

Lições e dicas práticas e objetivas para casais e famílias

Ter uma família feliz não é uma questão de sorte, mas de dedicação e das ferramentas certas. Imagine ter em mãos as chaves para abrir as portas da harmonia e do entendimento na sua casa, sem precisar de manuais complexos ou horas de estudo. Eu mergulhei no universo das relações familiares e condensei a essência de centenas de lições em textos breves e impactantes, criados para tocar o coração e transformar a convivência de quem se ama. São pílulas de sabedoria que oferecem um "up" imediato na sua realidade, trazendo clareza onde antes havia dúvida e conexão onde antes havia distância.
Nessa jornada de leitura, você encontrará orientações sensíveis e práticas sobre uma vasta gama de temas que compõem o mosaico da vida familiar: comunicação não violenta, reconstrução da Confiança, linguagens do amor, gestão de conflitos, educação emocional dos filhos, equilíbrio entre carreira e lar, a chama do romance, o poder do perdão, finanças, legado, tempo de Qualidade, resiliência familiar, administração de conflitos, a arte da gratidão e muito, muito mais.
Sua família é o seu bem mais precioso, o seu porto seguro no mundo, mas até os portos precisam de cuidado e manutenção constante. Não permita que o silêncio, a pressa ou a monotonia desgastem o que você levou uma vida inteira para construir. Cada breve lição que escrevi é um convite para um novo começo, uma oportunidade de olhar nos olhos de quem você ama com mais admiração, paciência e paz.
Não deixe para amanhã o cuidado que o seu lar precisa receber hoje. O futuro da sua família e a qualidade dos seus relacionamentos dependem das sementes que você planta agora. Invista minutos na leitura e colha uma vida inteira de felicidade ao lado de quem importa.
A seguir, lições e dicas para casais e famílias
Já tentamos tudo!
Toda vez que me dizem que já tentaram de tudo para salvar o casamento, e que estão à beira de um divórcio eu pergunto:
- Tentaram o quê? Consultaram um psicólogo?
- Buscaram algum tipo de aconselhamento pastoral?
- Leram quais livros sobre o relacionamento conjugal e familiar?
- Quais palestras sobre casamento vocês assistiram juntos no Youtube?
- Vocês estudaram sobre as sequelas de um divórcio?
- Se vocês já tentaram de tudo, digam-me se foram em encontros de casais? Quantos?
- Quais retiros de casais vocês já participaram?
- Vocês frequentaram terapia de casal por quanto tempo?
- A quanto tempo estão orando juntos para que Deus lhes dê estratégias para vencer este momento difícil?
Se você respondeu negativamente para a maioria destas perguntas, então não, vocês não tentaram de tudo para salvar seu relacionamento. Na verdade, tentaram quase nada, e agora estão usando desculpas esfarrapadas para TENTAR justificar o divórcio aos filhos, familiares e amigos. Isso é muito triste.
Houve um tempo em que as pessoas lutavam pelo casamento, pela família. Hoje casamentos são descartáveis; não deu certo separa, se não der certo de novo, separa de novo... e assim nos tornamos Fabio Junior... Gretchen... “exemplos de resiliência conjugal” (só que não).
Pr. Edvanderson
O prego
Uma família tinha uma fazenda incrível, e um homem muito rico queria por que queria comprar essa propriedade e o dono recusava todas as propostas.
Um dia, o interessado falou: “Tudo bem, não quer vender, tudo bem, mas eu te pago um bom dinheiro para você me vender um prego fixado na sua sala”. O dono da casa achou estranho, mas aceitou a proposta: um prego fixado na parede por tanto dinheiro assim parecia um excelente negócio.
Semanas se passaram até que o dono do prego chegou segurando uma carcaça podre de um animal. Ele foi lá na sala e pendurou a carcaça no prego. Quando o fazendeiro questionou, o homem disse: “não se mete, o prego é meu. Paguei por ele”. O cheiro ficou insuportável. Moscas aos montes. Larvas caminhavam pela carcaça. O fazendeiro teve que se mudar porque um simples prego deu legalidade ao homem para fazer o que quisesse com o prego. Aquele fazendeiro não imaginava que um pequeno prego poderia causar tamanho transtorno.
Será que você já permitiu que algum ‘prego’ fosse colocado no seu casamento e na sua família? Falta de perdão, infidelidade, pornografia, falta de respeito. Às vezes algo até pequeno, como aquele prego, mas que está minando as bases do seu relacionamento familiar. Você só tem uma opção: arrancar o ‘prego’! Retire de sua vida a legalidade que o inimigo tem para atrapalhar tudo, causar uma arruaça e talvez até destruir seu lar.
Pr. Edvanderson
Não se conforme
Conta-se que se você colocar uma rã numa vasilha de água quente, ela vai pular e sair dali rapidinho. Mas se a colocar na água fria e ir esquentando devagarzinho, a rã morre cozida.
Às vezes pensamos que somos muito fortes para resistir a determinadas tentações, mas e se elas ao invés de chegarem escancaradas, chegarem devagarzinho, pouco a pouco, um olhar aqui, um elogio ali, uma curtida? Daqui a pouco a rã está cozida!
Às vezes mudanças sutis podem nos cegar para perigos crescentes: pense por exemplo em relacionamentos abusivos: hoje um grito, amanhã um empurrão, mês que vem um tapa, e a rã vai cozinhando...
A mesma lição pode ser aplicada a trabalhos tóxicos, más amizades, relacionamentos familiares que vão se deteriorando, e vamos nos acomodando e permitindo esse declínio pouco a pouco, e daqui a pouco a família está destruída.
A mulher da parábola da dracma perdida (Lc 15:8 e 9) perdeu apenas 1 dracma, e ao invés de se conformar, e daí perder outra, e se conformar de novo, não! Ela perdeu uma e já foi procurar, fez uma faxina, tirou o pó, arrastou móveis, e não se conformou até que encontrou sua dracma.
Então reaja, antes que a situação se torne irreversível.
Pr. Edvanderson
O charreteiro
Era uma vez, num reino ‘tão tão’ distante, estava havendo um concurso para selecionar o novo condutor de charretes da família real. Esses eventos eram badalados, o reino costumava ir para assistir.
O primeiro condutor passou com a charrete a 10cm do penhasco, e todos aplaudiram a habilidade daquele homem. O segundo condutor passou tão perto do penhasco, que a metade da roda da charrete dava para o abismo, a outra metade estava no chão... as pessoas ficaram de pé para aplaudir. O terceiro condutor passou a 500m de distância, causando estranheza em quem observava.
O rei então chamou aquele homem e disse: “como você espera vencer este concurso passando tão longe do abismo e sem demonstrar qualquer habilidade?”
O condutor respondeu: “se eu sei que tem um grande abismo ali, passarei o mais distante possível. Não é prudente arriscar tanto apenas para demonstrar uma habilidade.” O rei o contratou pois, para conduzir sua família, preferia alguém prudente do que habilidoso.
Todas as pessoas possuem fraquezas, que são os abismos da vida: desonestidade, infidelidade, pornografia, mentira, e etc. Alguns flertam com essas fraquezas, passando bem perto delas, crendo que, quando quiser, conseguirá dizer ‘não’. Mas quem flerta com o abismo, uma hora acaba caindo... é inevitável. Por isso, não dê chance para o azar, não brinque com o perigo... “nenhum incêndio começa grande”.
Pr. Edvanderson
O conto texano
Há um velho conto texano sobre uma professora que estava ajudando um de seus alunos do jardim a colocar suas botas de frio. Ele pediu ajuda, e ela conseguiu entender por que pedia. Mesmo com ela puxando e o menino empurrando, as pequenas botas não queriam entrar. No momento em que tinham conseguido colocar a segunda bota, a professora já estava suando. Ela quase chora quando o pequeno disse: “Professora, estão ao contrário”. Ela olhou e realmente estavam.
Não foi nada fácil tirar as botas. Tentou se manter calma enquanto os dois trabalhavam juntos para colocar mais uma vez as botas, desta vez no pé correto. Depois o menino disse: “Estas não são as minhas botas”.
A professora mordeu a língua e em vez de gritar na cara do menino, pensou: “Por que não me disse antes?”.
Mais uma vez, ela lutou para ajudar o menino a tirar as botas dos seus pés. Quando conseguiram tirar, ele disse: “São as botas do meu irmão. Minha mãe me fez coloca-las”.
Agora, ela não sabia se ria ou chorava, mas conseguiu se armar da coragem e da graça que restavam para lutar e colocar as botas mais uma vez.
Depois disso, enquanto ajudava o menino a colocar o casaco, ela perguntou: “Agora, onde estão suas luvas?”
O menino disse: “Eu coloquei no fundo das minhas botas.”
Pode parecer engraçado que o menino fornecesse pedaços de informações que teriam sido de maior ajuda se as dissesse todas juntas, mas nós fazemos o mesmo quando conversamos com nosso cônjuge ou filhos e depois nos perguntamos como podem não entender o que queremos. Falamos as coisas pela metade, sem contexto, ou pior, pensamos que eles são capazes de adivinhar o que se passa em nossas cabeças... e isso é impossível.
Boa comunicação vai evitar grandes problemas com botas e luvas dentro do seu relacionamento.
(Conto extraído do livro “Coloque-se no lugar dele, coloque-se no lugar dela”.
Pr. Edvanderson
Jefté
Jefté era um juiz, que foi escolhido por Deus para a missão de lutar contra os amonitas. Quando Jefté estava se preparando pra essa batalha, ele fez um voto a Deus, uma promessa: “se eu vencer os amonitas, oferecerei em holocausto a primeira pessoa que sair da minha casa ao meu encontro após a batalha.
Então, sob a liderança de Jefté, o exército venceu os amonitas, e ao voltar para casa, sua única filha saiu para receber o pai toda feliz, com danças, com tamborins. Jefté lamentou profundamente, mas cumpriu o voto que fez. Esta história está no livro de Juízes, capítulo 11.
Jefté fez um voto de tolo: como é que um pai de família pode prometer algo deste tipo? Em primeiro lugar, Deus não requeria sacrifícios humanos, em segundo lugar, o homem tinha esposa e uma única filha! Inevitavelmente ele iria sacrificar alguém muito importante neste voto!
Pelo sucesso de sua empreitada, de sua batalha, Jefté resolveu sacrificar sua família. Jefté se tornou líder e príncipe em Gileade, mas a que preço?
Certamente você acha Jefté um louco por oferecer sacrificar sua família pelo sucesso, mas se você trabalha em excesso, mais do que precisa, apenas pela ânsia de ter mais, de comprar mais, de crescer na empresa. Ou se você fica enfiado dentro de uma igreja de domingo a domingo, e não dá valor ao seu primeiro ministério, que é sua família, então desculpe te informar, mas você é como Jefté... você também está sacrificando sua família...
Repense suas prioridades.
