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Cuidado com o Emoji! Ele pode ser o início da infidelidade emocional

  • Foto do escritor: Edvanderson Rodrigues
    Edvanderson Rodrigues
  • 28 de nov. de 2024
  • 2 min de leitura

Por Susana Brás 


O impacto das redes sociais e das aplicações de mensagens, como o WhatsApp, na dinâmica das relações afetivas tem vindo a ser cada vez mais debatido por especialistas em terapia de casais, psicólogos e investigadores.


O que antes poderia ser visto como um gesto trivial ou uma interação sem grande importância, como o envio de uma mensagem ou um “like” numa foto, pode agora ganhar uma nova interpretação e provocar questões de confiança e lealdade dentro dos relacionamentos.



Hoje em dia, muitos casais começam a enfrentar o que se chama de infidelidade emocional — um conceito que antes estava associado a comportamentos mais explícitos, como envolvimentos românticos com outra pessoa. No entanto, a simples troca de mensagens privadas, o envio de emojis ou um “like” numa publicação de outra pessoa podem ser suficientes para causar desconforto ou desconfiança, dependendo da forma como são interpretados pelo parceiro.


A facilidade de comunicação nas redes sociais e a rapidez com que as interações acontecem tornam o ambiente digital um espaço onde, muitas vezes, as emoções são partilhadas com mais liberdade do que na própria relação.

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Isso pode gerar a sensação de que há uma relação íntima com outra pessoa, algo que, para muitos, pode ser visto como uma ameaça ao compromisso emocional com o parceiro. O fenómeno da infidelidade emocional é cada vez mais comum, principalmente porque as redes sociais oferecem um espaço onde as conversas privadas podem ocorrer sem o conhecimento do outro.


Muitas vezes, a ausência de uma presença física e a possibilidade de se esconder por trás de uma tela tornam as interações mais fáceis e disfarçadas, o que pode gerar insegurança no relacionamento.



Este é um assunto abordado pela TVI.

Face a esta realidade, os terapeutas de casais têm sido desafiados a adaptar a sua abordagem, considerando não só os comportamentos no mundo real, mas também as interações digitais.

 

 
 
 

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