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Debate provocado por Felca motiva propostas para restringir conteúdos que sexualizam crianças

  • Foto do escritor: Edvanderson Rodrigues
    Edvanderson Rodrigues
  • 13 de ago. de 2025
  • 1 min de leitura
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Foto: Reprodução/Redes Sociais

A proposta define sexualização como a exposição de menores a imagens, sons, coreografias, textos ou encenações que explorem sua sexualidade de forma precoce ou inadequada



Após repercussão nacional do documentário feito pelo influenciador Felca, o vereador Rafael Ranalli (PL) protocolou nesta segunda-feira (11), na Câmara Municipal de Cuiabá, um projeto de lei que visa proibir a produção, divulgação ou promoção de qualquer conteúdo que caracterize a sexualização ou adultização de crianças e adolescentes na capital.

A proposta define sexualização como a exposição de menores a imagens e encenações que explorem sua sexualidade de forma precoce ou inadequada. Já a adultização é caracterizada pela atribuição a crianças e adolescentes de comportamentos, vestimentas ou falas de cunho erótico, incompatíveis com a idade.



Entenda o caso

Em vídeo publicado em seu canal do Youtube, Felca reúne denúncias contra influenciadores que abusam da imagem de crianças, mostra como o algoritmo das redes funciona para entregar esse tipo de conteúdo para pedófilos e entrevista uma psicóloga especializada para explicar os riscos da superexposição de crianças e adolescentes.



Entre os casos citados, está o do influenciador paraibano Hytalo Santos, de 28 anos, conhecido por ostentar luxo e exibir sua rotina com crianças e jovens que chama de “filhos”.

Hytalo Santos está sendo investigado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB). Felca classificou o conteúdo do influenciador como um “circo macabro” que explora crianças nas redes sociais


 

 
 
 

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