Pr. Edvanderson
Aquela mulher
Aquela mulher recebia elogios frequentes do Ricardo, um colega do trabalho. Se ela fazia a unha ele reparava, se cortava o cabelo, ele elogiava o corte, se comprava uma roupa nova, ele percebia e dizia que tinha ficado perfeita no corpo dela. Em alguns momentos, Ricardo fazia questão de destacar o quão inteligente ela era, ou de quão cheiroso era seu perfume.
Mas ao chegar em casa, seu marido reclamava da comida, das notas escolares dos filhos, nunca notava mudanças na esposa. Era ríspido em alguns momentos, criticava o corpo, o cabelo e a inteligência da esposa, nunca elogiava, nunca reconhecia o que de bom ela fazia.
Houve um momento em que aquela mulher se sentiu tentada quando recebeu um convite para um jantar com o Ricardo, mas pelo seu caráter não cedeu ao impulso que sentia. Ela entendia que ser tentada era bem diferente que ceder àquela tentação.
Essa pode ser uma história fictícia, mas é mais comum do que se imagina, e não existem Ricardo’s apenas no trabalho, mas na academia, na ginástica, no clube... e isso é algo que pode abalar um relacionamento. É i-ne-vi-tá-vel que a mulher deixe de comparar o que recebe na rua, e o lixo que ouve dentro de casa. Comportamentos tão diferentes entre esses dois homens podem (podem) provocar frustração, infidelidade e divórcio...
Como você tem alimentado o emocional de seu cônjuge? “Ah, já temos 20 anos de casados, não precisa mais disso”... quem disse? Seu cônjuge deixou de se importar com palavras que ouve? Deixou de sentir emoções?
Depois não venha dizer que ‘de repente’ o casamento acabou! Esse ‘de repente’ já pode estar acontecendo a muito tempo. A gota d’água final pode estar bem próxima de cair.
Palavras podem ser usadas para o bem ou para o mal. Se seu cônjuge é para sempre, então será que não vale à pena investir neste relacionamento usando as palavras para o bem?
Cônjuge bem alimentado emocionalmente vai na Faixa de Gaza por você. O mal alimentado não vai nem ali na esquina.
Pr. Edvanderson
Aquele homem
Aquele homem estava voltando de um encontro com amigos. Sua esposa tinha acabado de envergonhá-lo em frente aos amigos com uma piada de muito mal gosto. Esse homem era sempre inferiorizado na sua inteligência, era menosprezado na sua sexualidade.
Aquele homem, quando tentava corrigir os filhos, era sempre desautorizado pela esposa em frente a eles. Qualquer decisão que o homem tentava tomar, a mulher mandona e autoritária mudava tudo.
Aquele homem era comparado com amigos, sempre ficando aquém em relação a eles.
Este homem, aos poucos, foi perdendo o interesse em estar junto. Não sentia mais atração sexual por sua esposa. Já não tentava corrigir os filhos temendo ser ridicularizado de novo. Evitava ir às festas com amigos pois não queria ser envergonhado novamente. Enfim, o afastamento foi aumentando dia após dia, até que um dia decidiu que era o fim do relacionamento.
A mulher tornou-se uma ex-mulher carrasca, os filhos sofreram a separação, o homem chorava por não estar mais tão próximo dos filhos. Desastre total.
Esta é uma história fictícia, mas muito comum nos lares. Mulheres que se tornam autoritárias, extremamente dominantes... às vezes até por uma falta de iniciativa masculina, o que não justifica.
Pesquisas mostram que uma das coisas mais importantes requeridas pelos maridos é RESPEITO. Verdade! Pode pesquisar! Quando os homens não se sentem respeitados, tudo dentro dessa relação começa a perder o interesse, começa a perder o sentido.
No caso de lares como este, é fundamental um choque de mudança radical antes que o choque de um divórcio apareça. Poucos são os homens que suportam isso por muito tempo.
Seu casamento pode estar por um fio, e você nem imagina.
Pr. Edvanderson
A morte do amor
O Pr. Silmar Coelho diz: “O amor nunca morre de causas naturais, o amor morre por que as pessoas não sabem reabastecer a sua fonte. Ele morre de cegueira quando um não enxerga as virtudes do outro, mas enxerga todos os defeitos. Morre quando os erros não são admitidos, não são confessados e não são abandonados. O amor morre através da traição, da infidelidade, que deixa o outro sem chão, ressentido, anulado, se sentindo sem valor. Morre quando alguém só pensa no prazer sem se importar com a dor que provoca. Morre com o orgulho, quando empaca, quando não volta atrás, não se move para a reconciliação, não diz que ama, não admite que precisa do outro.
O amor morre por causa das feridas não tratadas. Quando a mágoa é cultivada, quando o perdão está ausente. Morre de solidão, de atrofia, de fome, de tristeza, esperando sempre um gesto de atenção que nunca vem, recebendo migalhas de amor dividido com o colega, com o futebol, com o trabalho. Morre pela falta de disposição em resolver os conflitos, através da má vontade, não quer sanar diferença, interpretar as palavras e atitudes do outro ao invés de ouvir de verdade.
O amor morre de desgosto quando se vê trocado por coisas, ao ver que não tem importância, ao perder a primazia, ao não receber a honra que merece. Morre quando para de dar e passa a exigir. Quando cobra a felicidade sem estar disposto a oferecer. Morre quando abandona o carinho e cultiva a cólera gritando palavras que cortam mais que navalhas e ferem no fundo da alma como espadas.
Morre quando prefere a companhia de estranhos. Quando sufoca, quando cobra, quando agride. O amor morre quando deixa de ser um servo e passa a ser um senhor cruel e ditador.
O versículo de I Pe 4:8 diz – “Sobretudo, amem-se sinceramente uns aos outros, porque o amor perdoa muitíssimos pecados.” Seu amor está saudável ou está morrendo?
Pr. Edvanderson
A borboleta e o casulo
Um certo homem viu quando uma borboleta lutava para sair do casulo e, com pena, decidiu ajudar. Ele cortou a abertura do casulo para facilitar a saída da borboleta. Então ela saiu facilmente, mas suas asas ficam encolhidas, murchas e sem força. Ela passou o resto da vida rastejando, incapaz de voar, porque o esforço da saída era crucial para o fortalecimento de suas asas. A dificuldade para sair do casulo é um processo natural que fortalece o corpo e as asas da borboleta para o voo.
Aprendemos com isso que os obstáculos nos fortalecem: se você está passando por dificuldades no seu relacionamento conjugal, abrir o casulo, isto é, abandonar o barco não vai te ensinar lições conjugais importantes, então você não terá habilidades para se manter em qualquer outro relacionamento que vier a ter.
Está difícil o relacionamento com seu filho? Enfrente a dificuldade agora e voem juntos depois.
Não queime etapas: Tentar evitar dificuldades ou acelerar processos pode prejudicar o o desenvolvimento como cônjuges, pais, filhos, irmãos, e etc.
Só vive o propósito quem suporta o processo. Tenha paciência, resiliência e você sairá mais forte todas as vezes que vencer as dificuldades.
Pr. Edvanderson
A aranha e o gafanhoto
Um certo gafanhoto pousou numa teia de aranha. Ficou tranquilo ali por um tempo. A aranha deu uma volta com a teia no gafanhoto e ele disse: “sou forte, quando eu quiser eu saio daqui”. A aranha deu duas voltas, e o gafanhoto disse: “quando eu quiser eu saio daqui”. Assim a aranha foi dando voltas, e o gafanhoto autoconfiante permaneceu tranquilo, tranquilo. Então, em algum momento o gafanhoto resolveu sair, mas era tarde. A teia da aranha o havia prendido de modo que ele já não podia mais sair, e já era, foi o fim do pobre gafanhoto.
Às vezes vivemos situações em que somos autoconfiantes em situações de perigo: flertamos com tentações, com nossas fraquezas, mas estamos dizendo: “sou forte, quando eu quiser eu saio daqui, quando eu quiser eu fecho este site, quando eu quiser dou um basta no flerte, quando eu quiser paro com os ‘amassos’”, e assim muitas pessoas estão se perdendo, caindo nas “teias da aranha”, perdendo sua pureza, perdendo sua reputação, perdendo dinheiro, perdendo suas famílias, perdendo a felicidade.
Todos possuem suas “aranhas”, aquelas fraquezas que se não vigiarmos, elas virão e nos prenderão, até o ponto de não conseguirmos mais sair. Então não flerte com suas concupiscências, ou elas te levarão para o fundo do fundo do poço.
Pr. Edvanderson
Pobre homem rico
Havia um homem, hoje na casa dos 80 anos, que trabalhou até pouquíssimo tempo atrás. Embora não precisasse trabalhar tanto, costumava sair bem tarde do serviço, e ainda levava trabalho para casa nos finais de semana.
Guardava dinheiro, investia em imóveis, e estava sempre conquistando patamares mais altos na empresa.
Um dia, sua esposa pediu o divórcio. Não aguentava mais ser “viúva de marido vivo”.
Quando ela foi questionada por ele, ela disse: “Não tivemos lua de mel pois você preferiu trabalhar. Durante a gravidez, precisei de apoio e minha mãe teve que me ajudar. Quando nossos filhos eram recém-nascidos, não tive sua ajuda, vivo sem você até nos finais de semana... cansei de implorar por tempo de qualidade.”
Quando o homem perguntou a seus filhos por que eles preferiam morar com a mãe, eles sinceramente responderam: “Pai, o senhor nunca foi presente em nossas vidas. Nunca foi nas apresentações da escola, não assistia a nenhum dos nossos jogos de futebol. Enquanto crescíamos e tínhamos nossas questões e dificuldades, tínhamos apenas a mãe para nos apoiar. Nunca separou um tempo para brincar conosco. O senhor não nos viu crescer.”
Aquele homem achava que dinheiro, posses e imóveis eram o mais importante, mas nenhum sucesso na vida compensa o fracasso de um lar.
Ele ganhou muito dinheiro, mas perdeu sua família. Ele não se deu conta que tudo o que o dinheiro pode comprar é barato. O que realmente importa é aquilo que dinheiro não compra.
O exemplo que dei agora foi o trabalho em excesso, mas existem muitas coisas que podem se tornar prioridade para homens e mulheres em detrimento de suas famílias: futebol, amigos, igreja, enfim, qualquer coisa que fique entre você e sua família.
Mais do que presentes, sua família deseja sua presença!
Investir em dinheiro e deixar de investir na família é suicídio familiar.
Dinheiro, posses, tudo isso é bom, mas é preciso haver equilíbrio, ou a tragédia do divórcio pode acontecer.
Pr. Edvanderson
O biquinho do pão
Um casal completava cinquenta anos de casado. Daí perguntaram ao marido qual era o segredo de ter um casamento tão saudável por tanto tempo, então ele respondeu: “Sabe o biquinho do pão? É a minha parte favorita. Por cinquenta anos, todas como manhãs, eu tenho dado o biquinho para ela”. Então fizeram a mesma pergunta para a esposa, e ela disse: “Sabe o biquinho do pão? Eu odeio! Mas por cinquenta anos eu tenho aceitado sem reclamar”.
