Depois de trinta anos no aconselhamento de casais, não conheço abordagem melhor que esta.
Pg.195 – O autor falava do fato de que todos os casais têm diferenças. Alguns aprendem a trabalhar juntos como uma equipe, e outros simplesmente passam a vida inteira discutindo.
Pg.204 – Talvez a melhor abordagem seja a prevenção. Antes de começar uma nova estratégia, pergunte ao cônjuge se tal conduta de sua parte melhorará a vida dele.
Pg.207 – Se quiser que seu cônjuge confie novamente em você, leve a vida honestamente. Deixe que sua vida seja um livro aberto. Peça ao cônjuge que passe a “vigiá-lo”. Aceite as perguntas dele. Viva de tal modo que não tenha o que esconder. Quando isso acontecer, você descobrirá que, com o tempo, seu cônjuge voltará a confiar em você de verdade.
Pg.215 – Quando você se empenha para melhorar a qualidade de seu casamento, não só influencia os amigos, mas também os filhos, netos e bisnetos nas gerações futuras. A coisa mais importante que você pode fazer por seus amigos é dar-lhes um modelo de um casamento saudável – um casamento que aproveita ao máximo as quatro estações.
Destaques de livros sobre casais e famílias
As 5 Linguagens de Amor dos Adolescentes
Gary Chapman
Se a Linguagem de amor de seu filho for PALAVRAS DE AFIRMAÇÃO:
Escolha algumas destas ideias e experimente algo novo que tenha a ver com seu adolescente.
- Fale sobre um objetivo que seu adolescente gostaria de alcançar e incentive-o verbalmente a explorar essa possibilidade.
- Coloque um bilhete com palavras de incentivo perto do prato dele no café da manhã.
- Forme o hábito de mencionar de modo específico algo positivo que ele tenha feito. Por exemplo: “Gostei de você ter guardado as roupas no armário sem que eu precisasse pedir" ou "Foi muito legal ver você se esforçar tanto para terminar o trabalho da escola".
- Pergunte o que seu adolescente quer fazer quando terminar o ensino médio. Se sua filha disser: "Quero ser fisioterapeuta e ajudar outros a se recuperarem de lesões complicadas", incentive-a verbalmente a descobrir o que precisa fazer para alcançar esse objetivo.
- Copie frases inspiradoras de livros e revistas e envie para seu filho com a mensagem: "Lembrei-me de você quando li esta frase".
- Se você tem talento artístico, crie uma pintura ou desenho que expresse o quanto você ama seu adolescente.
- Escolha um trabalho manual ou um bilhete especial de seu adolescente e mande emoldurar. Coloque em sua casa ou em seu escritório.
- Quando tiver de viajar a trabalho ou por outro motivo, deixe vários bilhetes curtos para seu adolescente, um para cada dia em que você estiver fora.
- Envie mensagens de texto para seu adolescente sempre quando pensar nele, só para dizer "amo você".
- Coloque os troféus, melhores trabalhos escolares e outros itens que representem realizações de seu filho em um lugar que ele saiba que é importante para você, como na porta da geladeira, no escritório ou em um álbum especial.
- Quando seu adolescente estiver chateado, de cinco motivos pelos quais você se orgulha dele.
- Tenha em seu telefone fotos atuais de seu adolescente e comente-as com seus amigos, especialmente quando ele estiver por perto.
- Crie um pote de "injeções de animo" em que você e seu adolescente possam colocar bilhetinhos com elogios para ler juntos com frequência.
- Quando o adolescente cometer um erro ao tentar ajudar você ou outra pessoa, antes de qualquer outra coisa, reconheça a boa intenção dele.
Se a Linguagem de amor de seu filho for TOQUE FÍSICO:
- Deem as mãos durante a oração em família.
- Desenvolvam um aperto de mão ou cumprimento só para vocês dois. Usem-no com frequência para se despedir ou ao se reencontrar.
- Se seu adolescente está passando por uma situação estressante, passe a mão de leve na cabeça dele enquanto ele conta o que está acontecendo.
