

Capítulo 4 - Quem não se planeja, planeja falhar
Vocês precisam conversar bastante no intuito de traçarem planos para a vida familiar. A administração de um lar é bastante complexa, até mais que muitas empresas por aí afora. Não duvide! Em seu futuro lar, você precisará controlar conta(s) bancária(s), administrar prioridades, quantidade de ‘colaboradores’, contratação de auxiliar doméstica, demissão, controle de pagamentos, recebimentos, treinamentos, compras, viagens, férias, estudos, domicílio, vida espiritual, eclesiástica, crises, doenças, familiares, etc.
Mas no seu lar, diferente da empresa, tudo precisará ser resolvido com amor, carinho, compreensão, empatia, o que não tem sido tão comum em ambientes empresariais. No seu ‘ninho de amor’ não haverá arbitrariedade, não haverá um ‘chefe’ e funcionários, mas uma família. Nele, a ‘falência’ será traumática para você, seu cônjuge e principalmente para seus filhos. É ou não é algo complexo?
Vocês precisarão planejar desde o noivado, o casório, se haverá festa, qual será a ‘proporção’ desta festa, quantidade de filhos, finanças, se ambos irão trabalhar fora de casa, se o(s) filho(s) será(ão) criado(s) na creche, qual será o método anticoncepcional, qual será a frequência na relação com os pais/sogros, estudos, investimentos, se irão morar já de início em uma casa própria ou de aluguel, as férias, uma aposentadoria digna, as precauções para a possibilidade de dias difíceis, etc.
O casamento é sonhado para ser um momento especial, único, ‘mágico’, mas em milhares de casos o resultado é frustrante por não ser o que esperavam. Sem planejamento, creem que por se amarem tudo isso será resolvido facilmente e em comum acordo após o casamento. No entanto, já na primeira ou segunda semana os problemas começam a surgir de todas as partes, e as discussões acaloradas começam a receber mais e mais lenha no dia-a-dia.
Quais são suas metas a curto, médio e longo prazo? Ao menos isso já foi alinhavado? Vocês estão em consonância ou discordância? Como pretendem chegar até lá? Conversem sobre isso! É para ontem! Caso contrário, após se casarem perceberão que cada um quer puxar a corda para um lado oposto ao outro, e se muita força e pressão forem exercidas nesta corda, mais cedo ou mais tarde ela se romperá. Então se perguntem: Para onde estamos indo? Por que é importante chegarmos lá? Como chegaremos lá? Quando pretendemos chegar? O que será necessário para chegarmos lá?
Casar-se sem o devido planejamento é como construir a “casa sobre a areia” (Mt 7), sem um sólido alicerce, sem se preocupar com os ventos e tempestades que sobrevirão inevitavelmente sobre ela.
Pensando nisso, levanto a seguir muitas perguntas sobre detalhes a serem planejados e que você e seu futuro cônjuge não podem deixar passar em branco.
1 – A festa de casamento
Homem, você já perguntou para sua digníssima noiva qual é o sonho dela para a festa de casamento? Mulher, você já contou para seu noivo qual é seu sonho para uma festa de casamento ideal? ‘Perfeita’?
Conheci uma moça que desejava tanto uma festa esplendorosa que exigiu aos pais que vendessem a casa própria (e simples) onde moravam para custear os luxos de algumas horas de celebração. Neste tópico, geralmente são as mulheres que extrapolam todos os limites com extravagâncias sem limites. Mas vejamos: se você pode pagar, faça! Se vocês precisarão trabalhar 5 anos apenas para arcar com as despesas de 4 horas de festas, a sugestão é que trabalhem, juntem o dinheiro e só então se casem. A grande questão aqui é: não entrem endividados no casamento! Não façam empréstimos, não entrem no cheque especial e no cartão de crédito. Sejam conscientes, sábios, façam o que podem fazer, o que está em suas condições. “Não tente fazer uma festa extravagante com o dinheiro que não tem para impressionar pessoas que você não conhece e muitos que vão até falar mal da festa e de você, a fim de tentar impressionar as amigas e ser uma pessoa que você não é.”