Podemos tirar várias lições desta historinha, mas quero destacar duas apenas:
A primeira: vemos sa-cri-fí-cio neste casamento. Por cinquenta anos ele abriu mão daquilo que gostava por amor, e ela também abriu mão de sua vontade por ele. O que é sacrifício? Digamos que está extremamente frio, eu tenho dois casacos, e alguém ao meu lado está tremendo. Eu lhe ofereço um casaco e fico com um. Isso não é sacrificar, é dar. Mas se eu só tenho um casaco e o entrego, estou sacrificando. Esse casal é um exemplo de sacrifício.
A segunda lição: o casamento podia até ser maravilhoso como diz na história, mas a comunicação estava péssima! Como assim ela nunca disse que não gostava do biquinho do pão? E como ele nunca perguntou? Num relacionamento precisamos ser muito claros sobre tudo, se não o que vai acontecer é exatamente isso: um pensa que está agradando e o outro está odiando, mas calado.
Desenvolvam o sacrifício na sua relação, mas também treinem a boa comunicação.
Itens inegociáveis num relacionamento.
Pr. Edvanderson
O náufrago
Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Durante a viagem, quando sobrevoava o mar um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no mar. Aquele homem conseguiu se agarrar em um tronco que o mantinha em cima da água até que chegou a uma ilha não habitada. Ao chegar à praia, cansado, agradeceu a Deus pelo livramento. Ali ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas, aí, com troncos e folhas construiu uma casinha para ele.
Um dia, o homem estava pescando e ao voltar para sua casinha, ficou arrasado ao ver tudo incendiado. Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos: "Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo? O Senhor não tem compaixão de mim?"
Foi então que levantou a cabeça e viu um barco vindo lá longe. Alguns homens desembarcaram e o náufrago perguntou: “como vocês me acharam aqui?”, e eles disseram: "Você foi muito inteligente. Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro, então o capitão ordenou que o navio parasse e nos mandou vir te buscar."
Às vezes vivemos situações que parecem mostrar que Deus nos esqueceu, que Ele não se importa com nosso sofrimento. Parece até que tudo acontece ao contrário do que desejamos. Mas em João 13:7 Jesus diz: “Você não compreende agora o que estou fazendo a você; mais tarde, porém, entenderá.”
Então o que nos basta é confiar nEle. Mesmo que tudo pareça estar desabando... Ele sabe mais que nós mesmos o que é melhor para nós. Ele te ama e nunca sairá do seu lado.
O Salmo 37:5 diz "Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele e o mais Ele fará".
Pr. Edvanderson
Saudade de mãe
Crédito: @caosecronicas
Esse texto é pra aquela mãe que sente saudade. Olha só.
Há dias em que o passado sussurra baixinho. No álbum da memória, ela guarda fotos que ninguém mais vê. O cheirinho do cabelo lavado. O som das risadinhas ecoando pela casa. O pequeno corpo adormecido no peito. Eles cresceram. Cresceram diante dos olhos atentos.
Devagar e depressa, tudo ao mesmo tempo. Trocaram o colo pelo chão, o chão pela bicicleta, a bicicleta pelos próprios caminhos. E um dia seguiram. E ela ficou. Ficou entre os quartos arrumados demais, pratos a menos na mesa, silêncios que antes eram preenchidos por um “Mãe, olha aqui!”
A saudade veio, veio de mansinho, no meio da tarde, quando as mãos arrumaram a cama desfeita, quando os olhos pousaram numa fotografia antiga, quando o coração sentiu falta, até do barulho, porque às vezes a ausência faz mais barulho do que a presença. Ninguém te contou, mas a maternidade...
É um livro de despedidas lentas. Cada vitória deles foi um passo para longe. Cada conquista, um voo mais alto. E cada nova liberdade, um pedacinho dela. Ficava ali, quieto, esperando. Mas foi assim que eles cresceram. Porque encontraram confiança no abraço dela.
Voaram porque tiveram onde pousar. Sonham porque adormeceram tranquilos num colo seguro. E hoje levam no peito tudo o que foi semeado. A maternidade não terminou. Ela apenas mudou de forma. Agora mora num “mãe, pode vir?”. Ou num abraço rápido no meio da correria. Num olhar cúmplice entre compromissos.
Num amor que nunca esquece o caminho de casa. Eles cabem menos nos braços, é verdade. Mas ocupam cada vez mais o coração. Porque amar é essa arte estranha de guardar no peito e deixar partir. E entre tantas despedidas, há algo que nunca muda. O amor que ela plantou, sempre sabe voltar.
Pr. Edvanderson
O Legado Invisível
Você já parou para pensar que o seu casamento é a primeira escola do seu filho?
É dentro de casa que eles aprendem o que é casamento e família. Sem que você diga uma palavra, eles estão absorvendo tudo.
Lembre-se sempre: Para os meninos, o exemplo do pai é o manual de instruções. Eles tendem a repetir exatamente o que veem, replicando o comportamento com as futuras esposas.
Para as meninas, o que ela vê em casa se torna o "padrão de normalidade". Se ela vê desrespeito, ela aprenderá a aceitar isso como parte do relacionamento.
Se o padrão atual está baixo, a responsabilidade de elevar a régua, o padrão, é sua. Não espere que o mundo ensine a eles o que é um amor saudável se eles não o virem na prática.
Pare por um segundo e reflita com honestidade: Pai, se a sua filha se casasse com um homem com o seu exato caráter e temperamento, você ficaria em paz? Mãe, se o seu filho se casasse com uma mulher que tratasse ele exatamente como você trata o pai dele, você ficaria feliz por ele?
O seu casamento não é apenas sobre você. É sobre a herança emocional que você está deixando para a próxima geração.
Palavras convencem, mas o exemplo arrasta.
Mude o hoje, para que o amanhã deles seja realmente incrível.
Pr. Edvanderson
Reino dividido
A Bíblia diz que todo reino dividido internamente não permanece (Lc 11.17). O projeto “Torre de Babel” também não foi em frente por que aquelas pessoas não falavam a mesma língua, não havia unidade, não existia senso comum.
Muitos casamentos e lares ontem unidos com tanto amor, hoje não estão conseguindo se manter de pé por que não tem havido consenso, palavras ditas não são entendidas da mesma maneira pelo outro, um fala a, o outro entende z.
Ou o casal busca uma boa comunicação, um bom entendimento, melhorar o diálogo, se manter unido e forte, ou vão ver o “reino” se dividir... a “Torre de Babel” se repetir, só que agora no seu relacionamento...
Pr. Edvanderson
Quando procurar ajuda
A terapia de casal pode ser usada preventivamente e corretivamente. Preventivamente é quando o casal está bem, mas quer aprimorar seu relacionamento, fazer um checkup, conhecer ferramentas da terapia de casais que existem com o intuito justamente de evitar que problemas maiores surjam. E a terapia pode ser ‘corretiva’ quando a situação já complicou e precisa de ajustes maiores.
Infelizmente raríssimos são os casais que procuram terapia preventiva. Na verdade, pra mim é como caviar: nunca vi. Geralmente só procuram, e quaaaandddooo procuram, a coisa já está feia, às vezes quase sem chance de solução. A dica importante aqui é não deixar a relação se deteriorar demais para procurar ajuda. Se vocês deixarem a relação se desgastar, quando a ajuda chegar pode ser tarde demais.
Então, quando vocês verem que não estão conseguindo lidar com as situações, com os problemas, procurem ajuda. Não economizem com isso.
O divórcio é bem mais caro que a terapia, principalmente se houver filho nessa família, e quando eu falo em caro, não estou falando apenas de dinheiro.
Pr. Edvanderson
Toque
Cafuné, massagem, andar de mãos dadas, carinho... Os casais estão perdendo esse contato pele com pele. O celular está roubando o tempo e o toque no outro. A correria do dia-a-dia tem acabado com estes momentos.
Às vezes o contato só acontece quando há interesse sexual, e isso é lamentável. O toque físico é uma das linguagens de amor, e muitos não estão se sentindo amados por que não são tocados. É tempo de resgatar o tempo do namoro, láááááá onde pele na pele e beijos de língua até passavam dos limites, - não era -?
Pr. Edvanderson
Problematização
Problemas todos nós temos, mas alguns tem o dom de problematizar tudo: amplificam os problemas do trabalho, de casa, com os filhos, pais, com a política, abandonam a gratidão e passam a viver reclamando. Mas perceba uma coisa interessante: nós vemos muitos problemas em nossas vidas, até que surge um grave problema de saúde... aí passamos a ver só ele, mais nenhum. Os outros perdem a importância. Passamos a relevar mais as situações contrárias da vida por que agora há algo maior pra se preocupar.
Agora; se podemos relevar essas situações num momento de sofrimento, por que não tentamos fazer o mesmo agora mesmo? Será que não é hora de parar de amplificar os problemas que você tem para viver uma vida mais leve, menos estressante, cultivando uma vida de gratidão por tudo que está dando certo?
Pr. Edvanderson
Trair compensa?
Pra começar a responder isso, precisamos entender que quem trai, na verdade, é vítima da própria fraqueza, tanto de caráter, quanto emocional, de sua própria carência, de seus próprios impulsos, e etc.
Os motivos são os mais diversos: para se provar ainda desejável, por que está insatisfeito com o seu relacionamento, ou algo que ele não consegue resolver dentro de si mesmo, fuga da realidade, imaturidade emocional, doença emocional, e por aí vai. Mas é preciso ficar bem claro que o preço de uma traição é algo caro demais pelo pequeno e curto momento que ele proporciona: destruição da confiança, danos irreparáveis ao parceiro(a), divórcio, sofrimento incalculável nos filhos por conta de um divórcio, desarranjo financeiro, perda da credibilidade na família estendida e na sociedade, alianças espirituais que são criadas... e até infecções sexualmente transmissíveis.
Se você tem tido pensamentos recorrentes quanto a isso, é um sinal de que o seu matrimônio está precisando de atenção. Verifique como anda seu relacionamento, blinde seu casamento, fortaleça o que está precisando de atenção, tenham um diálogo franco sobre isso, mas não destrua aquilo que um dia você tanto desejou.
Nenhum prazer neste mundo compensa o fracasso de um lar.
Pr. Edvanderson
Sinais
A vida dá sinais: a febre é um sinalizador de que há algo de errado no seu corpo! Será que seu casamento está com febre? Será que você não está tratando essa “febre” apenas com ‘dipirona’, mas está esquecendo de tratar do real problema que está ocasionando essa febre? Paliativos não vão resolver a raiz do problema!
A dor é outro sinal. Se você não sentisse dor, poderia perder uma perna, uma mão, até morrer sem saber por que. Quando você põe a mão em algo quente, há um estímulo em você sinalizando que há um perigo ali, que você precisa se afastar. É a dor que não deixa você morrer de apendicite, por exemplo.
Você precisa sentir, perceber o que está acontecendo no seu relacionamento. Se você não fizer isso, ou mesmo se perceber mas ignorar, você pode estar contribuindo para afundar de vez sua família. Fique atento aos sinais, aja na raiz do problema e impeça o pior de acontecer.