- Enquanto seu adolescente permitir, abrace-o e beije-o todos os dias antes de ele ir para escola, mas seja sensível as ocasiões em que ele talvez não queira essas expressões de carinho, especialmente em público.
- Pratique esportes e jogos que envolvam toque físico. Desse modo, vocês dois poderão passar tempo juntos e haverá a oportunidade de expressar afeto físico sem parecer forcado.
- Quando seu adolescente tiver um dia difícil, ofereça uma massagem nos ombros dele.
- Para pai e filho, brincar de luta pode ser uma forma de expressar amor, mas somente se o adolescente gosta dessa brincadeira.
- De uma tapinha nas costas para comunicar amor quando ele conseguir cumprir uma tarefa importante. (Também pode ser útil expressar amor dessa forma quando ele não alcançou seu objetivo. Procure demonstrar afeto de modo incondicional.)
- Se perceber que seu adolescente ja foi se deitar, entre no quarto e ajeite o cobertor dele.
Se a linguagem do amor de seu filho for TEMPO DE QUALIDADE:
O maior compromisso de demonstrar amor a um adolescente que deseja tempo de qualidade é o compromisso de mudar sua agenda pessoal. Às vezes, é suficiente conversar no carro depois da escola ou do treino esportivo, mas aqui estão várias outras ideias criativas para que vocês passem tempo juntos.
- Faça perguntas especificas a respeito do dia de seu adolescente que não possam ser respondidas apenas com "sim" ou "não".
- Pare o que você estiver fazendo para olhar seu filho nos olhos enquanto ele conta algo importante.
- Peca a seu adolescente que use o telefone para fazer vídeos de acontecimentos importantes. Depois, assistam aos vídeos juntos para ver as lembranças que ele registrou.
- Pergunte a seu filho quais são alguns Lugares que ele gostaria de visitar e por que gostaria de conhece-los. Depois, surpreenda-o ao deixar que ele escolha um desses Iugares ou ao planejar com bastante antecedência uma visita a um deles.
- Desligue seu programa de televisão para assistir com seu adolescente ao programa de que ele mais gosta.
- Se seu adolescente já dirige, façam uma viagem juntos a um lugar que ele escolher.
- Preparem juntos algo para um lanche, por exemplo, biscoitos ou bolo.
- Encontre motivos bobos para dar risada e ria com gosto.
- Prepare um lanche para você e seu adolescente e, enquanto comem, converse sobre o dia dele.
- Se você tem mais de um filho, providencie para que alguém cuide dos outros enquanto você leva seu adolescente à padaria para tomar café da manhã antes de ele ir para a escola ou vá à sorveteria com ele depois da aula.
- Chegue alguns minutos mais cedo para buscar seu filho no treino esportivo ou de outra atividade. Separe tempo para conversarem sobre o envolvimento dele nessa atividade e para conhecer outras pessoas do grupo, como colegas de time, treinadores, professores. Diga ao treinador ou professor que você valoriza o empenho dele.
- Se os membros de sua família têm talento musical, cantem ou toquem instrumentos juntos em casa em vez de assistir televisão. Melhor ainda, criem um “momento musical semanal” e transformem-no em tradição.
- Anote na agenda o tempo que você reservar para seu adolescente e priorize esses compromissos.
- Surpreenda se adolescente com passagens ou ingressos. Uma viagem para acampar, um jogo de basquete ou um passeio no shopping pode resultar em boas lembranças para o resto da vida. Tire fotos dessa atividade para reforçar esse tempo juntos.
- Se possível, leve seu adolescente a seu local de trabalho um dia. Apresente-o a seus colegas, inclua-o em suas reuniões e descreva como é trabalhar na empresa.
- Crie “tradições” com seu adolescente, como tomar sorvete no mesmo lugar cada vez que saem para caminhar juntos ou fazer um lanche em determinado parque.
- Escolha um ou dois jogos de cartas ou de tabuleiro para jogarem juntos com frequência.