Muitos fazem isso, gastam dezenas de milhares de reais, mas a casa que os espera ainda não é própria, ainda faltam alguns móveis, talvez não tenham um veículo para se locomoverem, e por aí vai.
Infelizmente, muitos entram muito endividados no casamento numa insana competição: as amigas casaram-se e deram um show de casamento, festas perfeitas, e agora se sentem na obrigação de fazer algo ainda melhor, mais caro, mais chique, mais sofisticado.
Vocês já terão muitas outras situações a se adequar, muitos problemas para resolver, não assumam mais o grande problema de se casar devendo até os rins. Continuar pagando despesas do casamento dois ou três anos após o casamento é algo para os insensatos! Tem gente que chega a se separar e ainda está pagando as despesas da festa de casamento!
2 – Moradia
Alguns casais, principalmente aqueles que são mais jovens, por falta de condições financeiras às vezes decidem morar com os pais por um tempo até que as coisas melhorem e possam alugar uma casa, ou então decidem economizar com aluguel para dar entrada numa moradia própria. Então moram numa casa acima, ou abaixo, ou no mesmo terreno, ou ainda pior, dentro da mesma casa dos pais de um dos cônjuges.
Daí as possibilidades de problemas brotam de todas as partes: disputa por espaço, pais e principalmente a mãe de um dos novos casados disputando preferência, autoridade, a educação dos filhos prejudicada pelas constantes ordens diversas de diferentes pessoas, conflitos de interesses, falta de liberdade, de privacidade, falta de autoridade para certas decisões, intromissões nas decisões do casal, e com tudo isso o desgaste é inevitável, e não apenas no novo casal, mas no casal anfitrião também.
Quando a Bíblia nos direciona a deixar pai e mãe (Ef.: 5:31), significa que o cordão umbilical precisa ser cortado nos âmbitos geográfico, emocional e financeiro. Como bem diz o ditado, “Quem casa quer casa”.
3 - Quantidade de filhos
Quantos filhos pretendem ter? Quando? Precisarão esperar uma certa estabilização no emprego para tirar este ‘plano’ do papel? Concluirão a faculdade antes? Pensarão antes em ter um carro adequado para conduzir a criança com conforto ou isso é irrelevante? E a casa, terá um quarto a mais para o bebê ou ele ficará no quarto com os pais?
Muita coisa a ser pensada, não é mesmo? E nem falei todas! Agora imagina quantas podem ser as opiniões contrárias numa decisão como essa? Cada um querendo as coisas a seu modo, e acaba o bebê nem vindo por tantas discussões.
4 – Continuação dos estudos
Muitas pessoas, por causa de falta de condições, de tempo, distância, ou outro motivo qualquer, não tiveram condições de cursar ou concluir o ensino médio, uma faculdade, um curso técnico, e agora entram no casamento trazendo este sonho, algo que ainda pretendem realizar.
Daí podem surgir algumas situações que você precisa planejar, calcular: a planilha financeira familiar comportará mais esta despesa? Seu futuro cônjuge também pretende estudar? Os horários de vocês vão combinar? Estudarão numa mesma instituição de modo que possam ir e voltar juntos? Ou estudarão distantes um do outro, possibilitando que vocês se vejam apenas nos finais de semana? Terão condições de trabalhar e estudar ou seria um curso integral?
5 – Trabalho
Como é o emprego onde você trabalha ou pretende trabalhar quando estiver casado? E seu futuro cônjuge? Ele já sabe quais são seus planos para este assunto? Talvez você se pergunte: ‘Mas por que é importante pensar nisso?”. É aí que mora o perigo. Algumas pessoas não pensam ‘fora da caixinha’, e só calculam aquilo que está dentro do comum: se o incomum surgir dentro do seu matrimônio, como você vai administrar? Vou exemplificar para ser mais claro: a esposa pretende trabalhar fora, ou será do lar? Se for trabalhar fora, quem ficará com o(s) filho(s)? E se seu esposo for cabelereiro e passar o dia cuidando dos cabelos de outras mulheres, estará tudo bem para você? E se seu marido for trabalhar embarcado em plataformas de petróleo e passar 21 dias sem vir em casa? E se o emprego for nas forças armadas e ele(a) for convocado para uma guerra? E se o sonho dela é ser missionária no Oriente Médio? Piloto de avião em viagens internacionais? E por aí vai... acho que já deu para entender a importância de planejar estas questões, colocar os sonhos de cada um na mesa e entrar em acordos.