Pr. Edvanderson
O poder dos elogios
Um dos motivos que leva a pessoa a uma relação extraconjugal (entenda que não é justificativa, mas acaba sendo um motivador) é a tentativa de provar a si mesmo que ainda é desejável, atraente e valioso ao sexo oposto. O marido, ou a esposa, que constantemente recebe afirmações e atitudes carinhosas do seu parceiro, não precisa recorrer a essa estratégia.
Ás vezes dentro de casa são só reclamações, sem nenhum elogio ou reconhecimento. Não há um diálogo saudável. Daí a pessoa encontra outra lá fora que dá atenção, que reconhece, que elogia, às vezes nem é sincero, mas ELOGIA, e a pessoa fragilizada acaba caindo nas lábias de um aproveitador, ou de uma oportunista.
Então elogie, reconheça os esforços do outro, valide o outro, defenda do ataque de outras pessoas... enfim, seja a melhor versão que um cônjuge pode ser.
Pr. Edvanderson
O primeiro curso pré-nupcial
Você sabia que o primeiro curso pré-nupcial que os filhos fazem é observando a vida conjugal dos pais? Levando isto em consideração, o que seus filhos estão aprendendo: carinho, empatia, companheirismo, expressões de amor, amizade, oooouuuuu brigas constantes, egoísmo, infidelidade, embriagues, gritaria, violência física, verbal e psicológica, etc?
Quando seu filho for escolher uma esposa, ele vai procurar alguém com as características de sua mãe? Ou uma que seja o oposto? E sua filha? Terá como parâmetro de marido o pai? Ou qualquer coisa serve, afinal, ‘homens são todos iguais’?
Pr. Edvanderson
Permissão!
Permissão para discordar!
Não sei se você já percebeu, mas a cada dia que passa estamos mais tolhidos de falar o que pensamos à respeito de quase tudo. Experimenta se posicionar de um lado qualquer, e você vai experimentar a ira dos que pensam diferente: isso é sobre tudo: raça, sexo, política, futebol, religião, a guerra entre judeus e palestinos, e etc. E você não precisa falar nada criminoso para ferir estas pessoas nããããooooo. Basta falar de sua opção, do seu posicionamento - e pronto! Xingado, cancelado, rotulado, achincalhado...
E a contrapartida? Será que só um grupo é o supremo detentor dos direitos de expressar sua opinião, suas crenças e posicionamentos?
Chega de mi-mi-mi gente; respeite e seja respeitado.
Expresse sua liberdade de expressão, respeitosa e empaticamente, mas também escute da mesma forma.
Simples assim.
Pr. Edvanderson
O peso do perdão
C.S. Lewis uma vez escreveu que o perdão é uma ideia linda... até que você tenha algo para perdoar. Já parou pra pensar nisso? É fácil pregar a paz quando o mar está calmo. É bonito falar sobre 'deixar ir' quando a ofensa não foi com a gente. Mas, quando dói na pele, a teoria vira fumaça.
Perdoar não é sentir um 'clique' mágico e esquecer o que aconteceu. Perdoar não é um sentimento: “Nossa, acordei hoje com uma vontade de perdoar alguém”, não! Na verdade, o perdão é um trabalho árduo, diário. É decidir não carregar o lixo de outra pessoa na sua mochila.
Perdoar é uma decisão: mesmo que o coração não deseje, você faz a razão comandar e então decide que precisa perdoar, e só então, o perdão começa a acontecer.
Lembre-se: O perdão é para você, não para o outro.
Pr. Edvanderson
O Garfo
Um casal à beira da separação convidou um amigo terapeuta para jantar e dar uns conselhos que pudessem ajudar a evitar o divórcio. O terapeuta foi até lá, jantou com eles, aconselhou e deixou um livro best seller com muitas lições para ajudar casais em crise.
Um ano depois o casal o chamou novamente para comunicar que tinham dado entrada no divórcio. Na ocasião o casal aproveitou pra perguntar à ele: No dia que você jantou com a gente, demos falta do garfo que você usou. Você o levou? E o terapeuta respondeu: coloquei dentro do livro que emprestei pra vocês lerem sobre como evitar esse divórcio que agora vocês enfrentam.
É exatamente isso que vejo em 90% dos casos que atendo. As pessoas vêm ao consultório, mas só querem ter suas ideias validadas, só querem que o outro mude, e não aceitam nada diferente daquilo que eles já trouxeram em seus pensamentos. Daí não adianta nada. Estão gastando dinheiro e tempo à toa.
Se você quer ter um processo terapêutico de qualidade, abandone suas certezas, e questione seus comportamentos, suas crenças. Desconstrua-se para ser reconstruído melhor que antes.
Pr. Edvanderson
Musgo ou orquídeas?
O Pr. Telmo Martinello conta a história de um alpinista que foi ao alto de uma montanha gelada, muito frio e neve, e quando estava descendo dessa montanha pegou uma casca de uma árvore com um musgo verde, colocou na sua mochila e desceu.
Chegando em casa, desfez a mochila e colocou essa casca de árvore no jardim e esqueceu dela. Passadas algumas semanas ele voltou lá, só que ele não achou um musgo mais, ele achou um buquê de orquídeas.
Aquele musgo agora pegou sol, luz, vento e por isso brotou.
Era a mesma casca, o mesmo musgo. O que mudou? O ambiente.
Homem, mulher, vocês têm o cônjuge que estão construindo. O ambiente que você gerar vai definir se seu marido ou sua esposa será um musgo ou um buquê de flores.
Quando marido e mulher estão em casa, qual o ambiente que proporcionam um ao outro?
São estes momentos que vão definir o ambiente que fará florescer musgo ou orquídeas.
Pr. Edvanderson
Não gostam de você!
A maioria das pessoas não gosta de você! Sinto muito!... elas gostam do que você faz, das suas utilidades. Sua importância para maioria das pessoas é muito definida pelo que você pode fazer ou oferecer a elas. Quando você não puder mais fazer, só deve sobrar sua família, quem vai estar lá do seu lado é sua esposa, seu marido, seus filhos, seus pais, e pouquíssimosíssimosíssimos amigos verdadeiros... Então não deixe sua família de lado por nada ou por ninguém! Sua família é prioridade! Sempre!
Pr. Edvanderson
Matéria prima do milagre
Me deixa te dar uma boa notícia: o que você está vivendo na sua família e chamando de ‘crise’, Deus está dizendo: ‘essa é a matéria prima do milagre que vou fazer na sua casa’.
A crise no seu casamento será um testemunho que fará pessoas serem edificadas e cobertas de esperança. Aquilo que você pensa não ter jeito, do nada Deus vai criar um caminho, assim como Ele criou um caminho no meio do mar, lembra?
Se você pensa que não tem saída, que é o fim da linha, não se esqueça que Deus tem a última palavra! Pra isso você precisa viver Salmo 37:5 – “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle, e o mais Ele fará”.
E as pessoas vão olhar pra vocês e vão dizer: “como assim? Aquele casal não estava se separando? Aquela família não estava aos pedaços? Como pode agora ser um lar restaurado?” E vocês dirão como em Josué 24:15: “eu e minha casa serviremos ao Senhor!”
Pr. Edvanderson
Leito de morte
No leito de morte ninguém pede um computador para enviar um último e-mail.
No leito de morte ninguém quer fazer uma reunião na empresa.
Ninguém diz: puxa, podia ter comprado um carro melhor! Feito mais hora extra! Não!
Inúmeras pessoas que acompanharam doentes terminais escreveram sobre isso. O que uma pessoa em seus últimos momentos quer é ver a família, dar um último abraço nos filhos, se despedir dos pais, dar um beijo no cônjuge.
Geralmente dizem: “devia ter passado mais tempo com meus filhos”... “ah se eu pudesse voltar atrás”. “Conversaria mais à mesa e deixaria o celular de lado!”
No leito de morte, família é o que realmente importa.
Mas por que passamos a vida sem priorizar o que é mais importante? Por que deixamos essa priorização para os momentos finais?
Hoje é o melhor dia para você tomar uma atitude à respeito.
Pr. Edvanderson
Mudança de ótica
Extraído do livro “Casamento Blindado”
Stephen Covey conta que um dia estava no metrô, sentado, e calmamente lia o jornal. Na parada em uma das estações, entrou um pai com dois filhos muito travessos e se sentou ao lado dele. Os garotos não paravam. Pulavam, corriam para lá e para cá, falavam alto, e imediatamente tiraram a paz de todas as pessoas no vagão. O pai, sentado e com os olhos fechados, parecia não ligar para o que estava acontecendo. Covey então não resistiu à indiferença do pai e, irritado, virou-se para ele e perguntou por que ele não fazia alguma coisa para controlar os filhos. O pai, parecendo notar a situação pela primeira vez, respondeu: “É verdade, desculpe-me. Saímos agora do hospital onde a mãe deles acabou de falecer. Eu não sei o que fazer e parece que eles também não...” Covey se desculpou e passou a consolar o homem. Imediatamente, toda a sua irritação contra o pai e as crianças desapareceu e deu lugar à em-pa-tia.
Mas o que transformou o comportamento do antes irritado Covey? Foi a maneira que ele passou a olhar a situação. Antes da informação dada pelo pai, Covey apenas olhava a cena pelas lentes de seus valores e princípios. “Como pode um pai permitir que os filhos sejam tão mal-educados? Se fossem meus filhos...” Mas depois da informação, sua maneira de ver mudou tudo. Note que não houve alteração nas pessoas: as crianças não pararam de se comportar mal, nem o pai fez nada para controlá-las. Apenas a ótica da situação mudou e, com ela, o comportamento de Covey.
Assim também é no casamento. Julgamos o outro, exigimos que ele mude, pois o vemos pelas lentes de nossas próprias experiências, valores e conceitos. Mas todo esse conflito acontece por que não entendemos nem atentamos para o que realmente está por trás de cada situação. Por isso, uma das primeiras atitudes que você deve tomar para transformar a realidade do seu casamento é mudar a sua ótica – para onde você olha, como olha, e como interpreta o que vê. O desafio é saber para onde olhar, pois nem sempre a raiz é tão fácil de identificar.
Pr. Edvanderson
Laranja podre ou banana verde?
Laranja podre é uma coisa: você não consegue recuperar, por mais que tente. É melhor jogar fora. Outra coisa bem diferente é uma banana verde: é dura, não dá pra comer, tem um sabor horrível, mas com as condições certas de tempo, temperatura e pressão, pode amadurecer e ficar muito boa.
Você precisa usar de discernimento, sabedoria, de inteligência para distinguir um do outro! A pessoa que você escolheu ou está pensando em escolher para passar toda a vida ao seu lado, para ser seu cônjuge, amigo, conselheiro, parceiro, cúmplice, amante, pais ou mãe de seus filhos, enfim, essa pessoa é uma laranja podre ou uma banana verde?
Pr. Edvanderson
Herrar é Umano
O historiador, professor e palestrante Leandro Karnal diz que a primeira família do mundo tinha apenas uma regra, e falharam. A família que tinha tudo para dar certo, viviam num paraíso, mas desobedeceram, mesmo estando tão pertos de Deus! Isso nos mostra que errar é da nossa natureza humana. Treinamos andar diariamente a tantos anos, e mesmo assim vivemos tropeçando...