- Nas férias em família, priorize o tempo com seu filho em vez de planejar um grande número de atividades separadas para ele.
- Façam caminhadas ou passeios de bicicleta juntos. Procure oportunidades de passar tempo com seu filho que também incluam atividade física.
- Façam refeições em família à mesa. Tornem a hora do jantar uma ocasião especial com muita conversa agradável sobre o dia. Orações em família também podem fortalecer essa prática.
- Não deixe de dar boa noite para seu adolescente. Talvez você não leia mais histórias para ele, mas vocês ainda podem conversar sobre o dia ou orar juntos.
- Faca a lição de casa com ele. Pode ser uma forma de melhorar as notas e criar tempo de qualidade adicional (e, quem sabe, você pode aprender algo novo).
- Plantem algo junto. Para os adolescentes que gostam de atividades ao ar livre, passar tempo juntos cuidando do jardim, da horta ou do quintal pode criar boas lembranças para o resto da vida.
- Façam juntos álbuns de fotos ou de recortes em papel ou no computador. Enquanto trabalham no álbum, conversem sobre suas recordações conjuntas.
Se a linguagem do amor de seu filho for ATOS DE SERVIÇO:
Embora este capitulo trate da necessidade de treinar seu adolescente para que ele cresça e sirva outras pessoas, há muitas ocasiões em que um simples ato de serviço seu pode exercer grande impacto. Eis várias maneiras de expressar amor sem desconsiderar a necessidade de seu adolescente ser responsável.
- Uma forma de reconhecer a personalidade singular de seu adolescente é sair junto com ele para comprar tinta para o quarto dele e ajuda-lo a pintar as paredes.
- Ajude seu adolescente a treinar para a modalidade esportiva que ele pratica. Treinem juntos saques de vôlei, arremessos de basquete, dribles de futebol e assim por diante.
- Ajude-o com uma lição de casa difícil.
- Prepare o lanche predileto de seu filho quando ele estiver tendo um dia difícil.
- Realize uma tarefa domestica que geralmente seria responsabilidade dele quando ele estiver muito cheio de lições de casa ou na semana de provas na escola.
- De vez em quando, acorde meia hora antes para preparar algo especial para o café da manhã dele (certifique-se de que ele terá tempo de comer o que você preparou!).
- Comece a ensinar a seu filho a importância de servir outros por meio do envolvimento em um grupo da comunidade ou ministério da igreja. Se ele é o do tipo independente, deixe que pesquise oportunidades e escolha um lugar para servir.
- Quando ele estiver atrasado para a aula ou outro compromisso, ajude-o a terminar rapidamente o que precisa ser feito para que chegue a tempo.
- Se ele ficar doente, faça algo para agrada-lo, como assistir juntos ao filme predileto dele ou preparar sua sopa favorita.
- Coloque-o em contato com um amigo ou parente seu que possa ajuda-lo em uma área de interesse, coma aulas de dança, aulas de piano ou treino de futebol.
- Tome a firme decisão de sempre servir seu adolescente em determinada área além das expectativas normais (por exemplo, certificar-se de que ele sempre tem lanche para a escola ou fazer a sobremesa predileta dele com frequência).
- Comece uma tradição de "jantar de aniversário" em que você prepara o prato que ele escolher para o aniversario dele.
- Ajude seu adolescente a criar cartões para memorizar a matéria das provas. Trabalhe junto com ele até que esteja seguro de que sabe o conteúdo.
- Se ele telefonar para você no horário de trabalho e estiver passando por uma situação de crise, sacrifique mais tempo que o habitual para ouvir o que ele tem a dizer.
Se a linguagem do amor de seu filho for PRESENTES:
Quando se trata de presentear, muitos pais precisam ser lembrados de que o amor por trás desse gesto e tão importante quanto o presente em si. E, quando se trata de presentear seu adolescente, criatividade e mais importante que dinheiro.
- Escolha presentes que correspondam aos interesses de seu adolescente, coisas que ele considerara apropriadas.