6 - Planejamento financeiro
Aqui está um dos maiores vilões do casamento: administração financeira. "Pesquisas mostram que assuntos relacionados ao dinheiro são o segundo maior motivo de separação no mundo, perdendo apenas para a infidelidade", disse Gustavo Cerbasi no livro "Os Segredos dos Casais Inteligentes". Não se iluda crendo que a administração financeira será fácil em seu casamento por que afirmo categoricamente: não será! Se ambos ganham bem, terão alguns problemas com as decisões de como o dinheiro deverá ser gasto/investido. Se ambos ganham mal, também existirão problemas quanto às prioridades dos gastos e o que deixará de ser comprado. Se apenas um ganha bem, ou se apenas um tem renda, ambos terão problemas com a liberação de verba por parte do provedor àquele que depende deste dinheiro para resolver ‘suas coisinhas’. Já ouvi caso de esposa reclamando com seu pastor por ter que usar calcinha velha, furada e com o elástico frouxo por que o marido não liberava verba para que ela comprasse as coisas que ela necessitava, enquanto o som do carro, as rodas de liga leve e o polimento estavam em dia!
É preciso saber administrar bem as finanças ou de nada bastará ganhar bem. Conheço pessoas com salários baixos que conquistaram patrimônios e estão bem preparados para uma boa aposentadoria, enquanto também conheço outros que ganham muito bem e que estão devendo até a agiotas!
Além de saber administrar, é preciso saber fazê-lo em conjunto com o cônjuge. Talvez um de vocês tenha sabido administrar muito bem as finanças, mas depois do casamento começarão a ter problemas com a falta do dinheiro, má administração, dívidas no cartão, cheque especial... isso por que não dá para correr com uma perna boa e outra ruim. Os dois precisam ser bons administradores financeiros. Talvez você retruque: ‘ora, é só deixar o bom administrador financeiro tomar conta do dinheiro”. Sim, isso é o ideal, seja o marido ou a mulher. Se apenas um deles tem esta habilidade, então esta função é dele. Mesmo assim os problemas podem surgir quando o ‘gastador’ compra no ‘fiado’ para depois o cônjuge pagar, ou quando o ‘gastador’ arranja brigas, discussões por que acha que o ‘econômico’ deveria liberar mais verba para seus consumos... você percebe? Não tem jeito muito fácil de administrar esta área. Repito: não dá para correr com uma perna boa e outra ruim!
Como está ordenada a lista de prioridades que vocês definiram? Os móveis e eletrodomésticos ou o carro? A ‘poderosa’ cerimônia de casamento ou a entrada do apartamento? O primeiro filho ou um investimento? A sua faculdade ou a dele primeiro? Vocês precisarão se sentar e definir uma boa lista de prioridades, assim fica mais fácil definir as necessidades para alcançar a cada uma, bem como poderão definir em quanto tempo alcançarão cada um dos itens.
Se ambos estiverem trabalhando, os recebimentos de cada um serão unificados ou se manterão separados? Alguns casais preferem manter tudo separado, ganhos, contas, gastos, e destinam parte destes valores aos gastos da casa, os gastos pessoais e investimentos. Outros preferem juntar tudo, pagam com este montante os gastos familiares, há uma verba separada para que cada um utilize com suas particularidades, e o restante irá para a poupança, investimentos e projetos futuros. De acordo com especialistas, e também dentro do que penso, creio ser esta última a maneira mais adequada ao casais.