A lição de hoje fala sobre a importância de aprendermos com os nossos erros, ressignificar tudo o que vivenciamos de ruim transformando em experiências para uma vivência futura mais sábia, com menos e menos tropeços. Não se justifique pelos seus erros senão você nunca vai mudar. Reconheça, assuma e enfrente o árduo caminho para a mudança!
Pr. Edvanderson
Incompatibilidade de gênios
Essa é a desculpa que muitos casais utilizam para se divorciar. Eu vejo como uma desculpa para a incapacidade de manter uma boa comunicação, ter empatia, maturidade, saber ceder em alguns momentos, negociar contratos conjugais, ou combinados conjugais, falta de respeito, de saber pedir perdão, perdoar, de abandonar o orgulho, e por aí vai.
Afinal de contas, gente, se fizermos uma rápida análise, todos, todos os casais, sem exceção, são incompatíveis em algum grau, ao longo da vida, vários fatores nos formaram como somos: um gosta de dormir com meia luz, outro no escuro total, um prefere churrasco, o outro comida japonesa, um gosta muito de falar, o outro de ficar calado, um quer namorar todo dia, o outro só no final de semana, um é religioso, o outro não, e etc... Todos somos incompatíveis em algum grau! Por isso então vamos todos nos divorciar? Claro que não!
Veja quais ferramentas são necessárias para ajustar algumas das suas incompatibilidades, até por que, se você se separar por conta delas, vai se casar com outra pessoa que terá outras incompatibilidades, talvez até piores... então, incompatibilidade por incompatibilidade, faça dar certo com seu cônjuge atual!
Pr. Edvanderson
Inteligência emocional seletiva
Existem pessoas que não respeitam o cônjuge. Possuem inteligência emocional para lidar com os aborrecimentos com os outros, mas não tem com a esposa e com os filhos. Às vezes o casal está discutindo alto, até gritando, daí o telefone toca e o cônjuge atende com a maior calma: “alô. Pois não. Oi fulano, tudo bem?” – Conseguiu mudar o emocional em segundos!
Por que não grita com o chefe?
Por que não ofende o policial que parou seu carro?
Por que não grita com o amigo?
Com eles consegue se controlar... Por que este controle emocional não pode existir no diálogo com o cônjuge? Com os filhos? Inteligência emocional seletiva? É isso? Escolhe onde e com quem vai usar?
Veja, ninguém deve ter mais do seu respeito, mais da sua paciência, mais do seu amor do que seu cônjuge, do que seus filhos.
Pr. Edvanderson
Gratidão
“Dêem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus.” I Ts 5:18.
Durante todo este ano você deve ter ouvido o quanto as pessoas sofreram ao seu redor e em todo o mundo afora, quantas famílias foram despedaçadas, quantas guerras, violência, quantas mortes, destruição, dor, mas em meio a tudo isto o Senhor te sustentou, te guardou, e por isso hoje você certamente tem motivos para dar graças.
Gratidão é um sentimento nobre, é algo que brota do interior reconhecendo um favor, benéfice, uma boa ação recebida de outro. Esse sentimento é característica fundamental na vida de todos nós, já que a Bíblia nos encoraja em diversos trechos a sermos gratos, inclusive em situações nas quais o ‘vento é contrário’, ou como disse na abertura: “... em todas as circunstâncias.”.
Por isso, neste dia seja ainda mais grato a Deus por tudo o que Ele te fez neste ano que acaba. Procure se lembrar de quantas vezes as mãos do Senhor te sustentaram, te protegeram. Lembre-se de sua família, emprego, alimento, paz, saúde, moradia – Lembre-se também que jamais teremos como saber de quantos ataques fomos protegidos por Deus. E mesmo que algo não tenha acontecido como você gostaria, lembre-se que nosso Deus sabe o que é melhor pra você, e Ele te diz: “... O que eu faço, tu não o sabes agora; mas depois o entenderás.” (Jo 13:7).
“Shakespeare costumava dizer que possuir um filho ingrato é mais doloroso do que a mordida de uma serpente.”
Que tipo de filho de Deus você é?
Pr. Edvanderson
Escute!
Certa vez um casal à beira da separação, chamou um pastor para conversar. Naquela reunião, marido e mulher queriam falar ao mesmo tempo, trocavam acusações, farpas, até que o pastor colocou ordem na conversa e permitiu que a esposa falasse, impedindo interrupções por parte do marido.
Depois foi a vez do marido falar, e quando a mulher tentava interromper, o pastor dizia que o tempo dela falar já tinha acabado, e que era a vez do marido. Quando o homem terminou de falar e o pastor pensou que seria o momento de aconselhar, o casal lhe disse: “Pastor, desculpe termos tomado seu tempo. Nós já nos ajustamos. Agora sim nós nos ouvimos e nos entendemos. Em casa não conseguíamos conversar pois tentávamos falar juntos, retrucar, acusar, trocar farpas, gritaria, mas aqui conseguimos realmente ouvir o coração um do outro, e já nos entendemos.”.
É justamente isso o que tem faltado em muitos relacionamentos: falar, se abrir, expor seu coração enquanto é atentamente ouvido; um por vez. Isso faz parte das regras de uma boa comunicação, e sem boa comunicação não há casamento que resista.
Pr. Edvanderson
Exposição
Talvez você conheça todos, ou quase todos os defeitos do seu cônjuge, mas não é por isso que vai expô-lo... se depender de você, as pessoas devem conhecer apenas as qua-li-da-des dele, os defeitos ficarão entre vocês, nos bastidores.
É muito feio quando as pessoas debocham do defeito do cônjuge entre amigos, que acaba se tornando motivo de chacota, de humilhação. Tem até pregadores e palestrantes que expõem o marido, ou a esposa, para fazer graça... isso é horrível.
Agora, se este ‘defeito’ é algo que está impactando negativamente o relacionamento e vocês não estão conseguindo resolver, um conselheiro idôneo, ou um terapeuta deve ser consultado... não é sua mãe, seu pai, irmão, colega de trabalho, é alguém que estudou para isso, alguém capacitado para oferecer ajuda.
Elogie em público, faça ajustes no particular... esse é o segredo.
Pr. Edvanderson
Gentileza gera gentileza
Às vezes somos tão gentis para os outros: fazemos um bolo para a vizinha, colocamos as melhores louças para as visitas, mas forramos a toalha de mesa mais velha para a família, respondemos mal nossos filhos, esposa, esposo, somos ríspidos, impacientes, o marido pede algo e a esposa diz: “você não tem mão não?” A esposa pede: “lava um copo pra mim?” E o marido diz: “já trabalhei o dia todo, vou lavar nada não”...
Quem somos de verdade só nossa família sabe, e se seu modo de tratar sua família em casa é diferente que na rua, então você é uma FARSA!
Não perca o melhor da festa... seus filhos vão crescer e vão voar... às vezes pra outra rua, outro bairro, mas às vezes para outro estado, outro pais...
Peça a Deus a alegria de cuidar da casa... trocar fraldas... lavar a louça... Um dia, na sua solteirice, talvez você tenha orado ou desejado uma casa sua, pra você cuidar, uma blusa do marido para passar... Deus te deu e você reclama!
O Pr. Hernandes Dias Lopes conta a de um marido que matou os filhos e depois se matou, a mulher ficou só e num mesmo dia enterrou toda a sua família.
Você tem uma família pra cuidar? Dê graças à Deus!
Seu cônjuge está pra chegar em casa, ou seus filhos? Borrife um perfume no ar... ponha uma música ambiente... cuidado nos detalhes... A Bíblia diz em Colossenses 3:23: “Tudo quanto fizer, faça de todo o coração, como para o Senhor".
Pr. Edvanderson
Esgoto
Tem gente despejando esgoto no casamento e esperando que ele se transforme num jardim! Isso nunca vai acontecer! E como é que se joga esgoto no casamento? Com falta de tempo de qualidade, com gritos, palavrões, ofensas, silêncio, infidelidade financeira, infidelidade conjugal, priorizações equivocadas, e o esgoto vai sendo despejado: mentiras, ciúme excessivo, críticas frequentes, egoísmo, indiferença, negligência emocional, sexual, e o dia-a-dia vai se tornando uma tortura. E tem mais: orgulho, falta de diálogo, qualquer tipo de violência, isolar o cônjuge dos amigos, da família de origem, sarcasmo, ironia, falta de romantismo, falta de gratidão, e assim o cônjuge nem tem prazer em voltar pra casa no final do dia. Prefere encher seu tempo livre com mais trabalho, com futebol, barzinho, tudo, menos ficar com a família.
Também, com todo esse esgoto, não tem jardim que floresça. Com atitudes como essas, não há casamento que resista. Ou nos policiamos para viver um CASAmento diário, ou um DEScasamento diário é o que teremos.
Pr. Edvanderson
Ele não é pesado
Em 1884, James Wells contou a história de uma garotinha carregando um menino já grande. Ao vê-la se esforçando, alguém perguntou se ela não estava cansada. Com surpresa, ela respondeu: "Não, ele não é pesado; ele é meu irmão." Interessante... apenas pelo fato dele ser irmão dela, ele deixou de ser pesado.
Quantas vezes achamos um fardo nossas tarefas domésticas diárias, nossos compromissos, nossas relações com familiares e o que precisamos fazer para manter as engrenagens de nosso lar funcionando. Chegamos até às vias das reclamações, e nos esquecemos que os que nos rodeiam são os filhos, o cônjuge, os pais, irmãos, e nosso amor por eles precisa transbordar a ponto de dizermos: “eles não são pesados, eles são minha família”.
Pr. Edvanderson
Entrelinhas
Mulheres geralmente falam nas entrelinhas. Quer um exemplo? “Minha amiga disse que aquela lanchonete ali tem um pão de queijo tão gostoso”. Aí o homem faz igual ao boi, “uhhh”. Daqui a pouco a mulher está chorando: “o que houve, mulher”. “Você não me ama. Eu queria tanto aquele pão de queijo e você não parou o carro.”
Homens tem a incapacidade de ler nas entrelinhas os desejos das mulheres . A dica que deixo é: “amor, dizem que o pão de queijo daquela lanchonete é maravilhoso. Você poderia parar ali para eu experimentar?”. Pronto! Bem claro. Sem margens para erro.
Homens, tentem com todas as forças aprender como se lê nas entrelinhas: o homem que domina esta técnica é bem-sucedido!
Pr. Edvanderson
Corrija a rota
Existem viagens em que estamos seguindo por um caminho no carro, orientados pelo GPS, e então num momento qualquer saímos da rota, entramos num lugar que não deveríamos. Lugar que pode nos levar até para o perigo. Você já deve ter visto matérias jornalísticas mostrando pessoas que foram mortas por problemas com o gps, e entraram em localidades que não deveriam.