- Quando sair para comprar algo, defina com seu adolescente o valor que você está disposto a pagar por aquilo que ele escolher.
- Mantenha alguns presentes baratos guardados para seu adolescente. Entregue um de cada vez, em momentos em que você perceber que são necessários.
- Carregue balas ou chicletes e de como um pequeno presente quando estiverem fora de casa.
- Faça uma refeição especial de que seu adolescente gosta, leve-o a um restaurante ou faça a sobremesa predileta dele.
- Comece uma coleção de caixas de papéis de presente com personalidade. Use-os para embalar até os presentes mais simples.
- Quando estiver em viagem, envie uma pequena encomenda para seu adolescente com o nome dele em letras grandes.
- Mantenha uma “sacola de presentes” com objetos pequenos e baratos dentre os quais o adolescente pode escolher um como recompensa por fazer algo positivo. Você pode incluir “cupons” para privilégios especiais, como convidar três amigos dele para passar o final de semana em sua casa, ou escolher o restaurante da próxima vez que a família sair para fazer uma refeição.
- Presenteie seu filho com uma canção que você criou para ele ou que escolheu por que faz você se lembrar dele.
- Crie uma caça ao tesouro para encontrar um presente. Use mapas e dicas para mostrar o caminho até a surpresa.
- Esconda pequenos presentes no bolso do casaco de seu filho junto com um bilhete com palavras de incentivo.
- Se passar alguns dias longe de seu filho, deixe um pequeno pacote para cada dia com um presente especial e um bilhete para lembra-lo o quanto você o ama.
- Em vez de gastar dinheiro com um presente maior no aniversário, faça um festa com os amigos dele em que cada convidado traz um presente ou cartão.
- Pense em um presente duradouro, como plantar uma árvore juntos, um jogo de tabuleiro para jogarem juntos no futuro ou uma pintura para pendurarem no quarto.
- Compre em um presente duradouro, como plantar uma árvore juntos, um jogo de tabuleiro para jogarem juntos no futuro ou uma p8intura para pendurarem no quarto.
- Compre uma corrente ou um anel para seu adolescente como presente pessoal seu.
- No natal ou aniversário, saiam juntos para comprar um presente especial. Permita que seu filho dê a opinião dele. O presente especial, em conjunto com o envolvimento pessoal de seu filho na decisão, pode se tornar extremamente significativo.
- Na época de Natal, saiam juntos para comprar presentes para alguéns necessitado. Procurem uma ONG de sua confiança que possa intermediar sua doação.
- De dicas de um presente que o adolescente recebera no futuro. Uma "contagem regressiva" com bilhetes com bilhetes como: "Faltam só quatro dias para você receber seu presente" ajuda a criar expectativa e é uma forte expressão de amor para quem gosta de ser presenteado.
- Envie flores ou doces para ele, com um cartão no qual você reconhece uma realização acadêmica ou extracurricular.
Alguns livros de nossa lista:
- 75 hábitos dos casais felizes
- 120 minutos para blindar seu casamento
- 104 erros que um casal não pode cometer
- As 5 linguagens de amor dos adolescentes
- As regras de ouro dos casais saudáveis
- Casais inteligentes enriquecem juntos
- Coloque-se no lugar dele, coloque-se no lugar dela
- Como mudar o que mais irrita no casamento
- Em busca do amor no casamento
- Eu amo você; namoro, noivado, casamento e sexo
- Guia de aconselhamento pré-nupcial
- Homens são de Marte, mulheres são de Vênus
- No altar da idolatria sexual
- Novo casamento, novos filhos
- O que não me contaram sobre casamento mas que você precisa saber
- O que os homens dizem, o que as mulheres ouvem
- Preparando-se para o casamento
- Preparando-se para o sexo na terceira idade
- Terapias Cognitivo-Comportamentais para casais e famílias
​
DENTRE OUTROS!
​
Além disso, este conteúdo é atualizado mensalmente!