Já que ambos decidiram se casar, juntar corpos, casa, móveis, eletrodomésticos, por que as finanças seriam separadas? Não faz sentido. Se os sonhos e objetivos são os mesmos, se vocês estão caminhando juntos e para o mesmo lugar, não pode existir essa coisa de ‘meu dinheiro’ e ‘seu dinheiro’. Tenho um amigo que passou um momento de grave crise financeira, enquanto isso sua esposa, também trabalhando fora, juntava dinheiro! Marido e mulher, um com as contas e dívidas atrasadas, sem conseguir dormir, outro juntando dinheiro! Faz sentido? Existe amor realmente? Empatia? São parceiros? Estão todos indo para o mesmo lugar e buscando os mesmos objetivos?
Então definam um percentual do que cada um poderá gastar com suas próprias vontades, gostos, desejos, e o restante será usado para as despesas familiares, poupança, fundo de emergência e para os projetos futuros, como a lista de prioridades já falada neste capítulo.
Vocês já conversaram sobre como utilização os cartões de crédito e o cheque especial? Estes são os ‘agiotas’ legalizados, com taxas de juros dignas de tal denominação. Para uns, a utilização destes meios pode ser justificada devido à ‘urgência’ de substituir a tv do quarto que queimou. Para outros, esta tal urgência não se explica, e somente se comprometeria em tais taxas de juros no caso de enfermidade, incêndio em parte da casa ou para pagar a franquia de seguro do veículo.
Este ponto precisa ficar muito bem definido entre o casal, pois imagine se o que gosta de usar o cartão e o cheque especial se casa com um que costuma recusar cartões que lhe são oferecidos, bem como prefere ligar para o gerente da conta e pedir que cancelem seu limite da conta? Vai dar problema! Combinação explosiva.
Após definido isso é hora de definirem juntos um percentual a ser poupado todos os meses. Este valor poderá ser guardado numa única conta ou em ‘potes’ separados de acordo com o que desejam alcançar: carro, viagem, roupas, moradia própria, plástica, eletrodomésticos, a troca do carro, etc. Nesta economia mensal é necessário ter algo separado para uma eventualidade, um possível desemprego, enfermidade. Especialistas dizem que você deve ter de 6 a 12 meses de ‘sustento’ garantido. Por exemplo: se você calculou que precisará de 4 mil reais para manter todas as suas despesas mensais, então deve ter entre 24 a 48 mil reais guardados para um eventual desemprego ou enfermidade grave.
Sejam sábios na sua administração financeira e não permita que tome o seu coração uma ‘competição’ sobre quem tem o melhor carro da igreja, a casa mais bonita da rua, as melhores roupas entre as amigas. Como diz aquela famosa frase, tem gente que gosta de “comprar o que não precisa com o dinheiro que não tem para impressionar pessoas que não conhece, a fim de tentar ser uma pessoa que não é.”
“Não conte com o ovo na galinha”. Algumas famílias entram em tremendas ‘furadas’ por contar com rendas ou ganhos que não estão completamente garantidos. Mesmo nossos salários correm riscos de não chegarem, de sermos demitidos, da crise no país impedir alguns de nossos ganhos, e então como ficaremos se ficarmos contando com a ‘sorte’?
Também é muito importante que você se case tendo uma breve noção do quanto um casal gasta, em média, claro. Tudo vai depender do estilo de vida de cada um, da cidade onde vivem, se pretendem manter um padrão que já possuíam quando solteiros e mantidos pelos pais, e etc.
Em anexo você verá uma planilha de planejamento familiar básico, com necessidades básicas para um casal ainda sem filhos. Para que você tenha uma noção mais próxima da realidade, preencha os valores de acordo com suas pesquisas: procure saber quanto custa um aluguel residencial no bairro onde você deseja morar, qual é o valor médio dos gastos mensais com luz, água, telefone, tv a cabo, e assim por diante vá preenchendo. Ao final, sente-se com seu futuro cônjuge e dialoguem a respeito - vocês estão em condições de se casar? Quando?