No meio familiar, saímos da rota quando deixamos o romantismo, o respeito, o cuidado, a valorização, expressões de afeto, atenção, comunicação... é o início do fim! Neste momento a primeira coisa que é precisamos fazer é: RECONHECER que estamos fora da rota. Quando RECONHECEMOS o erro podemos traçar planos para RECALCULAR A ROTA: o que faremos? Vamos buscar um conselheiro, livros, mensagens no Youtube, encontro de casais, retiros, etc... vamos pedir ajuda!
Tem famílias morrendo por que não pedem ajuda. Existem situações que ou você grita por socorro ou vai ficar perdido pra sempre na estrada.
A escolha é de vocês! Corrija a rota!
Pr. Edvanderson
E eu?
Será que eu sou chato? Será que eu tenho sido grosseiro, ríspido, e tenho chamado isso de ‘sinceridade’ quando na verdade isso tem sido é uma tremenda falta de educação?
Será que eu sou parte dos problemas, mas não tenho assumido isso?
Será que meu orgulho tem me impedido de ver meus erros, daí só vejo os dos outros? Esses são alguns exemplos, existem infinitas outras perguntas que você pode SE fazer. Geralmente temos o hábito de ter dedos, flechas, armas apontadas para as pessoas que se relacionam conosco: são acusações, transferência de culpa... mas e a gente?
Mas seria muito, digamos, “terapêutico” se você ao invés de focar apenas no outro, pudesse se permitir focar um pouquinho em você também... numa introspecção honesta, profunda, talvez chata e dolorosa, mas fundamental para seu autoconhecimento, crescimento pessoal, conjugal e familiar.
Ninguém que acha que está bem ou sempre correto vai mudar nada! Ninguém que se acha perfeito vai sentir necessidade de mudanças! O caminho da mudança só é acessado por aqueles que percebem, sinceramente, que precisam entrar nele!
Pr. Edvanderson
Despreparo!
Pessoas estudam no ensino fundamental, técnico, médio, na faculdade, mestrado, pós-graduação, doutorado, Ph.D., cursinhos diversos e para diversas outras áreas, mas não têm tido a preocupação em fazer o mesmo para o casamento. Já percebeu? Total importância e preocupação com a vida profissional, mas a familiar que vai durar mais que a profissional – nem tanto.
Pensam que na vida a dois tudo será um mar de rosas, mas quando percebem que a realidade não é tão parecida com o que sonhavam e que não estão preparados adequadamente para a jornada a dois, então se frustram, se decepcionam.
Faça um curso pré-nupcial, participe de palestras, retiros, leia livros, assista vídeos, áudios, podcasts, invista nesta área tão importante... dê uma boa equilibrada nesta balança profissional x familiar, pois nenhum sucesso na vida compensa o fracasso de um lar!
Pr. Edvanderson
Casamento perfeito não existe.
Desculpa se você tinha essa esperança e eu te desiludi... somos imperfeitos, viemos de criações diferentes, passamos por experiências, traumas e aprendizados diferente, e quando tudo isso se junta dá faísca, é inevitável. Mas o que importa é como o casal administra estes conflitos. Somente com bom diálogo, amor, paciência, empatia, perdão e muito boa vontade é possível transformar ventos contrários em impulso para voar. Casamento perfeito não existe, mas um bom casamento é aquele em que o intervalo das discussões é grande - e a intensidade é pequena, e os motivos são realmente relevantes.
Pr. Edvanderson
Como serás lembrado?
Alguns fatos marcam a história de alguns personagens da história. Veja:
- Calígula, que foi o 3º imperador de Roma, é lembrado por suas muitas aventuras sexuais, inclusive com suas irmãs, e também por sua extrema crueldade.
- Judas Iscariotes é lembrado por sua traição. Inclusive, o nome ‘Judas’ é hoje um adjetivo que é usado para pessoas que são traíras, falsos.
- Joana d´Arc, que viveu no século XV é considerada grande heroína na França. Com apenas 17 anos de idade liderou tropas francesas em seu primeiro combate.
Poderíamos falar de Leonardo Da Vinci e sua completa genialidade e muitos outros que são lembrados por suas ações.
Agora preste atenção no que vou perguntar: Qual é a característica que marca você? Como você acha que sua família ou seus amigos consideram você? O que mais te marca? Sua fidelidade? Seu amor? Sua impaciência? Seu ego inflado? Seu companheirismo? Seu caráter? Sua vida irrepreensível? Seu super orgulho? Preconceitos? Como você será lembrado?
Se você ainda está respirando, talvez ainda possa mudar muita coisa. Comece pela sua casa, sua família.
Há uma oração que diz: “Que Deus me dê serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, coragem para mudar as que posso, e sabedoria para distinguir entre elas.”
Pr. Edvanderson
Catalisador humano
O catalisador utilizado em veículos serve, principalmente, para transformar gases poluentes e nocivos liberados pelo motor em material inofensivo que será liberado para a atmosfera.
Muitas pessoas à nossa volta estão expelindo suas toxicidades o tempo todo: falsidade, rancor, raiva, mágoa, disse-me-disse, má-influência, o inferno é o limite, e nós temos a opção de devolver esse veneno, repassando aos que nos cercam, e consequentemente aos nossos familiares, ou então servir de catalizador, um agente de transformação de ambientes pesados, envenenados, em ambientes saudáveis.
Pr. Edvanderson
Casar é bom
Veja este pequeno trecho do livro O Casal em Crise, Pg 38 - “...as estatísticas epidemiológicas mais recentes demonstram que as pessoas casadas estão melhor, de qualquer ponto de vista, do que as pessoas divorciadas ou viúvas. Isso vale para o índice de mortalidade, distúrbios psíquicos ou somáticos, doenças psicossomáticas, drogas, alcoolismo, estado das defesas imunológicas, número de infartos, cânceres e suicídios, e assim por diante. Também nas pesquisas sobre satisfação com a própria vida, sobre dedicação e sucesso profissional, as pessoas casadas têm resultados melhores do que as pessoas sem parceiros”.
E você aí, reclamando do seu casamento!!!
Tsc, tsc, tsc...
Pr. Edvanderson
Cisco e tronco
Já reparou como a nossa visão é 4K para o erro dos outros, mas totalmente embaçada para os nossos? Em segundos, a gente identifica a falha e o deslize de quem está do lado, fazemos a acusação e trazemos a condenação. Somos juízes profissionais, com vereditos rápidos!
Mas e quando o erro é nosso? Ah, aí a gente vira advogado de defesa. Criamos mil justificativas, culpamos o cansaço, o contexto, dizemos: “ah, mas neste caso é diferente”, qualquer coisa para não dizer a frase mais difícil do mundo: 'Eu errei'.
Se o texto de Mateus 7:3-5 fosse colocada no contexto do seu relacionamento, talvez elas seriam assim: “E por que reparas tu no cisco que está no olho do teu cônjuge, e não vês o tronco que está no teu olho? Ou como dirás a teu cônjuge: Deixa-me tirar o cisco do teu olho, quando há um tronco no teu olho? Hipócrita, tira primeiro o tronco do teu olho, e então verás claramente para tirar o cisco do olho do teu cônjuge.
Será que é desse jeito aí, na sua casa?
Olha que legal: apontar o dedo é instinto. Olhar no espelho é maturidade. É fácil ser juiz quando o réu não é você.
Quando foi a última vez que você teve a coragem de admitir um erro sem dar nenhuma desculpa?
Pr. Edvanderson
Casamento feliz dá trabalho
Nenhum casal é feliz por acidente;
Nenhuma família é feliz por acidente;
Casamento perfeito não existe, mas um casamento feliz é aquele que dá trabalho, é onde há investimento em tempo de qualidade, onde um apoia o outro, torna a vida do outro mais fácil, onde cada um busca ser melhor para o outro a cada dia!
Casamento feliz dá trabalho. Divórcio dá trabalho. Escolha a primeira opção então. Escolha sua família. Vale à pena... palavras de quem está casado a mais de 25 anos! Vale à pena.
Pr. Edvanderson
Cabelos ou Dedos?
Você deixaria eu raspar sua cabeça? “De jeito nenhum, né?” Mas se um bandido apontar uma arma para sua cabeça, ou para a cabeça de seus filhos, e te der duas opções: ou raspo sua cabeça, ou arranco os 10 dedos da sua mão. O que você escolheria?
Pode raspar meu cabelo, você diria! É a resposta mais sensata... por que cabelo cresce, dedos não! Cabelos são recuperáveis, dedos não.
Mas sabe qual é o grande problema? Tem muita gente escolhendo, priorizando o ”cabelo” nas suas relações familiares, isto é, priorizam o que é menos importante. Estão deixando ir os dedos e lutando pelo cabelo: priorizam o individualismo, o trabalho, amizades, o lazer de um e não do todo, a igreja, enquanto estão deixando ir os dedos, isto é, deixando ir os filhos, o cônjuge, a família. Quais tem sido suas escolhas? Suas prioridades?
Pr. Edvanderson
Bonita e Burra
Uma esposa ouvia isso todos os dias: Você é bonita, mas é burra. Isso acontecia em casa, no comércio, nas rodas de amigos. Um dia, ela já muito magoada e ferida, se irritou com o marido e disse:
Sabe por que Deus me fez bonita? Pra você me escolher!
Sabe por que Deus me fez burra? Pra eu te escolher!
Essa doeu!
Nunca diga ao seu cônjuge aquilo que você não gostaria que fosse dito a você. Palavras podem erguer ou derrubar. Podem ferir ou curar. Podem semear: frutos ou espinhos, que você mesmo colherá no seu relacionamento.
Você decide.
Pr. Edvanderson
Assuma. Cresça.
Adão culpou Eva, Eva culpou a Serpente, e ninguém aprendeu nada com seus erros! Quando você transfere a culpa dos seus erros para sua esposa, para seu marido, para seus pais, para seus filhos, para a política, para o chefe, você deixa de assumir que precisa melhorar, que precisa se desenvolver, ressignificar, você não assume que precisa cura.
Pare de desculpas, assuma seus erros, peça perdão e SE perdoe, retire lições para sua vida, e siga em frente.
1% todo dia. Tentar melhorar 50% de um dia para o outro é impossível. Mas cresça 1% hoje, solidifique este novo step, depois mais 1%, e em alguns meses você será irreconhecível.
Pr. Edvanderson
As 4 estações do casamento (Gary Chapman)
As 4 estações do ano também podem servir de exemplos comparativos da qualidade do casamento nas suas diferentes fases:
- Primavera: é o desabrochar de cores, da renovação, beleza, cor, aromas, aves cantando...
Relacionamentos geralmente começam assim... alegria, flores, tudo é belo, planos e sonhos incríveis...
- Verão: é colorido, tem sol, calor, mas também tem chuvas fortes... Temporais podem acontecer no verão, mas o casal está numa boa fase de adaptação, já perceberam que o outro não é perfeito, que casamento feliz dá trabalho, e que é possível manter as flores da primavera acesas, mas será preciso continuar regando.
- Outono: cores tristes, folhas caem, flores morrem e secam. A relação começa a ficar mais tensa... aqui, os ajustes e adaptações iniciados nas estações anteriores se intensificam e tornam a relação mais cinza...