Jamais, de maneira alguma, de forma nenhuma aceite ser fiador de irmão, amigo ou pastor. Já vi pessoas passarem vergonha, até terem seus nomes negativados nos órgãos de crédito por esse motivo. Um conhecido foi um deles. Foi fiador de um amigo e no final das contas teve que pagar as prestações do empréstimo, sua situação financeira se agravou, daí surgiram crises com a esposa, que não foi consultada antes da assinatura deste contrato, e então a bola de neve foi crescendo exponencialmente. E sabe o pior? No final das contas você ainda perde aquele amigo! Se vierem te pedir, use um bom argumento: “pelo bem de nossa amizade e por obediência a Deus eu não posso assinar”:
“Não seja como aqueles que, com um aperto de mãos, empenham-se com outros e se tornam fiadores de dívidas; se você não tem como pagá-las, por que correr o risco de perder até a cama em que dorme?” Pv 22:26-27
Fuja do hábito prejudicial de comprar a prazo, pagando juros desnecessários e enriquecendo financeiras. Prefira juntar dinheiro e esperar um pouco mais para comprar algo, e assim você pode barganhar um maior desconto; além de não ter pago juros, você ainda ganhou desconto. Fazendo assim você também foge da situação anteriormente exposta que é a de evitar comprar contando com situações futuras sempre favoráveis.
“O rico domina sobre o pobre; quem toma emprestado é escravo de quem empresta” Pv 22:7
Observe se seu futuro cônjuge lida bem com o dinheiro, se é bom administrador, ou se está sempre endividado, recebendo cobranças, se não consegue conquistar bens duráveis, se prioriza viver de aparências, etc... Você precisa saber que, se esta pessoa não mudar, as crises serão constantes, o endividamento tenderá a aumentar dia após dia, e nada ou quase nada do que for comprado será realmente importante para a estabilidade financeira do casal para o futuro.
Há também a infidelidade financeira, quando um dos cônjuges, com mentiras e/ou omissões, não coloca na planilha financeira nem na planilha de prioridades o que quer comprar, pois pensa que se assim o fizer, o outro não vai deixar. Então compra escondido, não fala nada, e quando o cônjuge pergunta, ele diz: “Já tinha isso aqui há tempos, amor... Você nunca viu? Nossa... tá vendo como você não repara em mim?”
“Melhor é um pedaço de pão seco com paz e tranquilidade do que uma casa onde há banquetes, e muitas brigas”. Pv 17:1
Neste capítulo mostrei a ponta do iceberg, apenas alguns pontos para demonstrar o quanto alguns assuntos precisam ser conversados, bem planejados. Se você e o(a) noivo(a) negligenciarem este capítulo e deixarem para resolver estas questões após o casório, se vocês deixarem para conhecer os detalhes, sonhos e projetos do outro após as alianças mudarem para a mão esquerda, pode ser bem tarde para unir, concatenar e ajustar as diferenças.
“Busque mais pelo SER e menos pelo TER”
Reflita e responda:
1 - O quanto pretendem viajar a passeio? E para a casa dos pais/sogros?
2 - Algum de vocês possui dívida? Empréstimo? Qual foi o motivo do empréstimo?
3 - Pretendem ter bichinhos de estimação? Qual o tipo? Quantos?
4 - Existem dívidas que, por motivos diversos, não foram quitadas?
5 - Vocês planejam pagar por um plano de saúde?
6 - Vocês são dizimistas? Se não, quando pretendem ser? O que pensam sobre isso?
7 - Se os dois estiverem trabalhando fora, e por algum motivo o filho de vocês precisar de cuidados contínuos do pai ou da mãe, quem deixará o emprego, marido ou esposa?
8 - Se o pai ou a mãe do seu futuro cônjuge passar por alguma dificuldade e precisar morar com vocês, isso será aceito por ambas as partes? O(a) enviarão a um asilo? Pedirão que outro parente assuma este compromisso?
Clique no link para abrir o capítulo desejado:
Capítulo 1 - Começando do Começo
Capítulo 2 - A junção de 2 mundos
Capítulo 3 – Conhecendo (de verdade) meu futuro cônjuge
Capítulo 4 - Quem não se planeja, planeja falhar
Capítulo 5 - Sonhe, mas com os pés no chão
Capítulo 7 - A arte de administrar conflitos conjugais
Capítulo 8 - Papéis familiares