E finalmente, o
- Inverno... é gelado, sem cor, frio, noites mais longas. No inverno, a chance de o amor esfriar é real: rotina, crises, problemas não resolvidos nas estações anteriores que acumularam mágoas.
Então:
Vimos que se queremos um bom relacionamento conjugal, precisamos sempre lutar juntos para manter o casamento na pri-ma-ve-ra.
Mas atenção: os cônjuges podem estar juntos numa mesma estação, ou cada um numa estação diferente! Aí complicou, né?
Pode ser que você esteja vivendo uma primavera, mas o cônjuge esteja no inverno... você está satisfeito, ele insatisfeito... isso também pode acontecer, daí, em posse desta informação, é preciso entender os motivos deste inverno no outro, e então reorganizar, reajustar.
Sei que é impossível ter um casamento apenas na primavera, mas quanto mais tempo nela, melhor é!
Pr. Edvanderson
Aquele adolescente
Aquele adolescente, por mais que tentasse impressionar seus pais, só recebia críticas. Se tirava 9,5 no teste, ao invés de elogios ouvia: “Por que não tirou 10?”. Se lavava a louça: “finalmente, né.. não fez mais que a obrigação”. Quando aquele adolescente contou sobre um problema que vivia e procurou conselho, ouviu broncas, e até foi colocado de castigo.
Aquele adolescente era infeliz... seus pais não lhe davam atenção, estavam sempre ocupados, estavam sempre no celular, ou na tv. Quando ele queria conversar, “fica quieto que estou vendo o jornal”, ou então: “Estou assistindo o jogo”. Aqueles pais tinham tempo para tudo, dedicavam atenção aos amigos e até aos filhos dos amigos, mas não tinham tempo para o filho.
Esta pode ser uma história fictícia, mas nos traz algumas reflexões: Com quem seus filhos podem se abrir? Com amigos na rua? Então que tipo de conselhos estão absorvendo? Quando seus filhos estão com dúvidas quanto a assuntos delicados, eles podem conversar com vocês, pais, ou precisam ir para a internet pesquisar? Será que eles estão acessando os sites corretos para ter informações fidedignas? Ou estão enchendo a cabeça de lixo?
Nossos filhos precisam de tempo... não se pode demonstrar amor sem dedicar tempo de qualidade. Nossos filhos precisam de momentos conosco para absorverem conhecimento, experiências. Nossos filhos precisam de tempo junto para aprenderem com nossos exemplos. Nossos filhos possuem emoções, dúvidas, aspirações, anseios, planos, desejos, sonhos... se nós não os ouvirmos, será que quem ouvir estará preparado para dar bons conselhos?
Se você é do tipo que não tem qualquer dedicação de atenção aos filhos e acha que dar roupa, teto e alimento já são suficientes, então para que os teve? Ficasse sem filho.
Pr. Edvanderson
Aqueles pais
Aqueles pais não sabiam mais o que fazer para trazer um sorriso ao rosto dos filhos: eles, rebeldes e ingratos, só tinham palavras para criticar seus pais, nada além disso. Na verdade, para não dizer que era só isso, eles também falavam... quando queriam pedir algo... aí, até carinho eles faziam.
Quando aqueles pais perguntavam “como foi a aula”, ou “como foi a festa,’ os filhos só respondiam: “foi bom, foi boa”... “tá filho, conte-me mais, conte os detalhes”; “foi bom”, secos e ásperos.
Aqueles adolescentes chegavam da escola, levavam o prato de comida para o quarto e lá ficavam nos jogos online até dar fome de novo... só assim os pais os viam. Quando tentavam entrar no quarto para conversar, eram enxotados de lá.
O sentimento era de impotência por se sentirem incapazes de controlar ou influenciar nas decisões dos filhos: falta de Respeito, desafio à autoridade, comunicação rompida, isso era o comum naquela casa. Aqueles desgastes já estavam afetando até o relacionamento conjugal.
A história é fictícia, mas retrata muitos lares mundo afora. Filhos precisam entender que os pais trabalham e buscam dar o melhor que podem (que podem) dar aos seus filhos. Pais, muitas vezes, deixam de comprar algo que estão precisando para comprar o que os filhos desejam. Pais se sacrificam no tempo de lazer, nas finanças... pais dão o último pedaço de bolo para o filho. O melhor pedaço do frango.
Pais também sofrem quando veem seus filhos sofrerem.
Pais choram pelos filhos, mesmo que escondidos.
Pais, mais que tudo, desejam que seus filhos saibam o quanto são amados. Então, filhinhos, jamais se esqueçam que seus pais também precisam de amor, carinho, atenção, conversas demoradas, res-pei-to.
Tenham um pouquinho de empatia, se coloquem no lugar deles e vocês perceberão que eles estão fazendo o melhor que podem, mesmo que para vocês não pareça isso, então confiem!
Pr. Edvanderson
É véspera de ano novo!
É final de mais um ano. Em algumas horas, mais um ciclo terá terminado e outro vai se iniciar. Aproveite esta data utilizada por todos como uma oportunidade para propostas de ‘recomeço’ e decida-se ser um esposo melhor, uma esposa melhor, um filho obediente, decidam ser pais incríveis.
Não quero apenas incentivar a tomar essas chamadas “resoluções de ano novo”, mas a manter-se firme nelas, a não fraquejar, não parar. Quantas outras decisões importantes já tomamos e voltamos atrás? Quantas propostas de Ano Novo nos prometemos realizar, mas foram abandonadas? “Eu vou emagrecer”, “vou voltar para a academia”, “vou cuidar melhor da minha saúde”, e etc, etc.
Nesta data de hoje você tem 2 livros nas mãos: um livro em branco, novinho, com 12 capítulos, 365 páginas, onde cada página tem 24 linhas. Nada escrito nele! Outro está praticamente todo escrito, restando apenas algumas linhas para ser concluído. Não dá para apagar o que você escreveu no velho, mas dá pra pensar no que escreverá no novo. Será que rees-cre-ve-rá as falhas deste ano que está acabando? Ou será que vai se esforçar ao máximo para escrever coisas mais... interessantes?
E no mais, em Salmos 34-8a diz: “Provai, e vede que o Senhor é bom...”
Feliz Ano Novo!
Pr. Edvanderson
Admiração
É preciso alimentar a admiração. Como você está alimentando a sua imagem diante do seu cônjuge?
Muitos perdem admiração e se separam dizendo que o amor acabou. Outros não tem um pingo de desejo sexual pelo outro. Aí se pergunta por que? Acabou a admiração! Quais são as roupas que você usa em casa? Tu gostas de banho? Tem chulé de gambá morto? Gosta de arrotar na mesa? Costuma soltar umas bufas terríveis e prender o cônjuge debaixo do edredon (“cheira que prá acabar logo”)? (Pode até ser engraçado na hora, mas destrói a admiração). E não só isso, e suas atitudes? Seu comportamento, suas ações e reações ao longo do dia, isso tudo faz o outro te admirar? Ou está bem longe disso?
No início do namoro, quando a paixão começou, certamente não existiam esses destruidores de admiração... por que se perde isso ao longo do caminho?
Enfim, qual imagem você está alimentando nele (a)?
Não deixe que o tempo desgaste suas boas características
Como disse o Dr. Augusto Cury, “o amor se cultiva no terreno da admiração”.
Pr. Edvanderson
A lenda
Uma antiga lenda conta que alguns moradores de uma pequena aldeia se reuniram em círculo. Cada um trazia um pequeno papel onde estavam listados seus problemas e tristezas pessoais. Todos eles jogaram os papeis num cesto no meio do círculo e foram instruídos que poderiam deixar seu papel e pegar outro de qualquer outra pessoa. Eles poderiam abrir mão de todos os seus problemas e tristezas e assumir os de outra pessoa. Depois que eles deram uma rápida espiada nos papeis dos outros, cada um decidiu pegar seu próprio papelzinho de volta, e voltaram todos para casa mais animados para enfrentar seus próprios problemas.
A vida é assim! Enquanto uma esposa reclama que o marido não é romântico, a outra apanha do esposo alcoólatra...
Enquanto um marido reclama que a mulher cozinha mal, o outro pode estar acabando de descobrir a infidelidade da companheira.
E se formos analisar bem, existem problemas ainda maiores que estes meus exemplos anteriores. Ninguém é perfeito e por isso também não existe casamento perfeito... Todos possuem algum nível de insatisfação no seu relacionamento... todos! (quer dizer, menos eu, sou uma exceção, minha esposa é perfeita)... (risos).
Se você não está sofrendo algum tipo de violência, nem vivendo com um cônjuge infiel, então muito pro-va-vel-men-te você pode lapidar esse seu relacionamento... Sei que às vezes não é fácil, mas divórcio também não é fácil, e o próximo casamento pode ser ainda pior que o primeiro, as estatísticas afirmam isso!
Então que tal arregaçar as mangas?
Pr. Edvanderson
É pedagógico ir num velório
Eclesiastes 7:2 diz que ”É melhor estar num velório do que ir a uma festa, pois todos vão morrer um dia, e é bom pensar nisso enquanto ainda há tempo.”
Num velório, ge-ral-men-te os que mais se desesperam são os que menos valorizaram. É no velório que se percebe o início da dor que aquela ausência vai fazer. No velório, o que não foi dito, não foi expresso, o carinho não dado, o amor não declarado, as flores não entregues, é ali que se tem vontade de fazer, de falar, de gritar, mas... já é tarde.
Só percebemos o valor do ar quando se perde, só se percebe o valor da saúde quando se conhece a doença, do filho, quando ele se vai, dos pais, do cônjuge, quando não estão mais ao nosso lado.
O filho pródigo da parábola de Jesus só se lembrou e só valorizou seu pai quando perdeu tudo o que tinha. O texto diz: “então lembrou-se de seu pai...”. Muitas vezes é o que acontece conosco, só valorizamos quando perdemos.
Hoje, talvez, talvez, você tenha chance de mudar isso. Não perca esta oportunidade. Demonstre amor todos os dias, e - um - dia, não sei se amanhã, se daqui a 80 anos, mas um dia será o último dia!
Pr. Edvanderson
A influência da mulher
A Bíblia diz que...
- Adão foi convencido por Eva a comer do fruto proibido.
- Abraão caiu na ideia de Sara de ter um filho com Agar.
- Salomão foi influenciado por suas mulheres a adorar outros deuses.
- Sansão foi convencido e depois traído por Dalila
Por outro lado, também temos mulheres exemplares como:
- Abigail que demonstrou sabedoria ao convencer Davi a poupar seu marido, Nabal, e evitou uma tragédia entre os empregados dele.
- Ester usou sua coragem e sabedoria para intervir junto ao Rei para evitar o extermínio de seu povo.
Apenas alguns dentre muitos exemplos de homens que foram influenciados por mulheres.
Vemos que a mulher tem um grande poder de influência; para o bem ou para o mal. Daí devemos tirar ao menos duas lições:
- Primeiro aos homens: procure identificar se sua mulher é uma Dalila, ou uma Ester... seja sábio para se deixar ser influenciado se e somente se você entender que os conselhos de sua esposa são conselhos sábios.
- Mulheres, identifiquem se seus maridos são como Adão, Sansão ou Nabal, e usem do poder de influência que vocês têm para ajudar seus esposos a tomarem decisões mais acertadas, mais sábias.
Provérbios 14:1 diz: “Toda mulher sábia edifica a sua casa, mas a tola derriba-a com as suas mãos”.
Pr. Edvanderson
A grama mais verde
O mito da grama mais verde - É muito fácil achar que o vizinho, ou que a colega de trabalho é melhor do que aquela pessoa que está casada com você. Mas você não está com ela na intimidade, você não a conhece no dia a dia, você não conhece seus defeitos de perto... Ele ou ela pode parecer melhor por que você conhece os defeitos do seu, mas não os do outro.
Quantas pessoas tinham amante, as achavam um espetáculo, e decidiram sair de casa para oficializar a união. Então, quando a conheceram de verdade, a princesa virou megera, o príncipe, um cavalo, e na maioria das vezes bem pior que a primeira esposa, o primeiro marido.
Diversas pesquisas mostram que aproximadamente 70% das pessoas que se casaram novamente após um divórcio, descobriram que o segundo casamento foi pior que o primeiro. É o mito da grama mais verde caindo por terra. Não devemos desistir do nosso casamento. Precisamos investir no nosso relacionamento, buscar compatibilidade, aceitar que o outro tem defeitos assim como você também tem. Esses defeitos do seu cônjuge você já conhece, os defeitos do próximo podem ser bem piores...
Pr. Edvanderson
A desintegração da Sociedade
No livro “A Arte de permanecer Casado” (Jaime Kemp) diz que, quando se estuda a história da queda das civilizações antigas, algo há em comum: a família deixou de ser prioridade, entrando num processo de desintegração.
Um prédio, antes de ser construído, precisa de base bem estruturada, dimensionada, distribuída, proporcional ao que virá acima. Já vimos nos noticiários prédios que foram ao chão por que as bases foram ne-gli-gen-ci-a-das! A família é como essa base, e a sociedade é esse prédio. Se as famílias vão mal, a sociedade certamente irá se desintegrar.
E não é isso o que temos visto? Uma sociedade cada vez mais degradada, e infelizmente vai piorar, pois parece existir um conluio, um combinado velado para a destruição, desmoralização, depreciação da instituição chamada família.
Blinde sua família.
Pr. Edvanderson
A fórmula do bom casamento
Existe um segredo que é a fórmula para um casamento feliz, bem-sucedido: casem-se e em seguida se esqueçam disso. Ajam como se ainda não tivessem casado e continuem a ser na-mo-ra-dos.
Continuem saindo para passear. Para comer um lanchinho fora. Continuem com os beijos acalorados, abraços demorados. Continuem com as declarações de amor. Continuem desejando ardentemente o “namoro” (se é que me entendem), contem as horas e minutos para se encontrarem. Continuem se embelezando e se perfumando para se encontrarem. Marquem encontros, sejam românticos, escrevam bilhetinhos de amor, continuem com os ‘amassos’, continuem com longas conversas, se perdoem mais rapidamente, continuem relevando pequenos problemas, procurando agradar o outro...
Essa é a fórmula para manter a chama do amor sempre acesa, esta é a fórmula para um casamento bem-sucedido.
Pr. Edvanderson
O presente é recomeço
Hoje é o primeiro dia do resto de sua vida. É sua oportunidade de começar, ou de recomeçar. Esquecer o que de ruim ficou para trás e começar a escrever uma nova história.
O presente é recomeço. Todos os dias você tem a oportunidade de viver o presente, e de fazer algo diferente. Não é por que algo está errado a tanto tempo que você precisará viver isso perpetuamente.
O casamento não está bem? Hoje pode ser o dia de recomeço.
As relações não estão boas? Hoje pode ser o dia de recomeço.
Finanças um fracasso? Hoje pode ser o dia de recomeço.
Hoje pode ser o dia do ‘basta’.
Você tem o poder de perpetuar o que não é bom e que você tem vivido, ou pode usar o dia de hoje, o presente, para gerar um futuro diferente.
Pr. Edvanderson
4 coisas que o perdão não faz
Muito se fala em perdão, sobre a importância de pedir perdão e perdoar. Mas algumas pessoas se confundem e até se frustram com o que vem depois do pedido de perdão.
Sabemos que ele é fundamental para uma vida saudável, mas ele não faz alguns milagres, e eu vou citar 4 deles:
- Em primeiro lugar, o perdão não desfaz nossas lembranças; talvez você tenha magoado alguém de alguma forma, pediu perdão, mas não pense que uma amnésia fará a pessoa esquecer o que aconteceu. Ela vai decidir perdoar, vai colocar uma pedra no assunto, mas esquecer ela não vai.
- Em segundo lugar, o perdão não remove todas as consequências do erro cometido; digamos que alguém adulterou e a amante engravidou... ou então adquiriu uma infecção sexualmente transmissível, ou diversas outras possibilidades... existem consequências! “Somos livres para fazer nossas escolhas, mas somos escravos das consequências”.
- Em terceiro lugar, o perdão não reconstrói a confiança; não automaticamente. Será preciso um processo difícil, às vezes longo, para que a confiança seja reestabelecida.
- E em quarto e último lugar, o perdão nem sempre resulta em reconciliação. Perdoar é fundamental - se reconciliar é opcional. Às vezes a pessoa magoada, ou traída, percebe que não vai conseguir conviver com alguém que a feriu tão profundamente, então decide trilhar caminhos diferentes. A pessoa tem essa liberdade.
Não exija mais do perdão do que ele realmente pode oferecer.
Fica a dica!
Pr. Edvanderson
O cirurgião
Numa cidade, há um médico que faz cirurgias de doenças graves, e hi-po-te-ti-ca-men-te, você está muito doente e precisa de uma cirurgia. O único problema é que a cada dez pacientes que esse cirurgião opera, nove morrem na mesa de operação. Você aceitaria operar com esse médico ou procuraria outro com um melhor histórico de sucesso?
Pois é... então me escute:
- Sabe-se que, estatisticamente, pessoas de religiões diferentes são mais suscetíveis ao divórcio... mas tem gente se arriscando com o “cirurgião”;
- Sabe-se por milhares de pesquisas que o segundo casamento tem mais divórcios que o primeiro, mas tem muita gente preferindo se arriscar com o “cirurgião”.
- Sabe-se que há mais divórcios em casais que não fizeram um curso pré-nupcial, mas os casais preferem o “cirurgião”! Só pode!
- Tem noivo batendo na mãe, e a noiva achando que no seu relacionamento tudo será sempre um mar de rosas! Tá se consultando com o “cirurgião”... com certeza!
- Tem gente casando com alguém divorciado que está trazendo na bagagem os filhos, a ex, o marido da ex, a família da ex, e tá achando que gerir tudo isso será fácil... eu conto ou você conta? É o “cirurgião”!
Vou parar por aqui por que o texto está ficando longo.
Então, não arrisque ver sua família destruída numa mesa de cirurgia
Depois não vá dizer que as estatísticas não gritaram para você.
Pr. Edvanderson
Idi0t@s
Idiotas sempre existiram, existem aos montes e sempre vão existir. É como uma praga, assim, algo contagioso, realmente não sei de onde brotam tantos.
Vejam alguns exemplos de idiotas:
- Tem o idiota ‘surdo’: aquele que quer ouvir suas músicas beeeeeem alto, em casa ou no carro, e incomodam todos à sua volta. E percebam; se está ouvindo música bem alto, pode ver que é música podre, música ruim, lixo... você não vê alguém ouvindo música clássica no maior volume, Tom Jobim, Frank Sinatra.
- Tem o idiota ‘espertinho’, que num congestionamento corta todos os carros pelo acostamento.
- Tem também o idiota ‘motoqueiro’, que modifica o escapamento da moto para fazer ram-dam-dam e incomodar todo mundo... dizem que é pra avisar em casa quando está chegando... não sei.
- Tem o idiota ‘malandro’... ele leva refrigerante ruim para o churrasco americano e quer tomar sua Coca-Cola, vê se pode.
- Tem o idiota ‘sem-noção’, que fica assistindo reels no ônibus, mas sem fone de ouvido, e todos têm que ouvir o que o ele está assistindo.
- Tem o idiota ‘mautorista’, que para o carro na vaga de deficiente ou idoso e liga o pisca-alerta, como se isso o abonasse de seu erro.
- Tem o idiota ‘que não sabe contar’, que entra na fila do caixa de 10 volumes no supermercado com o carrinho cheio.
Gente, são muitos os tipos...
Lembre-se, não seja você também um idiota.
Pr. Edvanderson
O balanço do Mineirão
O estádio conhecido por ‘Mineirão’ já chamou muita atenção devido à sua vibração, o balanço que ocorre, especialmente em dias de lotação máxima.
Então perguntaram: “como o estádio não desaba com todo esse balanço?”, e a resposta foi: “não desaba justamente por que balança. Se ele fosse completamente inflexível, já teria caído”.
Casais que são inflexíveis, que só a vontade de um é que deve prevalecer, pessoas egoístas, turrões, que não sabem ceder nem um pouquinho, acabam por fazer ruir, desabar, acabar com o relacionamento.
Casamento é uma constante flexibilização: às vezes de um, às vezes do outro, e às vezes dos dois, quando cada um precisa ceder um pouquinho para enfim chegarem num bom acordo para todos.
Sejam maleáveis.
Pr. Edvanderson
O óbvio precisa ser dito
Você já ficou chateado com alguém pensando: “Gente… mas isso não era ÓBVIO”? Pois é. Aqui vai um aviso importante: o óbvio também precisa ser dito.
A gente costuma cometer um erro clássico nos relacionamentos — amorosos, familiares, profissionais — que é acreditar que o outro deveria ter percebido algo sozinho. Que ele deveria ter entendido. Que ele tinha a obrigação de saber. Quando isso não acontece, vem a frustração. Vem o silêncio atravessado. Vem a cara fechada e, às vezes, até uma briga que nem precisava existir.
A questão é bem simples: ninguém adivinha (não que eu saiba).
Aquilo que é óbvio pra você foi construído com base na sua história, nos seus valores, nas suas expectativas. Mas o outro tem outra bagagem, outro jeito de pensar, outra forma de ver o mundo.
E é aí que mora o perigo. É aí que nasce o conflito.
Quantas vezes você já pensou: “Mas eu não deveria precisar falar isso…” Só que deveria.
Porque o não dito vira cobrança, frustração, ressentimento. Relacionamentos saudáveis não são feitos de pessoas que adivinham, mas de pessoas que falam. Que expressam expectativas. Que colocam limites. Que dizem o que sentem antes da mágoa virar um muro.
Então, se algo é importante pra você, diga. Mesmo que pareça óbvio.
Principalmente se parecer óbvio.
Pr. Edvanderson